A criatividade para salvar livros das cheias fez desta livraria em Veneza uma das mais originais do mundo

O mesmo motivo que faz de Veneza uma das cidades mais lindas do mundo – com suas construções antigas rodeadas de água por todos os lados, sem carros e com gôndolas transportando romanticamente as pessoas em seus canais medievais – pode derrubar toda essa beleza e se transformar em um enorme problema. E esse paradoxo que fez com que a cidade tenha também uma das mais belas e curiosas livrarias do mundo, a Libreria Acqua Alta.

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No inverno, as marés altas do Mar Adriático fazem com que muitas vezes as águas de Veneza invadam casas e estabelecimentos à beira dos canais.

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Para proteger seus livros desse fenômeno, a Acqua Alta estabeleceu uma decoração que não só salvou seus produtos como a tornou um local exótico e estonteante: os livros ficam dispostos em gôndolas, banheiras, barcos e outras peças, que os protegem e, ao mesmo tempo, embelezam o local.

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Alguns livros já destruídos ou que não tinham saída na loja são utilizados como barricadas e até escadas na Acqua Alta, tornando o cenário ainda mais fantástico.

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A livraria foi fundada em 2004 por Luigi Frizzo, e rapidamente se tornou um sucesso, um ponto turístico bastante incomum a se conhecer em uma cidade em que nada é usual – e tudo é estonteantemente belo.

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© fotos: reprodução,fonte: via

Estas fotografias dos anos 1960 são a prova de que na moda o futuro e o passado estão sempre juntos

O artista e fotógrafo norte-americano Len Steckler, falecido em 2016, clicou ao longo de sua carreira campanhas para diversas marcas e revistas de moda, como Revlon, CoverGirl, Vogue e Harper’s Bazaar.

Uma de suas imagens mais icônicas foi feita em 1961, quando ninguém menos que Marilyn Monroe chegou ao seu apartamento em NY de surpresa, para visitar um amigo seu, o premiado poeta Carl Sandburg.

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E no início deste ano a cidade de Los Angeles recebeu a exposição “Len Steckler: Reflexões do Homem Atrás do Espelho”, onde 28 fotografias inéditas de Len retratam modelos dos anos 60 com looks coloridos e psicodélico com estampas geométricas, de poás e florais, ícones da década, mas que são ao mesmo tempo super atuais. Afinal, na moda, tudo se recria.

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Imagens © Len Steckler/Reuters fonte: via

Já abriu o primeiro supermercado 100% orgânico e sustentável de São Paulo

Cada vez mais pessoas estão interessadas em fazer dos orgânicos a base de sua alimentação, mas a falta de estabelecimentos vendendo os produtos ainda é uma barreira. A partir de agora, a Vila Madalena conta com um supermercado 100% dedicado a orgânicos, e que não fica apenas na comida.

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A Casa Orgânica foi inaugurada oficialmente no dia 8 de abril, mas já vinha funcionando há algum tempo na Rua Fidalga, 346. O casal Naíla e Alessandro Duarte teve a ideia para abrir o lugar há três anos, quando um de seus filhos ouviu a mãe falar sobre a origem dos alimentos que eles comiam e passou a se recusar a comer comida “envenenada”.

No galpão de 500 metros quadrados, a Casa Orgânica já oferece mil produtos diferentes, de frutas, verduras e legumes a biscoitos, mel, refrigerante, cosméticos e até coletores menstruais e absorventes, tudo com selos que certificam a origem orgânica.

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A preocupação com o meio ambiente foi fundamental durante a reforma para deixar a Casa do jeito que o casal queria. Muitos dos materiais foram reutilizados, como uma barra de ferro da antiga fachada, que se tornou um balcão, e centenas de caixotes de madeira, que iriam para o lixo não fosse o interesse de Naíla e Alessandro.

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Eles também reservaram lugar para dez quiosques, que oferecem produtos variados: já estão funcionando duas lojas de roupas, uma sorveteria, uma loja de maquiagem e uma floricultura. Tudo orgânico, claro. Padaria, cervejaria, restaurante, esmalteria e mini-hortas devem ocupar os outros espaços.

A Casa Orgânica fica na Rua Fidalga, 346, na Vila Madalena. Funciona das 11h às 19h de segunda a sexta, e, aos sábados, das 9h às 15h.

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Todas as fotos © Casa Orgânica fonte: via

Fotografias raras mostram como era a vida na Era Meiji, no Japão

Verdadeiros tesouros podem ser encontrados dentro de arquivos digitais disponibilizados na internet por bibliotecas, instituições, a partir de acervos físicos históricos. A Biblioteca Pública de Nova Iorque é sem dúvidas um desses locais a se escavar para encontrar porções de maravilhas que só a internet oferece, entre mais de 700 mil documentos oferecidos para download no site da biblioteca. Dentre esses documentos, cem fotos de valor histórico inestimável mostram como foi a Era Meiji, de 1868 a 1912, no Japão.

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A Era Meiji se deu durante os 45 anos do imperador Meiji no poder, e sua importância se afirma por ter sido durante esse período que o Japão se modernizou e abriu o caminho para tornar-se uma potência mundial. Antes desse período o país ainda era feudal, distante em relações econômicas e políticas com o resto do mundo, atravessando um período de uma espécie de ditadura feudal (o xogunato Tokugawa) que durou inacreditáveis 256 anos.

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Foi na Era Meiji que se criou, no Japão, a primeira ferrovia do país, o serviço militar, o Banco do Japão e o Iene como moeda oficial do país, universidades e até mesmo a primeira constituição. a Era Meiji assistiu esse Japão ancestral se tornar um país moderno, fazendo com que passado e futuro convivessem num presente em acelerada transformação.

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© fotos: Acervo NYPL fonte: via