Mãe e seus seis filhos ficam anos sem cortar o cabelo doam mais de 5 metros para crianças doentes

Seis irmãos da cidade de North Nonawanda (EUA), foram alvo de bullying por bastante tempo na escola por usarem longos cabelos. Embora sua mãe, Phoebe Kannisto, não gostasse de ver seus filhos sendo alvo de piadas, ela sabia que eles tinham um ótimo motivo para manterem suas madeixas.

A decisão de Andre, 10 anos, dos gêmeos Silas e Emerson, 8 anos, e dos trigêmeos Herbie, Reed e Dexter, 5 anos, de manter os fios compridos por quase dois anos, aconteceu depois que uma amiga da mãe deles perdeu o filho para o câncer.

Há três anos, o filho de uma amiga morreu de câncer. Ele era gêmeo e tinha idade parecida com a dos meus trigêmeos (…) No primeiro aniversário de sua morte, meus três meninos mais velhos doaram seus cabelos a sua memória (…) Meus garotos querem ajudar e doar seus cabelos é um jeito de eles fazerem isso”, contou Phoebe ao HuffingtonPost.

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Então, na última segunda-feira (24), eles finalmente passaram a tesoura em tudo e doaram mais de cinco metros de cabelo para a ONG Children with Hair Loss – organização que confecciona perucas para crianças em tratamento contra o câncer.

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Todas as imagens: Reprodução fonte

Vespas usam máscara de madeira para construir ninho com formato incomum

O que você faria se entrasse no barracão de ferramentas e desse de cara com este ninho de vespas? Este formato assustador foi uma pegadinha involuntária da natureza.

Isso aconteceu com um usuário do Reddit identificado como CountBubs, que compartilhou a imagem no site. As vespas construíram um enorme ninho bem ao lado de uma máscara de madeira, incorporando o formato de rosto humano à construção. “O ninho foi encontrado em um barracão antigo que não usamos mais, que fica no quintal, e isso ainda está lá até hoje”, relata ele.


Para sorte dele, o ninho estava abandonado, já que a maioria das espécies costuma viver no local por apenas uma temporada. Durante o inverno, a maioria da população masculina morre e as fêmeas se escondem até a primavera, quando encontram outro local para começar um novo ninho.

As vespas são conhecidas por construir enormes ninhos ao mastigar madeira para criar um tipo de cimento com sua saliva. Um ninho normal costuma ter pelo menos o tamanho de uma bola de basquete, mas ninhos do tamanho de uma geladeira já foram encontrados.

Fonte:[Science Alert]

Série de fotos retrata tribo na Amazônia acreana para lembrar quem vive e luta pelas florestas

Quando uma motosserra corta uma árvore no coração da Amazônia, não é só a floresta e o meio ambiente que são atacados, mas também as tradições, crenças, culturas e religiões ancestrais caem ao chão junto com o tronco.

A morte da floresta é também a morte das próprias entidades espirituais que guiam a vida e a luta de povos como a tribo Huni Kuin, que vive à beira do rio Envira, no Acre, e que luta contra o desmatamento em nome de sua própria espiritualidade ancestral – e foi essa tribo, sua luta, seu conhecimento e religiosidade que o fotógrafo Danilo Arenas registrou no ensaio Huni Kuin – Os Últimos Guardiões.

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A fotografia é o meio que encontrei para acessar o plano espiritual”, diz Danilo, que realizou o trabalho em parceria com o Coletivo Tribo e o Centro Cultural Yurabaka Naibai Yuxibu Baibu.

Enquanto eu via as crianças livres brincando no rio, lembrava que ali mesmo já havia morrido outras por metais pesados que vinham de garimpos ilegais no Peru. Enquanto via aquela floresta gigantesca e linda, ouvia aquele som das serras elétricas cortando as Samaúmas, a árvore mais importante da floresta”, ele diz.

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A importância de cada ser que vive na floresta é reconhecida pelos Huni Kuin, segundo Danilo, como a casa dos seres espirituais que guiam a vida da tribo – e é essa casa que é atacada diariamente por fazendeiros e garimpeiros.

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O ensaio, registrando a luta e vida desse povo e sua floresta, transformou-se em um documentário, premiado recentemente no festival Impact Doc Awards, nos EUA.

Se o respeito às diversas religiões que compõem o sincretismo brasileiro é pauta tão importante no país, é fundamental olhar também para a destruição imaterial de culturas e tradições, que junto com as árvores, são derrubadas em nome somente da ganância e do dinheiro de alguns.

O filme foi dirigido por Danilo, e realizado pela produtora paulistana La Casa de La Madre.

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Todas as fotos © Danilo Arenas fonte

Ele passou seis anos registrando o crescimento de uma cidade cheia de nômades digitais

Romain Jaquet é fotógrafo, nasceu na França e como muitos nômades digitais, encantou-se por um país asiático e ali se estabeleceu desde 2011. Ele vive em Hong Kong e explora a cidade com sua câmera desde então, alcançando a cada dia mais esquinas remotas e antes desconhecidas.

A facilidade de conseguir um visto e o baixo custo de vida fazem com que muitos nômades digitais se estabeleçam por um tempo no continente asiático. Ao contrário do que muitos pensam, essas pessoas costumam viver em uma determinada região por meses ou até anos, estabelecendo um vínculo com a comunidade e até aprendendo um novo idioma. 

E Jaquet registrou, por meio da fotografia e de um ângulo original, os aspectos que considerou mais marcantes em Hong Kong: sua densidade elevada e sua expansão vertical.

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Ele focou sua visão nas nuvens, retratando o desenvolvimento vertical da cidade, tão diferente do de  sua terra natal, Paris. E mostrou com essa série de fotos que em Hong Kong, a verticalidade foi levada ao extremo e o futuro da cidade é ir cada vez mais para o alto. Veja só:

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Todas as fotos © Romain Jaquet fonte