A mulher de 100 anos que virou lenda por dedicar toda a vida à tatuagem tradicional de sua tribo

Para as mulheres da tribo filipina Kalinga, tatuagens são símbolos de força e beleza, além de marcarem a passagem do tempo – alguns desenhos só podem ser feitos após atingir certa idade. Aos 100 anos de idade, Whang Od é a última mambabatok da tribo, ou seja, responsável por tatuar as companheiras.

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Whang Od fez fama no país. “A lendária mestre da tatuagem” é como alguns se referem a ela, última tatuadora Kalinga. Ela exibe desenhos por todo o corpo, em tinta azul e preta. Segundo a tradição da tribo, é a mambabatok quem escolhe o desenho a ser feito, e não quem vai ser tatuado.

Pessoas de todo o mundo se aventuram pelas florestas filipinas para encontrar Whang, que diz que isso lhe dá motivo para viver. Quem chega lá procurando por ela ganha a hospedagem na casa da própria tatuadora, que usa um pequeno martelo de bambu com tinta na ponta da agulha para fazer os desenhos.

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Ela conta que suas primeiras tatuagens foram uma escada e uma cobra píton. “Elas não significam nada, são apenas enfeites”, diz. “Muitas das minhas amigas tinham tatuagens, e eu achava que precisava ter também para ser parte do grupo”, segue Whang.

No começo, as tatuagens eram feitas à base de troca: ela recebia animais ou objetos em troca do trabalho. Mas já faz alguns anos que o dinheiro passou a ser utilizado na tribo, e agora é a renda das tattoos que garante que Whang consiga comprar alimento.

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Um dos últimos grandes objetivos da vida de Whang Od é ensinar a bisneta de sua irmã a tatuar, para que a tradição não acabe quando ela morrer. Mas, se depender dela, isso ainda vai demorar: “Para mim, a vida é viver. Quero viver por mais 100 anos, e nunca parar de tatuar”, completa.

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Todas as fotos: Reprodução fonte: via

Casal que não tinha dinheiro para aluguel na cidade cria negócio de pequenas casas feitas de contêineres

Em 2014, Heather Stewart e Luke Iseman não se conformavam mais em gastar US$ 2.200 (cerca de R$ 6800 ) por mês em aluguel para viver na cidade de San Francisco, Estados Unidos. Revoltados com o mercado imobiliário, eles compraram pela internet um contêiner para transporte de carga por US $ 2.300 e o mandaram para um estacionamento que eles alugaram. Assim estava configurado seu novo lar.

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Sua nova casa continha todos os confortos de uma casa em um espaço de 160 metros quadrados e custou quase nada em utilitários e manutenção.

Hoje, Stewart e Iseman já não vivem mais em seu primeiro contêiner-casa, pois transformaram a ideia em negócio criando a Boxouse. Agora eles convertem contêineres de transporte em espaços para outras pessoas que têm interesse em viver como eles.

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Atualmente eles estão trabalhando em dois novos contêineres que formarão sua próxima casa e vivendo em um armazém enquanto fazem isso.

Para adquirir um contêiner fabricado pelo casal é preciso desembolsar entre 29 mil e 45 mil dólares.

Mais informações aqui.

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* Imagens: Reprodução fonte: via

A internet ajudou esta mãe a recuperar os únicos registros de seu falecido bebê

A norte-americana Rachel Dyke, que vive em Los Angeles, na Califórnia, resolveu fazer bolos diferentes do que estamos acostumados a ver por aí. Em parceria com a Charm City Cakes, Rachel cria miniaturas dos bolos de casamento feitos pela confeitaria.

Os modelos, cheio de estilo e detalhes, são feitos em uma escala extremamente menor que os bolos originais, para que os noivos possam levá-los para casa, como uma forma de eternizar as memórias do especial “dia do sim”.

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Após receber fotos do bolo original, a artista estima o tempo que levará para criar a versão miniatura, assim como o custo dos materiais que precisará comprar. Rachel usa desde argila de polímero e tinta acrílica até pedaços de jóias e outros materiais, geralmente garimpados no mercado das pulgas.

O preço dos bolinhos, que são feitos para comer somente com os olhos, não é nada doce. Cada unidade sai por uma média de 150 dólares, variando conforme os detalhes da versão original.

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Imagens © Rachel Dyke fonte: via

Série de fotos mostra a arte e as comidinhas na edição de 2017 do festival Coachella

O Coachella Valley Music and Arts Festival costuma ser lembrado apenas como um grande evento musical. E não é à toa, já que a edição deste ano reuniu artistas como Radiohead, Lady Gaga e Kendrick Lamar – para ficar só na principal atração de cada dia. Mas o festival é muito mais.

São dois finais de semana em que o deserto de Índio, na Califórnia, é tomado pelos grandes palcos, shows de luzes e um público empolgado. Mas tem também várias instalações artísticas e comidinhas de dar água na boca para manter todo mundo alimentado e pronto para curtir.

Um dos destaques deste ano foi a arte do brasileiro Gustavo Prado, que gosta de fazer esculturas com espelhos. No Coachella, ele exibiu a “Lamp Beside the Golden Door” (“Farol Junto ao Portal Dourado”, em tradução livre), intitulada em referência à Estátua da Liberdade e que conta com mil espelhos, cuidadosamente colocados para que o espectador se veja em cada um deles, junto ao visual do deserto.

Teve também esculturas de plantas psicodélicas gigantes, “casas na árvore” coloridas e mais de cem opções de comida, de sorvetes e milk-shakes super enfeitados a comida japonesa, hambúrgueres e churros. Ê vontade de ir pra Califórnia…

As tais plantas psicodélicas

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E essas instalações emulando casas na árvore?

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Os mil espelhos de Gustavo Prado:

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Teve muita comida boa também!

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fonte: via