Artista usa o período em que o sol nunca nasce na Finlândia para fazer inacreditáveis pinturas de luz

Light Painting é uma técnica de fotografia que consiste em programar a câmera para uma exposição longa e, num ambiente escuro, ‘pintar’ o cenário com luzes. Não é à toa que o finlandês Hannu Huhtamo ficou craque no estilo: todos os anos, a partir de dezembro, o norte de seu país passa por um período de cerca de cinquenta dias em que o sol nunca nasce.

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A época é propícia para Hannu trabalhar em seus projetos com calma. “Com o Light Painting você pode criar novos mundos na escuridão”, diz o artista. Em suas obras, o tempo de exposição – ou seja, o período em que o sensor da câmera absorve luz – pode levar de alguns segundos a várias horas.

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Lanternas de diferentes cores e formatos são usadas pelo artista, que costuma desenhar esboços do que pretende criar antes de sair para os cenários escolhidos. Prédios abandonados e as belas florestas finlandesas são seus locais preferidos para criar.

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Hannu conta que, para ele, o Light Painting “não é apenas criar imagens, é uma forma de meditação”. O artista afirma que se recusa a usar o Photoshop para fazer qualquer retoque nas fotografias, pois acha que, na técnica em que é especialista, tudo deveria sair direto da câmera. Fica mais fácil dizer isso quando se tem tanto talento…

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Todas as fotos © Hannu Huhtamo ;fonte: via

Fotógrafo capta a subcultura dos nômades do século 21, que chamam à estrada a sua casa

Enquanto vivemos nossas vidas sob uma série de restrições, exigências, pressões e compromissos diante da necessidade de se ganhar dinheiro e pagar nossas contas, arrumar nossa casa e cuidar do espaço sob um telhado que decidimos que é nosso lar, há um grupo de pessoas por todo o mundo que ignora grande parte dessas determinações, e simplesmente vê o mundo e o movimento como seu lar. São os nômades, pessoas que vivem de carona para cima e para baixo, guiados pelo desejo e pelas necessidades imediatas, sempre com o pé na estrada, sob suas próprias regras.

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Por seis anos o fotógrafo americano Michael Joseph registrou os nômades dos EUA em retratos íntimos, transformados numa série batizada de Lost and Found, ou Achados e perdidos. Os nômades de Joseph são contemporâneos, mas a tradição existe desde sempre em todas as épocas – e os de hoje se inspiram nos beats dos anos 1950, nos hippies dos anos 1960, e assim sucessivamente.

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Joseph procura não romantizar a vida nômade, e ressalta que não se trata de uma experiência fácil, sempre sujeita à violência, a se machucar, ao uso de drogas, à fome e outras necessidades, além de eventuais acidentes. A recompensa, porém, é poder testemunhar a natureza em sua forma mais intensa e bela, além de não se submeter às durezas e dores de cabeça da vida tradicional.

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O próprio fotógrafo reconhece a força que uma vida nesse estilo possui. “Quando viajo sozinho para fotografar, é quando me sinto livre”, ele diz. “É como eu escapo. Não sei o que vou encontrar, com quais viajantes vou me reunir, ou como tudo se transformou”.

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Não saber parece ser uma das maiores virtudes dos nômades, em absoluto contrassenso com a necessidade de controle que temos de nossas vidas – uma das coisas que talvez a vida em permanente movimento tenha a nos ensinar.

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Todas as fotos © Michael Joseph;fonte: via

Fotógrafo fica sem câmera em um ensaio e decide usar seu iPhone; veja o resultado

Tudo parecia ideal para o ensaio que o fotógrafo australiano Aaron Browning iria realizar: um dia de sol iluminando lindamente a modelo ideal para o trabalho, no cenário preciso que Aaron selecionou para suas fotos. Na hora em que enfim ele foi começar a fotografar, um pequeno detalhe quase pôs tudo a perder: sua câmera não funcionava.

Por um segundo o fotógrafo se desesperou, mas para não perder um dia perfeito de trabalho, Aaron decidiu improvisar, e tentar realizar as fotos com seu iPhone 6. Para seu espanto, o resultado ficou impecável.

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Através do aplicativo Camera+, Aaron pode tirar suas fotos em formato RAW – que não comprime nem perde nenhum dado da imagem, permitindo maior profundidade de cor, definição e, portanto, maior qualidade. Depois, as fotos foram trabalhadas digitalmente no Lightroom, conseguindo assim aproveitar toda a luz e a qualidade do trabalho da modelo Jasmine Scorse-Chen e de seu próprio trabalho em fotos excepcionais.

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O fotógrafo garante que, ainda que esse primeiro trabalho tenha sido acidental, ele pretende sim utilizar novamente o iPhone para novos ensaios – utilizando lentes especiais, e podendo assim editar diretamente no aparelho e publicar imagens quase que instantaneamente. Para quem pensa que basta um equipamento incrível para realizar grandes fotos, o trabalho de Aaron prova que, o fundamental é mesmo um bom olho, uma boa modelo, e talento.

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Veja dois exemplos de fotos tiradas por Aaron em seu iPhone, antes e depois de serem trabalhadas na pós produção:

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Todas as fotos © Aaron Browning;fonte: via

A vila japonesa feita de pandas que são na verdade quartos fofos e inusitados

Para tudo! Existe uma vila de “pandas” na Província de Wakayama, no Japão. Claro que não são pandas de verdade, mas sim casinhas muito fofineas com aparência de pandas, que acomodam de 5 a 6 pessoas.

Apelidada de Panda Village, o local fica na região de Nanki-Shirahama, um destino bastante popular no país, conhecido pelas praias e fontes termais, e conta com 25 casas que proporcionam uma experiência diferente aos visitantes.

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Apesar do design inusitado por fora, o interior da construção é “normal”, mas nem por isso menos confortável. Cada casinha é equipada com banheira, chuveiro, televisão, wi-fi e outras amenidades.

O local ainda disponibiliza um buffet com ampla variedade de pratos da cozinha oriental, além de passeios em um yakatabune, tradicionais barcos japoneses usados para entreter visitantes. Pode querer ir pra lá já?!

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Todas as imagens © Panda Village;fonte: via