Garota de 18 anos supera anorexia e encontra força e nova vida na dança

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A jovem inglesa Margherita Barbieri, de 18 anos, sempre sonhou em ser bailarina. Mas viu seu mundo desmoronar após seus professores falarem que ela tinha um corpo curvilíneo demais para o balé.

Margherita, abalada com tudo que estava acontecendo, desenvolveu anorexia e passou a seguir uma dieta completamente restrita, ingerindo apenas 140 calorias por dia. A jovem conta que já chegou até a ficar dois dias inteiros sem por absolutamente nenhum alimento na boca.

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Em 12 meses, seu peso diminuiu pela metade, e Margherita passou a pesar apenas 25 kg. “Eu estava determinada a me tornar uma dançarina melhor, então eu comecei a exagerar nos exercícios sem comer absolutamente nada”, contou a bailarina.

A jovem sofreu por anos com o transtorno alimentar, que chegou a lhe render até mesmo uma insuficiência renal, até que resolveu dar um basta. Conforme seus hábitos alimentares iam melhorando, sua saúde e sua aparência melhoravam também. Aos poucos foi introduzindo novos alimentos em sua dieta, até que conseguiu retornar aos 50 kg.

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Hoje, Margherita deixou o balé para trás, e sonha em se tornar dançarina de musicais, além de ter se tornado uma referência para as garotas de sua idade que também sofreram ou ainda sofrem com a anorexia. “Devemos aprender a amar nosso corpo e a nós mesmos, e a ter um bom relacionamento com a comida. A anorexia é uma doença poderosa que ameaça a sua vida. Eu tive muita sorte de ter escolhido me recuperar a tempo”, finalizou.

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Todas as imagens © Reprodução Instagram/Caters New Agency;fonte: via

Fotos do metrô de Nova Iorque há 40 anos revelam a cidade perigosa e sombria que ela um dia foi

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Quem hoje pensa em Nova Iorque como um lugar de forma geral seguro e suficientemente organizado pode não acreditar que em um passado relativamente recente a cidade era exatamente o oposto. Violenta, perigosa e caótica, a Nova Iorque do final da década de 1970 e início da década 1980 era uma cidade em permanente estado de alerta e abandono. Os crimes aconteciam principalmente no que hoje é um de seus símbolos de civilidade: o metrô.

Para quem duvida, o fotógrafo suíço Willy Spiller registrou a atmosfera sombria e ameaçadora dos trens que cruzavam o subsolo de Nova Iorque há cerca de 40 anos.

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Morador entre 1977 e 1984, Spiller registra um momento complicado e ao mesmo tempo efervescente da cidade, e se seus registros mostram o clima de perigo que rondava os trens e estações, ele também pôde testemunhar o nascimento do punk, do rap e da cultura do grafite.

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O índice de crimes violentos no metrô era tão alto quem, em 1980, mais de 2 mil policiais rondavam o sistema de transporte metroviário dia e noite. As fotos que Spiller tirou do metrô da época foram reunidas em um livro cujo título parece sintetizar a impressão que provocam: Hell on Wheels, ou ‘Inferno Sobre Rodas’.

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Há quem defende que, apesar da evidente melhora na situação social de Nova Iorque de então para hoje, a cidade antes possuía uma aura, uma excitação, uma personalidade que para sempre se perdeu. As imagens mostram uma total precariedade e certo clima de perigo, que parece ser proporcional à naturalidade com que os nova-iorquinos da época conviviam com a cidade como tal.

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Mais do que revelar um passado sombrio, as fotos de Spiller parecem trazer a tona, junto com a sombra, uma identidade profunda de uma das cidades mais interessantes do mundo – e que, até ontem, era também uma das mais perigosas.

Hell on Wheels, Subway New York, 1977-1984

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Todas as fotos © Willy Spiller;fonte: via

Exposição artística em Veneza revela tesouros encontrados no fundo do mar

Nos 5 mil metros quadrados que unem o Palazzo Grassi de Veneza e Punta Della Dogana, Damien Hirst finalmente revela o monumental projeto com que vêm trabalhando nos últimos 10 anos. Trata-se da exposição Treasures From The Wreck of the Unbelievable, em português, Tesouros do Naufrágio do Inacreditável. 

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A obra mais completa do artista gira em torno do naufrágio fictício de um navio chamado de Inacreditável e revela a descoberta subaquática de sua carga preciosa. De acordo com a sua história, a coleção de objetos que incluí estatuetas, jóias, figuras mitológicas e restos de esculturas de pedra pertencia ao escravo liberto chamado Aulus Calidius Amotan – uma figura legendária conhecida por sua vasta fortuna. Após um naufrágio durante uma viagem para Asit Mayor, um templo dedicado ao sol, toda essa carga preciosa perdeu-se no mar.

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Na exposição é possível assistir ao encontro desse objetos, durante uma escavação subaquática e também conhecê-los de perto. Veja só:

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Todas as fotos: Reprodução;fonte: via

Não precisa procurar mais: este é o melhor ensaio do Dia das Mães que você vai ver

A vida de Sarah-Jane sempre foi repleta de aventuras. Ela costumava praticar escalada, pedalava pela Austrália, onde vive, e sua profissão era ensinar cordame. Ironicamente, foi uma cirurgia de rotina que acabou com estas aventuras e a deixou em uma cadeira de rodas.

Graças ao fotógrafo Benjamin Von Wong em parceria com a fundadora do Heart Project, Karen Alsop, Sarah-Jane pode viver uma nova aventura ao lado de seu filho Hamish. O menino tinha apenas quatro anos quando a mãe se tornou paralítica. Hoje, com 8, ele finalmente pode viver um momento repleto de adrenalina junto a ela.

Para uma sessão de fotos, Sarah-Jane foi pendurada de uma corda junto ao seu filho em um penhasco nas Blue Mountains, na Austrália. Infelizmente, o tempo não estava colaborando no dia escolhido para o ensaio. Graças a isso, foram clicadas apenas duas fotografias de mãe e filho nesta aventura.

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Fotos © Benjamin Von Wong

A produção continuou no estúdio, com a ajuda de muito Photoshop. O resultado foram cenas incríveis criadas por Karen, que é especialista na ferramenta. Em seu blog, a profissional mostra como foi feita a composição de cada imagem.

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Fotos © Karen Alsop

Sarah-Jane aproveitou o sucesso das fotografias para uma boa causa. Com a ajuda dos fotógrafos, ela iniciou uma campanha na plataforma GoFundMe para melhorar a acessibilidade da região de Blue Mountain, onde vive. Todo o dinheiro arrecadado deverá ser usado para transformar a comunidade em um lugar mais acessível para usuários de cadeiras de rodas. Para ajudar, clique aqui.

No vídeo abaixo, é possível acompanhar mais dessa experiência e conhecer a história dessa mãe inspiradora que nunca deixou de se aventurar:

fonte: via