Em pesquisa, cientistas afirmam que temos 10 anos para salvar o planeta do aquecimento global

Se uma década parece um longo período de tempo, para a ciência, 10 anos passam tão rápido quanto um instante. E, enquanto ainda debatemos lentamente os efeitos da emissão de gases poluentes, do aquecimento global e outros males provocados pela ação do homem (fatos comprovados, que ameaçam nosso planeta enquanto farsantes gananciosos fingem se tratar de tema “polêmico”), foi esse o tempo que um time internacional de pesquisadores deu para podermos salvar a Terra dos efeitos das mudanças climáticas: 10 anos. Ou seja, é pra já – literalmente.

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A afirmação dos cientistas diz respeito ao Acordo de Paris, firmado 2015 e assinado e abril de 2017, entre 195 países, para reduzir o aquecimento global. Se realmente o mundo quiser cumprir as metas apontadas no acordo, segundo a pesquisa, os próximos dez anos serão determinantes para manter o aquecimento abaixo de 1,5 graus – marca considerada segura.

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E duas maneiras são apontadas: diminuindo drasticamente a emissão de gás carbônico pela ação humana, e restaurando florestas, oceanos, e ambientes naturais capazes absorver dióxido de carbono da atmosfera. Ou seja, cuidando do planeta.

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As recomendações são que se reduza o uso de combustível fóssil dos 95% de consumo atuais para 25%, e que a destruição das florestas seja reduzida em 42% até o ano de 2100. O uso de energias renováveis é parte determinante desse plano, que corre em urgência, feito uma bomba-relógio em que os ponteiros andam velozes – atada ao planeta.

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© fotos: divulgação/Getty Images fonte: via

Conheça a mulher que possui uma memória rara e é capaz de lembrar de TODOS OS DIAS de sua vida

Imagine ser capaz de recordar todos os dias de sua vida em detalhes, inclusive livros que leu, diálogos inteiros, minúcias precisas, sonhos que sonhou, fotografias que tirou, tudo. Parece, numa mesma medida, um super poder e um pesadelo, certo?

Pois é exatamente assim que funciona a memória da australiana Rebecca Sharrock, que é capaz de recordar grande parte dos menores detalhes que viveu e percebeu desde que tinha 12 dias de idade.

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Rebecca possui uma condição chamada de Memória Autobiográfica Superior, também conhecida como Hipertimesia ou Síndrome de supermemória. A quantidade de pessoas que possuem a mesma memória que Rebecca em todo o mundo é muito baixa e incerta – entre 20 e 80 pessoas somente.

A memória mais antiga de Rebecca remete a quando ela tinha 12 dias de vida e, ao mesmo tempo, ela é capaz de recitar de cabeça todos os livros da coleção Harry Potter, da qual é fã.

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Ela também se lembra de que, com 18 meses foi quando começou a sonhar ao dormir. Ao sonhar ela pensava estar de fato fora de casa, e por isso despertava aos prantos, com medo, querendo sua mãe. Rebecca simplesmente não esquece nenhum dia de sua vida, e é capaz de acessar com intensa riqueza de detalhes as emoções vividas no passado.

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Rebecca está escrevendo um livro de memórias, intitulado My life is a puzzle (algo como Minha vida é um quebra-cabeça, em tradução livre). Espera-se que ela tenha um bom editor, ou o livro acabará por ser realmente grande.

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O caso de Rebecca é um material impressionantemente rico para se estudar o comportamento humano e o funcionamento do cérebro e de nossa memória – elementos tão importantes e, ao mesmo tempo, misteriosos da vida humana.

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© fotos: divulgação/acervo pessoal fonte: via

Durma entre livros nestas bibliotecas que também recebem hóspedes

Apaixonados por livros adorarão saber que podem se hospedar em um lugar que até então só pensavam existir em seus sonhos. O hotel Literary Man fica a 90 minutos de Lisboa, em Potugal, e ostenta em suas paredes mais de 45 mil títulos.

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Localizado em Obidos, uma vila medieval de mais de 700 anos, o hotel Literary Man foi inaugurado no ano passado dentro de um antigo convento. Além de praticamente todas as suas paredes serem repletas de prateleiras forradas por livros, os pratos e coquetéis servidos no restaurante do local foram todos batizados em homenagem a lendas literárias.

Durante a hospedagem, é possível até mesmo reservar uma massagem à luz de velas cercado por livros, obviamente.

Este não é o único lugar onde é possível se hospedar e se sentir dentro de uma biblioteca. Na pacata cidade de Wigtown, na Escócia, uma pequena livraria chamada The Open Book possui um apartamento de um quarto no andar de cima. Quem alugá-lo pode ficar no espaço por até duas semanas pagando uma taxa de apenas US $ 42 por noite com o comprometimento de gerenciar a livraria no andar de baixo.

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O trabalho durante a estadia é feito com o auxílio de uma equipe de voluntários. A iniciativa faz parte de um projeto um sem fins lucrativos criada pela Wigtown Festival Company. O programa de residência “visa celebrar livrarias, incentivar a educação na execução de livrarias independentes e acolher pessoas de todo o mundo à Scotland’s National Book Town.

No Japão, o hostel Book and Bed também apostou na paixão das pessoas pelos livros para projetar suas acomodações. O estabelecimento possui 52 camas com banheiros compartilhados e atualmente possui cerca de 2 mil títulos em inglês e japonês espalhados por seu espaço.

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* Imagens: Reprodução;fonte: via

Homem passa um ano criando um bar com as próprias mãos e o resultado é bom demais pra ser verdade

É preciso muita dedicação para construir um bar inteiro com as próprias mãos. No caso do decorador Alexey Steshak, o projeto do Black Bar, localizado na Rússia, demorou um ano para ficar pronto – mas o resultado é simplesmente incrível.

Alexey contou em uma publicação no Bored Panda que teria feito tudo com suas próprias mãos: mosaicos, design de interiores, móveis… TUDO! Além de construir o espaço com seu estilo, ele criou também uma história que explica cada detalhe da decoração unindo lendas da região “como em um mosaico da memória de muitas pessoas”.

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A história fictícia começaria quando o Professor Melt, após 25 anos de atividades acadêmicas, teria inventado um método de fusão de madeira, em 1876. A descoberta teria levado o professor a ganhar um Prêmio Nobel.

Posteriormente, ele conheceu o empresário Gilbert Black, que se impressionou com a ideia e estabeleceu junto a Melt uma planta de fundição de madeira em uma floresta. Após um grande sucesso, empresa teria sido destruída por uma catástrofe inesperada da noite para o dia – mas, por sorte, seus resquícios foram sendo redescobertos e transformados neste bar fabuloso.

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Todas as fotos © Alexey Steshak fonte: via