Conheça o ‘albergue’ indiano onde as pessoas vão para morrer

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Para onde vai um indiano após a morte? Não, ele não vai para o paraíso como os ocidentais, mas realiza o Moksha, um conceito Hindu de libertação dos julgamentos e tribulações da vida. É quando abandona todos os prazeres materialistas e se torna uno com a sua consciência divina.

Embora a verdadeira libertação possa ser alcançada durante a vida, acredita-se que ao encontrar Moksha durante o leito de morte a alma do hinduísta fica livre para sempre do ciclo de vida e morte que o karma impulsiona.

Existem diversas formas de passar por esse processo. É muito comum mergulhar no Ganges para lavar os pecados, mas em cidades como Varanasi, inúmeros devotos recorrem aos sacerdotes atingir Moksha, hospedando-se em pousadas como  a Mukti Bhavan. 

Fundada em 1908, Mukti Bhawan é um lugar muito conhecido na cidade e recebe visitantes anualmente. A pitoresca casa de 12 quartos é gerenciada por  Bhairav Nath Shukla encarregado de rezar pela salvação dessas almas  há 44 anos. Conheça um pouco desse cenário curioso:

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Fotos: reprodução Fonte

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Como um porquinho transformou a vida deste garoto autista

Sam era uma criança que se desenvolvia normalmente até que, por volta dos dois anos, sua mãe Jo Bailey, de 49 anos, começou a notar pequenas alterações em seu comportamento. De sociável e falante, o menino começou a perder suas habilidades linguísticas em poucas semanas. Algum tempo depois veio o diagnóstico de autismo.

Depois de buscar diversas maneiras de melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento do garoto, Jo descobriu que mini-porcos podiam ajudar pessoas com autismo. Com base nisso, ela levou o menino a uma fazenda de porcos em miniatura e percebeu o quanto ele se acalmava ao lado de Chester, um simpático porquinho ruivo.

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Sam tinha cinco anos na época e a família decidiu comprar o animal para acompanhar o menino. Quando descobriram que o porquinho não era nada micro, a amizade entre os dois já estava selada. Hoje Chester tem mais de 100 kg e se tornou companheiro inseparável de Sam.

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Segundo Jo contou ao Daily Mail, o porquinho fez com que a personalidade do menino voltasse a se desenvolver. Hoje, com 14 anos, ele aprendeu muito com o animal e já consegue pensar no que os outros podem sentir a partir do amor que sente por Chester. Sobre essa amizade incomum, Jo escreveu o livro Sam & Chester.

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Todas as fotos via  Fonte

Como presidiários estão ajudando a conter o grave sumiço das abelhas nos EUA

No início, era apenas um “hobby” do detento Charles Roark, que cumpre pena de 26 anos por assalto a mão armada e posse ilegal de armas na prisão de Airway Heights Corrections Center, em Washington.

Hoje, ele e outros 50 detentos de 7 prisões do estado estão envolvidos no projeto, desenvolvido em parceria com o Departamento de Correções de Estado. Todos eles passaram por um treinamento especial, e são responsáveis pelo cuidado e desenvolvimento de 30 colmeias, com 60 mil abelhas cada.

Os detentos criaram até o Clube da Abelha, onde fazem reuniões mensais para discutir diversas técnicas de apicultura. Para eles, o projeto se tornou uma maneira de aprender algo e desenvolvendo uma nova habilidade para ajudar na busca de um emprego quando cumprirem suas penas.

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Já para a sociedade norte-americana, o benefício é enorme, uma vez que as abelhas entraram para a lista das espécies ameaçadas de extinção em janeiro deste ano. Se o projeto fosse inserido em prisões de outros estados, estima-se que o impacto ambiental seria ainda maior.

Uma maneira inteligente de ensinar algo novo aos detentos, não só ocupando o tempo ocioso que passam na prisão mas também ajudando-os a se reinserir no mercado de trabalho, além de cuidar no meio-ambiente.

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Imagens © Huffington fonte Via

Castelinho “mal assombrado” do centro de São Paulo reabre após anos de abandono

Após quase 40 anos, o Castelinho da Rua Apa, que ficou famoso em São Paulo pela fama de ser mal assombrado, acaba de ser reaberto, e com um ótimo motivo: o imóvel foi restaurado pelo governo do Estado e vai virar sede da ONG Clube de Mães do Brasil.

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A instituição tem como objetivo atender pessoas em situação de rua e em vulnerabilidade social. Criada pela maranhense Maria Eulina Hilsenbeck, ex-moradora de rua, a ONG promove “a sustentabilidade, a reinserção social, a capacitação profissional , o empoderamento e a geração de renda”.

O Castelinho foi inaugurado em 1912. O projeto, elaborado por arquitetos franceses, era uma réplica de um castelo medieval, e fazia sucesso pelo estilo. As coisas mudaram a partir de 1937, quando um crime misterioso aconteceu lá dentro: os três moradores do local, uma mãe e seus dois filhos, foram encontrados mortos.

Castelinho na década de 30 (Foto: Reprodução)
Castelinho na década de 30 (Foto: Reprodução)

A investigação policial apontou que os irmãos e advogados Álvaro e Armando César dos Reis teriam discutido sobre os negócios da família e trocado tiros, vitimando também a mãe, Maria Cândida, que tentou apartar. A posição dos corpos levantou as possibilidades de que Álvaro tivesse matado os dois e depois se suicidado, ou mesmo que alguém tivesse assassinado os três e tentado encobrir o crime.

A polícia nunca chegou a uma conclusão definitiva, e a falta de herdeiros para o Castelinho fez com que ele ficasse abandonado por muitos anos, o que fez crescer a fama de que assombrações rondavam pelo prédio. Na década de 80, moradores de rua começaram a ocupar o imóvel, e desde 1997 a ONG Mães do Brasil passou a cuidar de um anexo do imóvel.

Antes da reforma

Antes da reforma

Agora, com o Castelinho reformado, o lugar poderá deixar a fama de mal-assombrado para trás, ficando marcado por um trabalho que tem como objetivo melhorar a vida de quem já não encontrava apoio algum.

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Fotos © Douglas Nascimento/São Paulo Antiga fonte