Menina exige que o tema de sua festa de aniversário seja ‘cocô’; e o resultado é estranhamente bom

Volta e meia a internet se encanta com festinhas infantis que em sua temática, a pedidos da própria criança, foge do óbvio (como super heróis, personagens célebres ou outros derivados da cultura pop infantil) e traz como tema algo surpreendente e engraçado. Nenhuma, no entanto, parece capaz de superar a temática exigida de forma irredutível pela pequena Audrey. Por meses, quando sua mãe lhe perguntava qual o tema ela queria para sua festa de aniversário de 3 anos, a menina respondia, sem titubear: cocô.

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E não qualquer cocô, mas sim, os sorridentes emojis de cocô. Certos de que Audrey não abriria mão de homenagear o cocô em seu aniversário, os pais decidiram enfim por ceder ao desejo da pequena e decorar sua comemoração toda com emojis de cocô.

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Balões, bolo, biscoitos e até fantasias abrilhantaram a festa, devidamente inspirados no tema. A inspiração deixou ao menos os ingredientes das comidas de fora da homenagem.

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A felicidade de Audrey fica evidente nas fotos, e, em verdade, seu exótico tema é digno de deixar qualquer mamãe e papai orgulhosos – afinal, personalidade, humor e inteligência não faltam no espírito da garota. A festa foi, portanto, um cocô – necessariamente no melhor do sentidos.

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© fotos: reprodução: fonte

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Tente não se apaixonar pelas imagens do concurso de fotografia de viagem da National Geographic

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Todos os anos, a National Geographic dá aos fotógrafos a oportunidade de compartilhar seu talento e mostrarem a todos um pedaço do mundo em que vivemos. Eles são encorajados a apresentar seu trabalho nas seguintes categorias – natureza, cidades e pessoas. As primeiras inscrições na categoria natureza mostram imagens impressionantes que já estão sendo submetidas por fotógrafos ao redor do mundo.

Com uma pequena taxa de inscrição, os fotógrafos podem quantas imagens quiserem, contanto que tenham sido tiradas em no máximo dois anos. São três prêmios em dinheiro e um grande prêmio de 10 dias de viagem para o Arquipélago de Galápagos com a National Geographic Expedições.

As primeiras fotografias, selecionadas pelos editores da National Geographic, já demonstram muitas maravilhas pelo mundo e fornecerão muita inspiração para viajar.

Fotógrafos têm até 30 de junho de 2017 para participar.

Confira algumas das imagens inscritas no concurso 2017:

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Jigokudani Monkey Park, Nagano, Japão – Hidetoshi Ogata

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New Hampshire – Manish Mamtani

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Nao Akimoto

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Lago Yogo, Nagahama, Japão – Takahiro Bessho

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Hiroki Inoue

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Hiroki Inoue

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Parque Nacional do Vale da Morte, Califórnia, Estados Unidos – Stas Bartnikas

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Lago Randijaur, Jokkmokk, Suécia –  Adam Cunningham-White

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Monte Fuji, Japão – Takashi   fonte via

Portugal aprova lei para deixar de tratar animais como coisas

É comum para quem tem bichos de estimação considera-los parte da família. Mas, de acordo com a lei portuguesa, eles são tratados como objetos, questão que atrapalha a defesa dos direitos dos animais. Mas, a partir do dia 1º de maio, o estatuto jurídico do país passará a encara-los como “seres sencientes”.

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A mudança faz parte da lei nº 8/2017, que trata de deveres daqueles que a legislação portuguesa define como “proprietários”. Ter um animal no país, a partir de agora, significa assegurar seu bem-estar, garantindo o acesso a água e comida de acordo com as necessidades de cada raça, além de cuidados veterinários. Não cumprir com as obrigações pode levar a multas e até à prisão. Infligir dor, sofrimento ou outros tipos de maus-tratos também são motivos para punição, é claro.

A mudança na lei não visa apenas os animais domésticos, mas também influencia na pecuária. Até então, os juristas portugueses podiam apenas analisar relações entre pessoas e pessoas e pessoas e objetos. Francisca Van Dunem, ministra da Justiça do país, explica que a nova classificação fica “entre uma coisa e um ser humano, que é onde se situam os animais“.

E o Brasil?

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Com a alteração na lei, Portugal passa a fazer parte de uma pequena lista de países com estatutos jurídicos para defender os direitos dos animais, que inclui Áustria, Alemanha, França, Nova Zelândia e Suíça, entre outros. No Brasil, a discussão ainda não decolou, mas já existe no Congresso.

No final de 2015, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado aprovou um projeto de Antonio Anastasia que trata justamente da maneira como os animais são encarados juridicamente. A ideia é que eles sejam tratados como “bens móveis”, e não mais como objetos, ganhando valor imaterial.

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Críticos do projeto defendem que a classificação como “bens móveis” não é suficiente para alterar, de fato, a maneira como a legislação protege os direitos dos animais. Anastasia argumenta que tratar os animais a seres sencientes poderia causar muitas discussões, atrasando a aprovação da lei.

A mudança está presente também no Estatuto dos Animais, aprovado no Senado em março de 2016. Este sim pretende instituir a classificação dos bichos como “seres sencientes”, bem como definir regras e direitos para os animais e para quem os mantenha sob guarda.

O texto trata da obrigação de fornecer comida e abrigo, além de espaço adequado para que cada animal possa manifestar “comportamento natural, individual e coletivo da espécie”, além de garantir “integridade física e mental e o bem-estar animal”.

O projeto ainda precisa ser aprovado em uma Comissão especial do Senado antes de ser encaminhado para a Câmara. Só depois de ser aprovado pelos deputados o texto entraria em vigor.

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Todas as imagens: Reprodução fonte

Pai leva as filhas a comer fora mesmo não tendo dinheiro para os três; imagem viraliza e gera corrente de amor

Há algumas semanas, uma fotografia tirada em Manila, nas Filipinas, fez Ryan Arebuabo ser conhecido por pessoas de todo o mundo: a imagem, que mostra o homem de 38 anos observando as filhas comerem numa lanchonete, viralizou por causa da demonstração de amor do pai. E deu início a uma corrente de ajuda.

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A história por trás da fotografia foi revelada pela ABS-CBN. Ryan levou as duas filhas, Rose Ann, de 8 anos, e Rose May, de 6, para comemorar a formatura da caçula no jardim de infância. Sem poder pagar por três refeições, ele apenas observava enquanto as meninas comiam.

Jhunnel Sarajan, que tirou a fotografia, voltou à lanchonete para procurar informações sobre o homem, então desconhecido, que chamou tanta atenção. Ryan sofreu um derrame há quatro anos, perdendo parte dos movimentos do corpo e o emprego. Para piorar, sua mulher o deixou, levando as duas filhas, e dizendo que ele não era capaz de sustentar a família.

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Ryan conseguiu recuperar a guarda das crianças, e vem lutando para provar que consegue, sim, colocar comida na mesa e garantir a educação de Rose Ann e Rose May. Ele trabalha como camelô e conta com a ajuda de seu próprio pai e de um auxílio financeiro que o governo filipino paga às famílias mais pobres para garantir as necessidades básicas das meninas.

Após ver que a história emocionou bastante gente, Jhunnel Sarajan conversou com Ryan para ajuda-lo financeiramente. Ele criou uma conta bancária para que as pessoas possam doar dinheiro à família, e uma página no Facebook para que todos possam acompanhar o desenvolvimento de Rose Ann e Rose May, para ter certeza de que os fundos estejam sendo bem empregados. E, para completar, pagou uma refeição completa para os três na mesma lanchonete onde tudo começou.

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Todas as fotos © Jhunnel Sarajan fonte

O mercado que está subvertendo a lógica do consumo para oferecer alimentos mais saudáveis e baratos

É só entrar em um supermercado para perceber que a comida saudável é geralmente mais cara do que os alimentos ultraprocessados. Como resultado, pessoas de baixa renda tendem a ter uma alimentação de má qualidade, pois precisam escolher entre os alimentos mais baratos para encher seus pratos. Agora, um mercado sem fins lucrativos em Boston, nos Estados Unidos, está buscando mudar essa realidade.

Fundado em 2015, o Daily Table oferece alimentos saudáveis pelos preços de fast food. Segundo o The Plaid Zebra, uma dúzia de ovos sairia por US$ 1,29, enquanto o atum custaria apenas US$ 0,55. O mercado oferece ainda muitos itens a preços abaixo de US$ 1. Mas como eles conseguem manter os preços tão baixos? Trabalhando com fornecedores para adquirir os alimentos que poderiam parar no lixo graças à sua aparência, mas são perfeitamente saudáveis e seguros para consumo.

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Dessa forma, o Daily Table adquire os alimentos de graça ou por valores muito abaixo do mercado e os revende por um preço justo. Para comprar no mercado, é preciso apenas fazer um cadastro gratuito – e eles já somam mais de 5 mil membros. O cadastro serve para entender as necessidades e a localização dos clientes, o que auxilia a empresa nos planos de abrir novas lojas.

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É também através de contato com os compradores que o Daily Table percebeu a necessidade de oferecer refeições prontas, como saladas, sopas ou entradas. Como a maioria dos seus clientes trabalha longas horas por dia, as refeições preparadas são uma saída para que eles consigam se alimentar ao chegar cansados em casa – no local, as opções custam menos de US$ 2, segundo o Fast Company.

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Todas as fotos: Reprodução Facebook  fonte

O comovente reencontro da jovem que cresceu entre gorilas com seus amigos da floresta

A relação entre a jovem Tansy Aspinall e os gorilas sempre foi, desde sua primeira infância, uma relação baseada no afeto e na liberdade. Tendo crescido ao redor desses impressionantes animais no Howletts Wild Animal Park em Kent, na Inglaterra – participando do trabalho da Fundação Aspinall, de sua família, de reabilitação dos gorilas, para depois devolve-los à vida selvagem – Tansy e os gorilas acabaram criando uma verdadeira relação de amizade.

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Dois gorilas em especial marcaram a vida e a memória de Tansy: Bimms e Djalta foram libertados em 2003, depois de terem convivido com a jovem por anos, desde quando esta ainda era um bebê. 12 anos depois de libertos, Tansy e seu pai, Damian Aspinall, retornaram à floresta do Gabão, para reencontrarem seus amigos de tanto tempo. As grandes perguntas eram: será que os animais seriam encontrados? E se fossem, receberiam os dois em seu grupo? Como reagiriam à presença de Tansy, tantos anos depois?

Todo o encontro foi registrado em vídeo, e o resultado é uma comovente demonstração de como nada é mais bonito e tocante do que o respeito à vida, em todas as formas.

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Herdeira de uma milionária rede de cassinos (além da própria fundação), hoje a missão de vida de Tansy é salvar os animais.

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© fotos: reprodução fonte

Festival de música na Islândia tem três dias ininterruptos de sol

Os melhores dias são aqueles que a gente gostaria que simplesmente não anoitecessem para que simplesmente não acabassem. Pois se pra você um dia incrível inclui o show de sua banda preferida – e especialmente se essa banda for o Foo Fighters –, o festival Secret Solstice, na Islândia, foi feito pra você. São três dias de shows em Junho, encabeçados pela banda de Dave Ghrol, com um nada discreto detalhe: o festival acontece na época do solstício de verão no hemisfério norte, o que faz com que, durante os três dias de evento, o sol simplesmente jamais se ponha.

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Além do Foo Fighters, o festival terá Prodigy, Anderson .Paak & The Free Nationals, Rick Ross, Chaka Khan, Richard Ashcroft, e muitas outras atrações.

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Nenhuma banda ou artista, porém, parece capaz de superar a verdadeira atração principal: o famoso sol da meia-noite, que acontece durante o verão islandês, nos dias próximos ao solstício, que é justamente o dia mais longo do ano. Pela inclinação da terra em relação ao sol, e a posição da Islândia no extremo norte do planeta, o fenômeno então acontece.

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O sol da meia-noite na Islândia

Como exotismo pouco é bobagem em um país tão cheio de particularidades como a Islândia, tudo é especialmente curioso nesse festival: entre os eventos paralelos ao é possível assistir ao sol da meia-noite em um barco, banhar-se um uma piscina geotermal, passear por um túnel feito de lava de vulcão ou ir a uma festa dentro de um gigantesco glacial.

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O festival acontece no meio de Reykjavik, capital da Islândia

A natureza por lá é tão exuberante que é como de fato um espetáculo digno de aplausos, como para as bandas do festival – só não é possível aplaudir o pôr-do-sol, pois simplesmente não há.

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