Estas fotografias são registros incríveis dos raríssimos arco-íris lunares

Você já ouviu falar em arco-íris lunar? O fenômeno raro e não muito conhecido, é semelhante ao arco-íris solar e ocorre quando a luz, refletida pela lua, é refratada pela chuva ou pela névoa suspensa na atmosfera.

O fenômeno lunar é muito mais fraco que o solar, já que nosso satélite natural reflete bem menos luz. Portanto, ao olho humano, muitas vezes esse fenômeno parece branco, já que não conseguimos discernir as cores.

Mas, para nossa sorte, eles costumam aparecer em fotografias de longa-exposição, como aconteceu com as belas imagens que você confere abaixo:

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Via © Somente Coisas Legais   fonte

Por que esse pitoresco vilarejo na Suíça está cobrando 5 dólares a cada pessoa que fizer uma foto por lá

Uma estonteante vila na Suíça decidiu cobrar dos turistas que a visitam uma curiosa taxa num valor simbólico de 5 dólares para cada foto tirada do local. Mais intrigante que a taxa em si, a ser cobrada dos que visitarem as belezas naturais da vila de Bergün/Bravuogn, só mesmo o motivo: a diretoria de turismo pretende evitar que as pessoas em casa, que irão ver a foto pelas redes sociais, sofram por não poderem estar desfrutando do cenário da vila.

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O fenômeno é conhecido em inglês como Fomo, sigla para “fear of missing out”, ou, em tradução livre, medo de perder. Uma publicação no site oficial do vilarejo diz que “é cientificamente comprovado que lindas fotos de viagens nas redes sociais faz quem as vê infeliz, por eles próprios não poderem estar no local”.

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Para evitar tal mal, porém, o prefeito sugere aos turistas um hábito que realmente anda fazendo falta em nossas vidas contemporâneas: que simplesmente desfrutem do prazer de estar no local, para além da necessidade de registrar tudo.

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É evidente, porém, que a sugestão de conduta e a real aplicação da multa são assuntos diferentes, pois o próprio diretor de turismo de Bergün/Bravuogn admite que é improvável que, caso um turista seja pego “em flagrante” tirando uma foto, a taxa seja de fato imposta.

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De todo modo, sugerir que as pessoas voltem a preferir a experiência real, em detrimento de seus registros é, no verão ou no inverno, uma ótima ideia.

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© fotos: reprodução fonte

Pueblo Bonito, o povoado onde viveu uma sociedade pré-colombiana comandada por mulheres

Quantas vezes você já ouviu (ou pensou) em como seria um mundo em que as mulheres ocupassem o poder. Se atualmente nos encaminhamos cada vez mais rumo à igualdade de gênero em um mundo ainda comandado majoritariamente por homens, é sempre bom lembrar que em alguns lugares do mundo as sociedades matriarcais já foram a regra.

É o caso da sociedade pré-colombiana encontrada no Cânion Chaco, localizada no estado do Novo México, Estados Unidos. Por lá, o poder passou de mãe para filha por mais de 300 anos. No local que antes fora ocupado pela sociedade, pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia encontraram uma moradia com cerca de 650 “quartos” chamada de Pueblo Bonito. Era apenas uma das treze construções do gênero, a maior delas, onde provavelmente ficavam as mulheres que comendavam a região.

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Foto © NPS/Tanya Ortega de Chamberlain/Foto destaque © John Fowler/Flickr

A sociedade viveu no local por volta do ano 1.000 antes da nossa era. Embora fossem bastante desenvolvidos em termos tecnológicos, eles não chegaram a desenvolver um método de escrita, o que era bastante comum entre povos que viveram neste período. Graças a isso, só recentemente foi possível chegar à conclusão de que se tratava de uma sociedade com organização matriarcal, através da análise de DNA dos líderes do povoado.

Mesmo assim, o povoado feminino tinha desenvolvido muitos avanços para a época. Para se adaptar ao clima do deserto, foram construídos reservatórios de água e sistemas de irrigação, além de conectar seus vilarejos através de uma espécie de estrada. Apesar disso, estima-se que o povo tenha sido derrotado justamente por causa de uma forte seca que teria assolado a região.

Fonte via

Artista com disfunção neurológica vê cores nos sons e pinta suas músicas prediletas

Você já deve ter ouvido falar sobre sinestesia. A sensação se manifesta quando associamos involuntariamente os estímulos de um sentido aos de outro. Para algumas pessoas que sofrem com uma disfunção neurológica rara, porém, isso acontece sempre.

Não se trata de uma doença, mas apenas de uma condição diferente que faz com que os sentidos sejam misturados ao serem processados. Até hoje, já foram catalogados 61 tipos de sinestesia, embora ainda não se saiba o que causa essa alteração. No caso da artista Melissa McCracken, ela vê cores nos sons que escuta – e decidiu pintar suas músicas preferidas – acima, uma reprodução de “Karma Police”, do Radiohead.

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David Bowie, “Life on Mars.”

Natural do Missouri, nos Estados Unidos, Melissa só percebeu que as outras pessoas não viam as cores dos sons quando tinha 16 anos. Até então, ela achava que isso era algo tão óbvio que nunca havia perguntado a ninguém sobre o assunto, segundo contou em entrevista ao Broadly.

Hoje, aos 26, a artista se dedica a pintar as suas canções preferidas e mostra que quadros também podem ter muito ritmo. Espia só algumas de suas criações:

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Prince, “Joy in Repetition.”

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Jimi Hendrix, “Little Wing.”

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John Lennon, “Julia.”

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Bon Iver, “For Emma, Forever Ago.”

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Pink Floyd, “Time.”

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Bach, “Cello Suite No. 1.”

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Iron & Wine, “Boy With a Coin.”

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Radiohead, “All I Need.”

Todas as imagens © Melissa McCracken fonte