Estamos apaixonados por essa ‘vila arco-íris’ na Indonésia

Se sua fase favorita em Mario Kart é a estrada do arco-íris, então você vai adorar conhecer este lugar. Esta é Kampung Pelangi que significa “Aldeia do Arco-íris”. Lugar onde cada um dos edifícios é enfeitado em uma variedade de cores ousadas.

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A pequena aldeia localizada na Indonésia recentemente teve uma reforma do governo financiada para cativar o interesse dos turistas. Aparentemente, está funcionando perfeitamente.

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Com apenas 22 mil dólares, a cidade anteriormente conhecida como Kampung Wonosari, foi transformada em Aldeia do Arco-íris e rapidamente um destino turístico super ‘intagramável’.

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* Imagens: Reprodução;fonte: via

Ex-soldado da 2ª Guerra Mundial mostra os desenhos que fez há 70 anos no campo de batalha

Poucos momentos da história moderna foram tão importantes e, ao mesmo tempo, tão duros para quem os viveu de fato como foi a Segunda Guerra Mundial. Como todo período transformador e brutal, apesar de tantos livros, filmes e relatos disponíveis a respeito da segunda guerra, só quem esteve em campo, viu e sentiu de perto sabe, na própria pele, os horrores e o tamanho do que foi esse evento.

Um soldado americano chamado Victor A. Lundy, então com 21 anos, registrou seu dia a dia e suas experiências no campo de batalha em seus cadernos de desenhos.

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“Um dos 4 patrulheiros alemães que não voltaram. 01 de novembro de 1944”

Por mais de 70 anos esses cadernos permaneceram guardados com Victor que, agora aos 92 anos, finalmente decidiu doar seus sketchbooks para a livraria do congresso americano. Paradoxalmente, parece haver algo de mais sensível e até mesmo real nos desenhos do que em um filme ou foto – por ser possível imaginar e visualizar o gesto do jovem soldado, no cenário de guerra, retratando um momento.

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“Quebrando a linha Ziegfried. Ataque aéreo sobre a Alemanha, visto em uma caminhada matinal. 13 de setembro de 1944”

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“Parte do muro Atlântico. 6 homens de L Co. feridos aqui, 6 homens mortos. Quinéville. 21 de setembro de 1944”

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“Vista da minha cama. 28 de agosto de 1944”

Os cadernos reúnem 158 incríveis ilustrações, a maioria com data e comentários de Victor, revelando não só um grande ilustrador, como aquela agridoce sensação de sentir, um pouco que seja, a história diante de seus olhos – e a dor inclemente de fazer parte de um capítulo tão duro e tão importante da humanidade.

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“Arma alemã posicionada camuflada. Praia de Quinéville. Setembro de 1944”

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“Patrulha alemã toma Hirshberg. Hoje, 01 de novembro de 1944. ‘Pat’ (T/Sgto. Patenaude) ajustando os morteiros de 60mm em frente ao terceiro pelotão”

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“Lar”

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“Lar, doce lar. 01 junho de 1944”

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“Shep. 10 de maio de 1944”

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“Sgt. Jaffe. Planejando um ataque do pelotão. 19 de junho de 1944”

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“Posto #9. 02 de setembro de 1944. Deck Promenade”

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“07 de setembro de 1944. Prontos para ir”

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“Casa onde Kane e eu conseguimos o frango assado e o conhaque. 16 de setembro de 1944”

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“Bill Sheppard. 06 de junho de 1944”

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“Antes do dia do pagamento. Apostando por cigarros. 01 de junho de 1944”

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“27 de agosto de 1944. ‘Filho da puta!’” 

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“06 de junho de 1944. ‘Shep’. Dia D”

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“14 de maio de 1944. Domingo”

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“08 de junho de 1944. Ted Lynn”

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“25 de agosto de 1944. Tropa no trem”

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O soldado Victor A. Lundy

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Seu caderno de desenhos

© imagens: Victor A. Lundy;fonte: via

Artista mostra em imagens como poderão ser nossas refeições em um futuro quase apocalíptico

Como serão nossas refeições no futuro? Impossível começar a imaginar uma resposta sem incluir os mais diversos fatores nessa suposição. Alguns, porém, se impõem como elementos determinantes não só para nossa alimentação, como para nossa vida por vir.

Foi pensando em um cenário futuro de intenso aquecimento global, em que os efeitos da devastação da natureza realizada pelo homem já serão sentidos profundamente, que a artista Allie Wist e a fotógrafa Heami Lee criaram o projeto “Flooded”.

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A tradução do nome revela apropriadamente o cenário em que essas refeições do futuro acontecerão, segundo o projeto: o nome quer dizer “alagado”, e aponta as mudanças no ecossistema e, consequentemente, na maneira com que a sociedade funcionará, e como nos alimentaremos.

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O contexto imaginado para o ensaio – que reúne pesquisa científica, culinária e um tanto de intuição e previsão – é de uma casa na costa da Nova Inglaterra, nos EUA, alguns anos (não muitos, garante a dupla) à frente de hoje. A Terra estará diferente, mais quente, o nível do mar terá se elevado, e isso será determinante para a formulação de nossos cardápios nesse futuro ao mesmo tempo apocalíptico e lamentavelmente possível.

De entrada, ostras;

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Depois, uma sopa: moluscos em caldo com folhas de mostarda, acompanhada de uma salada de algas com crambe marítima. Como moluscos são uma forma fácil e sustentável de proteína, provavelmente ocupariam uma função importante em nossa dieta;

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O prato principal consiste em humos de raiz de dente-de-leão e bardana com chips de alcachofra-girassol…

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…cogumelos maitake selvagens…

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…e salada de água-viva temperada com mostarda, pimenta e pepino.

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Para beber, vinho – mas não os vinhos feitos em vinhedos como conhecemos hoje que, com o aumento da temperatura, teriam se mudado para o norte, ou encontrado novas variações de uva – e água dessalinizada (com um pote coberto de plástico e uma pedra colocados no sol é possível dessalinizar a água do mar).

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A sobremesa seria um pudim de ágar-ágar, uma gelatina feita a partir de algas.

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 Como pode se ver, no futuro apocalíptico de Flooded, peixes grandes e carne vermelha se tornarão raríssimos artigos de luxo – assim como boa parte daquilo que hoje compõe nosso cardápio e nossos prazeres alimentícios. Do jeito que as coisas andam, infelizmente esse cenário apocalíptico, que pode mais parecer de um filme futurista de ficção científica, cada vez mais se torna uma triste possibilidade real.

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© fotos: reprodução;fonte: via

NASA compila lista com as melhores plantas pra limpar o ar de sua casa

Nosso ar está cada vez mais poluído. Mas, se depender da NASA, você já pode usar as plantas certas para ajudar a melhorar a qualidade do ar de sua casa ou escritório. A agência especial americana realizou um estudo, publicado em 1989, sobre quais plantas seriam mais eficientes na tarefa de purificar o ar em ambientes fechados.

Embora antigos, os resultados podem servir para melhorar a qualidade do ar nos ambientes em que passamos a maior parte do tempo. A empresa sugere ter uma folhagem a cada 9 metros quadrados do ambiente e indica estas 17 plantas como sendo as mais efetivas. As informações são do UpWorthy.

1. Tamareira-anã (Phoenix roebelenii)

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2. Samambaia-americana (Nephrolepis exaltata)

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3. Samambaia Kimberly (Nephrolepis obliterata)

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4. Clorofito (Chlorophytum comosum)

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5. Café-de-salão (Aglaonema modestum)

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6. Palmeira de Jardim (Dypsis lutescens)

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7. Figueira-Benjamim (Ficus benjamina)

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8. Jiboia (Epipremnum aureum)

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9. Antúrio (Anthurium andreanum)

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10. Palmeira-dama (Rhapis excelsa)

Species from China Common name: Lady Palm Photographed at the Conservatory of Flowers

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11. Gérbera (Gerbera jamesonii)

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12. Dracena (Dracaena fragrans)

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13. Hera (Hedera helix)

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14. Espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata)

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15. Dragoeiro de Madagascar (Dracaena marginata)

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16. Lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii)

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17. Crisântemo (Chrysanthemum morifolium)

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Foto via ;fonte: via