O oásis latino-americano que pouca gente conhece

O oásis de Huacachina é situado bem no meio do deserto no sudeste do Peru, a cerca de 8 km da cidade de Ica, capital da região. O local possui uma população de aproximadamente cem pessoas e foi construído em torno de uma pequena lagoa.

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Uma lenda local diz que a lagoa foi criada quando um jovem caçador curioso perturbou uma linda princesa enquanto ela estava tomando banho. Ela fugiu, deixando para trás a piscina de água natural, a qual se tornou a lagoa de Huacachina.

O destino começou a ser divulgado em campanhas de turismo do país na década de 90. Antes disso, servia como refúgio para a elite peruana. Hoje recebe centenas de visitantes e, os dias em que era frequentado por ricos faz parte do passado. Agora, o destino faz sucesso entre os mochileiros que visitam o país.

Vale conhecer!

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* Imagens: Reprodução;fonte: via

Se você sempre sonhou ter um castelo, essa é a oportunidade perfeita

Se o seu sonho sempre foi morar em um castelo europeu, agora é a hora! Como parte de uma iniciativa chamada Plano Estratégico Turístico, a Itália está doando 103 edifícios históricos.

A única exigência é que o beneficiário precisa se comprometer a renovar os edifícios, que estão localizados nas áreas menos conhecidas do país, transformando-os em hotéis, pousadas, restaurantes, lojas, spas…isso tudo com o objetivo de alavancar o turismo na região.

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O projeto é idealizado pelo Ministério de Patrimônio Cultural e pela Agência de Propriedade do Estado, e a ideia principal é aliviar um pouco a aglomeração de turistas nas áreas mais populares, como Veneza, Roma e Milão, fazendo com que áreas até então desconhecidas comecem a ser exploradas.

Então, se você gostou da ideia e estava esperando uma oportunidade diferente para mudar de vida, corre! Para se inscrever, basta preencher este formulário até 26 de junho. Boa sorte!

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Todas as fotos © Agenzia de Manio;fonte: via

Site reúne relatos sobre como é a rotina de trabalho de diferentes profissionais e criativos

Você já parou pra pensar como cada profissão é única? Cada tipo de trabalho demanda uma rotina especial e diferente. Tem gente que trabalha durante o dia, tem gente que vai madrugada à dentro, tem gente que bate ponto na empresa e tem gente que faz home office. E por aí vai.

Por conta disso, o brasiliense José Nunes criou o projeto Como Eu Trabalho, que tem o objetivo de promover uma conversa pública sobre as rotinas de trabalho e diversos processo criativos.

Segundo José, que é doutorando em Direito na Universidade de Brasília, a ideia é que os profissionais enviem um email para ele contanto um pouco da sua história, que será então divulgada no site.

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Serginho Rezende é produtor de áudio, fundador da Comando S.

Os relatos são dos mais diversos. Há quem preze pela organização do espaço e prefira poucos objetos, como a fotógrafa Renata Cechinel, de Santa Catarina. “Quanto menos, melhor. Tenho total aversão a decorações pequenas/bibelôs, tanto para manter a organização de tudo, quanto para minhas alergias”, disse.

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E há também quem, mesmo fazendo home office, trabalhe até 10 horas por dia, como o publicitário e consultor Raoni Henrique, cofundador do Movimento Ímpar. “A rotina empreendedora é pesada e trabalho em média dez horas por dia. Gosto de fazer pausas nesse período para ler alguma coisa, acompanhar o noticiário e até mesmo tirar um cochilo após o almoço”, compartilhou Raoni.

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Já participaram do projeto pessoas das mais diferentes profissões, como fotógrafos, empreendedores, músicos, publicitários, sociólogos, designer de interiores e comentarista de poker. Para acompanhar os depoimentos, acesse o site. Também é possível dividir sua rotina de trabalho com José, basta entrar em contato por aqui.

Imagens © Reprodução Como Eu TrabalhoImagens © Reprodução Como Eu Trabalho;fonte: via

As incríveis casas de madeira para aposentados viverem em contato com a natureza no Japão

Estas casas construídas em contato com a natureza no Japão mais parecem uma ousada invenção de algum designer do país e poderiam muito bem ser a nova sensação do turismo internacional. Porém, mais do que um visual inspirador, as construções que ganharam o nome de Jikka também respondem a uma função social.

Construídas pelo arquiteto japonês Issei Suma, as casas têm formato de cinco cabanas que se interconectam. A sua construção também foi feita para conectar pessoas. A pedido de duas mulheres de cerca de 60 anos, a casa abriga idosos e pessoas com habilidades especiais em Shizuoka, no Japão.

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Uma das suas criadoras trabalha como assistente social, enquanto a outra é cozinheira. Unindo suas habilidades com o talento de Issei, elas foram capazes de criar um ambiente perfeito para acolher pessoas que necessitam de auxílio. Em uma das cabanas fica uma cozinha onde são preparadas refeições para entrega na casa de pessoas da comunidade que não são mais capazes de cozinhar ou sair para comprar sua própria comida.

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Com uma área de 100 metros quadrados, o espaço construído em 2015 oferece acomodações em um quarto compartilhado, bem como banheiro e área para armazenamento de pertences de cada hóspede. Além disso, há uma piscina em espiral planejada para que cadeirantes possam entrar na água sem dificuldades.

É ou não é demais?

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Todas as fotos © Takumi Ota;fonte: via