É hora de se mudar para o menor castelo da Inglaterra, que está à venda pelo preço de um apê

Que tal viver os próximos anos como num conto de fadas? Se esse é o seu sonho, saiba que o menor castelo da Inglaterra está a venda por uma pelo mesmo preço de um flat em Londres, £550.000 (aproximadamente R$ 2 milhões). A propriedade em questão chama-se Molly’s Lodge e fica próxima ao vilarejo de Long Compton, em  Warwickshire.

Ela foi construída pelo famoso arquiteto britânico Edward Blone em 1830, o mesmo profissional encarregado de estender o Palácio de Buckingham para a Rainha Vitória.

Seu interior é composto por uma casa funcional, com um quarto, um banheiro, salas de estar e jantar, esta última  com uma lareira de ferro fundido.  Os interessados podem fazer sua oferta até 19 de Abril, por meio deste endereço. E o terreno vem ainda com outra “casinha”, perfeita para receber os hóspedes.

Espia só:

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Todas as fotos © Molly’s Lodge fonte

Série de fotos em P&B capta a experiência de ser negro na Chicago dos anos 1940

Entre 1915 e 1960, mais de 5 milhões de afro-americanos migraram do sul dos EUA para o norte, num fenômeno que ficou conhecido como “A Grande Migração”. Segundo historiadores, ela aconteceu em dois períodos, sendo que o segundo se deu após a Grande Depressão, em 1929.

E lá por 1940, centenas de afro-americanos migraram para Chicago, que despontava como um grande centro industrial, com promessas de trabalho e uma vida melhor. “Pensei em vir para Chicago, pois lá poderia me afastar de um pouco do racismo e teria a oportunidade de fazer algo com meu talento. Não foi fácil, cara, mas foi muito melhor do que lá no sul, onde nasci”,  disse o pianista Eddie Boyd à Living Blue Magazine.

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O fotojornalista Edwin Rosskam, que trabalhava para a Farm Security Administration, foi o encarregado de documentar através de imagens todo esse processo. Foram diversas semanas andando pelas ruas da cidade e clicando o cotidiano dos novos moradores.

O resultado desse trabalho são imagens em p&b inspiradoras, que foram publicadas no livro 12 Million Black Voices, e hoje pertencem à Biblioteca de Congresso. Confira algumas delas abaixo:

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Todas as fotos © Divulgação Library of Congress fonte

Esse homem arriscou ir para a cadeia ao salvar este filhote de urso da morte

O fotógrafo Corey Hancock estava fazendo uma caminhada em uma trilha no estado americano do Oregon, quando se deparou com uma cena muito triste: um bebê urso que parecia estar à beira da morte.

Na internet, Hancock escreveu que o animal estava “deitado em suas costas, parecendo morto. Seus lábios estavam azuis. Seus olhos estavam abertos, mas imóveis e nebulosos. A chuva estava caindo, encharcando sua barriga”.

A situação fez o americano pensar em seu próprio bebê, à salvo em casa. “O filhote de urso parecia muito com uma criança. Eu iria apenas ficar parado e vê-lo morrer na chuva? Não… Eu precisava fazer alguma coisa”, afirmou.

O resgate

Hancock pegou o bichinho e começou a carregá-lo até o seu carro, temendo o tempo todo que uma mamãe ursa furiosa aparecesse e o atacasse.Quando chegaram ao veículo, o urso parou de respirar. O fotógrafo foi muito além do dever quando realizou boca-a-boca, e o animal felizmente voltou a respirar.

O filhote foi levado ao veterinário, onde se recupera e fica mais forte a cada dia, sendo tratado por desidratação severa e fome.No entanto, de acordo com o Departamento de Vida Selvagem do Oregon, Hancock poderia ter sido multado em US$ 6.000 por ajudar o urso. Ou pior – ser enviado à prisão por um ano. Justiça seja feita, não haverá castigo nenhum para este homem de bom coração.Fonte [BoredPanda]

Pesquisadores registram dinoflagelado usando “arpão” para capturar sua presa

Uma equipe internacional de pesquisadores filmou pela primeira vez um organismo unicelular, um dinoflagelado, usando uma organela como um arpão para capturar sua presa. No artigo publicado na revista “Science Advances”, a equipe de pesquisadores do Canadá, Japão e Alemanha descreve como eles conseguiram capturar as pequenas criaturas em ação e o que aprenderam vendo-as interagir com a presa.

Os cientistas descobriram que dinoflagelados – criaturas unicelulares marítimas que servem de alimento para organismos maiores – são mais complexos do que se pensava, explica o portal Phys.org. Pesquisas prévias mostraram que um tipo deles, o Polykrikos kofoidii, tem uma organela que funciona como um dardo com uma linha de reboque que atira nas presas para capturá-las – como um arpão ou uma vara de pescar.

No novo estudo, os pesquisadores encontraram uma maneira de registrar a pequena criatura enquanto usava sua arma. Eles também desmontaram o minúsculo arpão para poder analisá-lo sob um microscópio e encontraram uma estrutura de três anéis que parecia servir como um bocal para ejetar o arpão. Os pesquisadores queriam saber mais sobre como o mecanismo funciona e se ele sugere que essas criaturas podem ser parentes distantes do filo cnidaria, que inclue criaturas como medusas e corais.

Ao analisar a organela, os pesquisadores descobriram que ela é composta por três partes: um dardo, que é a parte disparada contra a presa; um nematocisto, que é um dardo maior e tem um tubo ligado a ele que funciona como uma agulha hipodérmica, injetando uma substância desconhecida na presa. A outra parte é uma linha de reboque que o Polykrikos kofoidii usa para puxar a presa para si após acertá-la.

A equipe também fez estudos de DNA sobre as criaturas para aprender mais sobre sua relação com outros organismos marinhos. Eles encontraram pouca relação entre eles e os cnidários – o que sugere que a similaridade na configuração dos arpões é pura coincidência.

Os pesquisadores também descobriram que outro dinoflagelado, o neatodinium, tem uma arma que eles descreveram como um tipo de metralhadora, disparando vários nematocistos.

A equipe observa que, apesar dos diferentes tipos de “armamento”, as estruturas semelhantes a um bocal eram parecidas nos dois tipos de dinoflagelados, unindo sistemas tão diferentes em criaturas que supostamente são da mesma linhagem.

Você pode ver uma matéria da “Science” sobre o estudo no vídeo abaixo (em inglês). A ação do dinoflagelado aparece a partir de 1:05: