O que aconteceu com o criador do MySpace, que em 2005 vendeu a plataforma por $580 milhões

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Todo mundo que teve uma página no MySpace se lembra de Tom, o fundador da rede social, que automaticamente se tornava seu amigo quando você criava sua página, e que estava sempre lá, te olhando de lado com um sorriso no rosto.

Se você já se perguntou por onde anda MySpace Tom (cujo nome real é Tom Anderson), a resposta é tão simples e esperada quanto divertida: depois de vender sua criação por 580 milhões de dólares em 2005, Tom fez o que gostamos de dizer que faríamos caso tivéssemos tanto dinheiro: saiu para viajar pelo mundo e tirar fotografias.

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Seis anos depois de vender o MySpace, Tom descobriu sua paixão pela fotografia, e resolveu unir sua aposentadoria nômade com o desejo de fotografar o mundo, e passou a registrar os mais remotos e espetaculares lugares que visita.

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Sua conta no Instagram expõe algumas de suas incríveis fotografias, assim como o lado maravilhoso de uma vida em que dinheiro não é problema – onde justamente é possível realizar aquilo que gostamos de imaginar.

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Abaixo, uma seleção de lugares e fotografias de Tom:

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Filipinas

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EUA

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China

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Burma

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Bolívia

Todas as fotos © MySpace Tom;fonte: via

Gêmeas do ES comemoram 100 anos juntinhas com ensaio que supera todos os níveis de fofura

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As gêmeas Maria Pignaton Pontin e Paulina Pignaton Pandolfi comemoraram antecipadamente seus 100 anos de vida com um ensaio que ganharam de presente da fotógrafa Camila Lima. As ‘modelos’, que vivem na cidade de Ibiraçu, no Norte no Espírito Santo, fizeram aniversário no dia 24 de maio.

Para fazer as fotos, as irmãs se deslocaram até Vitória e não titubearam em seguir as sugestões de Camila, que é especializada em fotografar idosos, para ficarem bem nas imagens. Elas passaram por uma sessão de maquiagem e cabelo e parecem terem voltado à infância em frente às lentes da profissional.

As irmãs usaram saias de tule, coroas de flores, seguraram balões e o resultado foram fotos coloridas, divertidas e extremamente fofo.

Confira!

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Todas as fotos © Camila Lima;fonte: via

A professora de pole dance que está redefinindo o conceito de estar em forma

Para a instrutora de pole dance americana Roz Mays, na hora de dançar não importa sua idade, tamanho, habilidades – só importa que você não desista, e que goste da Beyoncé. Certificada como personal trainer e instrutora de pole dance, Roz se vê como centro de polêmicas e elogios por um detalhe que para muitos é curioso diante de sua evidente graça e talento para a dança: ela pesa pouco mais de cem quilos.

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Nos dez anos em que se desenvolveu como dançarina e professora, Roz mudou sua maneira de ver a ginástica e seu trabalho. Se antes ela pensava que tudo se tratava da forma física, hoje ela acredita que se exercitar diz respeito a curtir a própria vida, seja você como for – tornar-se uma versão melhor de si mesmo ao se tornar mais saudável, e nem sempre isso quer dizer mais magro.

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Roz em 2015 participou do programa America’s got talent, e foi desclassificada por ser considerada “acima do peso” para dançar ou ser um modelo de atleta. Para ela, ser mulher, negra e fora dos padrões corporais – e, com isso, ter coragem de querer ser e gostar de ser ela mesma – faz com que tantas pessoas reajam ao seu jeito e suas aulas.

A saúde de Roz está em perfeito estado, ela garante, e se afirma como uma atleta igual a qualquer outra – com um corpo fora do que julgamos ser o padrão, mas que para ela está perfeito e adequado; uma atleta plus size.

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Seu corpo não a impede de fazer tudo que quer com graça e agilidade – muito mais do que a maioria das pessoas que estão supostamente dentro dos padrões. Ela própria, porém, garante que, contra as críticas, sobressaem-se os milhares de comentários de incentivo e inspiração, que realmente importam pra ela.

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© fotos: reprodução/fonte: via

Foi descoberto o primeiro jardim funerário do Antigo Egito, com cerca de 4 mil anos

Não é novidade alguma que os antigos egípcios tinham uma relação diferente e interessante com a morte – que o digam as tumbas, pirâmides e múmias. Agora, pesquisadores descobriram mais uma obra relacionada ao tema: o jardim funerário.

Não é incomum encontrar desenhos de jardins do tipo em túmulos do Antigo Egito, mas nenhum arqueólogo jamais havia encontrado vestígios de um deles. Isso mudou quando o Conselho Superior de Investigação Científica, órgão espanhol, descobriu um de cerca de quatro mil anos em Luxor, a antiga e famosa Tebas.

Fotografia mostra os vestígios do jardim

O jardim, de três metros de comprimento por dois de largura, é dividido em canteiros de 30 centímetros quadrados. Dois deles são mais altos, onde acredita-se que árvores ou arbustos eram plantados. Os arqueólogos descobriram raízes e um tronco com 30 centímetros de uma árvore pequena e, ao lado, uma tigela que tinha restos de tâmaras e de outros frutos que podem ter sido oferendas para os deuses.

José Manuel Gálan, líder da expedição que fez a descoberta, explica que “as plantas em crescimento tinham um significado simbólico e deveriam ter um papel nos rituais funerários”. Além disso, havia fortes crenças nos poderes das plantas: “Sabemos que a palmeira, o sicómoro [uma espécie de figueira] e as árvores da Pérsia estavam associadas ao poder da ressurreição dos mortos. Similarmente, plantas como a alface tinham conotações com a fertilidade e o retorno da vida”.

Reconstituição: arqueólogos acreditam que o jardim se parecia com isto

Perto do jardim, a equipe encontrou ainda uma capela construída com areia, e três lápides dentro. Há 16 anos trabalhando na região, os pesquisadores já encontraram também passagens do Livro dos Mortos, coletânea de feitiços, fórmulas mágicas, orações, hinos e litanias para ajudar o morto em sua viagem para o outro mundo, além de objetos como um quadro escolar usado para aprender a escrever e a desenhar e alguns caixões de madeira.

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Capela

Todas as fotos © Conselho Superior de Investigação Científica;fonte: via