A menina com paralisia cerebral que virou ícone de estilo e inspiração no Instagram

Após um ano tentando engravidar, a norte-americana Christina Smallwood, junto com seu marido, resolveu procurar um especialista. Foi quando veio a notícia: ela não poderia gerar um filho por meios naturais. Eles decidiram então optar pela adoção.

Foram alguns meses de espera, até que a mãe biológica alertou: estava com apenas 31 semanas, e entrando em trabalho de parto. Chris e seu marido correram para o hospital, para acompanhar o nascimento de sua filha.

O parto foi complicado, e a pequena Finley precisou ficar internada por um tempo. Como sequela, desenvolveu diplegia espástica, um tipo de paralisia cerebral que causa rigidez nos músculos das extremidades inferiores do corpo, causando dificuldade na locomoção.

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Hoje, com 3 anos, Finley usa um andador adaptado, além de já ter passado pela primeira das 10 cirurgias que irá precisar fazer até os 15 anos. Mas nada disso desanimou a garotinha, nem seus pais.

Mesmo com toda a dificuldade que envolve o dia a dia da família, Chris decidiu criar um perfil no Instagram, o @fifiandmo, onde divide com seus quase 70 mil seguidores a rotina de Finley.

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No início, a ideia do perfil era trocar informações com outras mães, pois Chris se sentia sozinha e sem muitas informações sobre a doença da filha. Mas, com o tempo, passou a postar fotos dela com Fifi usando looks parecidos, e foi aí que o boom aconteceu.

Mesmo tão novinha, a menina já mostra um estilo único, que vem sempre combinado com uma boa dose de alegria de viver. Além disso, o perfil serve também para arrecadar recursos para as próximas cirurgias e tratamentos que irão ajudar no desenvolvimento e qualidade de vida de Finley.

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Todas as fotos © @fifiandmo  fonte: via

O casal abraçado de Pompeia pode na verdade ser dois homens

“As Duas Donzelas” de Pompeia são dois corpos petrificados que ficaram conhecidos como uma imagem icônica da destruição trágica da cidade, bem como um símbolo do amor humano.O par, aparentemente segurando o braço um do outro, representam apenas duas das centenas de pessoas engessadas em cinzas após a erupção do Monte Vesúvio em 79 dC.Como o apelido sugere, os arqueólogos anteriormente assumiram que eram duas mulheres se abraçando. No entanto, novas pesquisas indicam que se trata na verdade de dois homens.

A descoberta

Testes científicos realizados nos dentes e restos dos esqueletos revelaram que um deles era um homem de 18 anos, e o outro provavelmente um homem com 20 anos ou mais.

“Nós sempre imaginamos que era um abraço entre mulheres, mas a tomografia computadorizada e análise de DNA revelaram que são homens”, disse Massimo Osanna, diretor-geral do site arqueológico de Pompeia, ao portal The Telegraph.

 

Os pesquisadores não sabem quem foram esses dois jovens, mas sabem que eles não eram pai e filho ou irmãos. Poderiam ser parentes mais distantes, amigos ou até mesmo amantes.

“Não é possível dizer com certeza que eles eram amantes, mas, considerando sua posição, é possível ter essa hipótese”, explica Osanna.

Noções de sexualidade

Existe sempre o perigo de aplicar rótulos modernos de sexualidade à história, uma vez que as ideias de homossexualidade e amor romântico mudam constantemente.Em particular, a homossexualidade em antigas culturas romanas, como Pompeia, difere enormemente da noção abraçada pelo Ocidente contemporâneo. Muitos estudiosos acham que os romanos tinham relações sexuais com outros homens sem qualquer mudança no seu status social, e sem sequer serem rotulados de homossexuais.

Assim, quanto a esses dois homens se abraçando há 1.900 anos, existem muitas possibilidades para explicar a situação. Há uma boa chance de eles estarem simplesmente aterrorizados. Ou poderia haver uma conexão emocional entre o casal.“Mas estamos falando de hipóteses que nunca podem ser verificadas”, alerta Osanna.

Fonte:[IFLS]

Casal que namora à distância e viaja o mundo separado cria solução criativa para unir seus registros

Viver um relacionamento à distância não é fácil para todos, mas isso não significa que seja impossível. O casal de fotógrafos Becca e Dan estão enfrentando este problema com o amor que sentem um pelo outro e também pela fotografia.

Becca vive em Nova York e Dan está viajando pelo mundo por um ano a trabalho, então eles criaram um projeto delicado que tem o objetivo de mantê-los conectados apesar da distância. No perfil @halfhalftravel, o casal publica metades de imagens que se completam tiradas em diferentes lugares do mundo.

O que é possível ver nas fotos é a sintonia de duas pessoas que se esforçam para estar perto e que morrem de saudade da companhia um do outro.

Confira alguns cliques:

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* Imagens: @halfhalftravel fonte: via

Ikea planeja trocar isopor das embalagens por um composto à base de cogumelo que se dissolve no seu jardim

Nenhuma empresa no mundo vende mais móveis e artigos doméstico que a sueca Ikea. Para enviar os produtos até os compradores com segurança, são utilizadas milhares de peças de isopor, material derivado do petróleo e considerado pouco sustentável. Mas a companhia parece ter achado uma boa alternativa

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Joanna Yarrow, diretora de sustentabilidade da Ikea no Reino Unido, declarou que a empresa está firmando uma parceria com a Ecovative, startup americana especializada em micélio. Este é o nome do corpo vegetativo de cogumelos, como se fosse o caule.

O micélio cresce como uma massa de fibras, se unindo ao solo ou a qualquer substância onde o fungo esteja crescendo. A tecnologia desenvolvida pela Ecovative consiste em misturar o micélio a sobras da produção agrícola, como talos e cascas de milho. Assim, é criada uma substância que promete ser tão resistente quanto o isopor, mas muito melhor do ponto de vista da sustentabilidade.

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Além de ser produzido a partir de uma substância ecologicamente mais viável que o petróleo, o substituto do isopor também é biodegradável: basta joga-lo no jardim que, em questão de semanas, ele é decomposto naturalmente. Se tudo der certo, a tecnologia será adotada pela Ikea até o fim do ano.

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Todas as fotos © Ecovative fonte: via