Ilustrador imagina como seriam as casas de diretores de cinema se fossem inspiradas em seus próprios filmes

Reunindo num mesmo projeto suas três maiores paixões, o ilustrador e arquiteto italiano Federico Babina embarcou numa tarefa que qualquer aficionado em cinema, arquitetura e desenho já deve ter imaginado em uma mesa de bar: imaginar como seriam as casas dos maiores cineastas da história se elas fossem construídas baseadas na estética de seus filmes. No lugar de somente imaginar, porém, Federico resolveu desenha-las.

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Assim nasceu a série Archidirector (neologismo juntando as palavra “arquiteto” e “diretor”, algo como “Arquidiretor”), que mostra a casa imaginária de gigantes do cinema como Federico Fellini, George Lucas, Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick, Wes Anderson, Charlie Chaplin, David Lynch, Tim Burton, Lars Von Trier, Ingmar Bergman, os irmãos Coen, Fritz Lang e outros.

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Vale procurar nas ilustrações a partir de qual filme veio a inspiração para Babina desenvolver a casa – e perceber como a estética de cada um desses grandes diretores é forte e perceptível ao longo do tempo.

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Todas as fotos © Federico Babina fonte: via

Esta família vendeu tudo o que tinha para visitar 400 parques nacionais em um ônibus-casa

Milhares de dólares em reformas e várias idas a lojas de móveis mais tarde, a família Works descobriu que, embora sua vida parecesse uma perfeita imagem de uma revista de decoração, uma inquietude crescia.

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O casal se conheceu no Facebook. Jessa era uma designer gráfica e Josh um desenvolvedor web de sucesso. Em 2010 eles tinham um filho pequeno e uma vida agitada na qual dormiam pouco, comiam rápido, se viam pouco e deixavam de lado o que realmente importava.

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Então, em 2011, eles decidiram vender tudo o que possuíam, saíram de seus empregos para o trabalho freelance e compraram um Airstream Travel Trailer. Começaram a viajar 24/7 com o objetivo de visitar todos os 400 parques nacionais americanos.

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Eles descobriram que, ao simplificar sua vida, o peso que pairava sobre suas cabeças começava a se dissipar.

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Quando a família começou sua aventura, seu filho tinha apenas 2 anos de idade e desde que deixaram a vidinha rotineira do subúrbio, sua imaginação floresceu. Eles descobriram que o lar é definido pela família, não pelo lugar.

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A família começou a documentar sua aventura no Instagram e atraiu milhares de seguidores.

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* Imagens: Instagram fonte: via

Esses são alguns dos melhores destinos para desbravar em agosto

Se você está pensando em fazer uma viagem internacional agora em agosto, uma dica é ir para o hemisfério norte. Com o verão entrando na reta final, o clima continua quente, mas com temperaturas cada vez mais agradáveis e paisagens de tirar o fôlego.

Para te dar uma mãozinha na escolha do destino, o site Travel and Leisure escolheu alguns lugares interessantes para você conhecer. Seja por conta da natureza, de eventos, da vida cultural ou noturna, todos contem suas peculiaridades, se tornando destinos especiais por motivos únicos. Confira abaixo:

Reserva Nacional Maasai Mara, Quênia

Conhecido pelas paisagens naturais e vida selvagem, o Quênia é uma pérola do safari africano. Em agosto acontece o início da grande migração, quando aproximadamente 1,5 milhões de gnus, zebras e gazelas partem do Seregueti, na Tanzânia, rumo a Reserva Nacional. Este fenômeno natural é considerado a Oitava Maravilha Natural do Mundo.

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Black Rock Desert, Nevada

Desde 1986 acontece, todo mês de agosto, o maior festival de contracultura do mundo, o Burning Man. Black Rock Desert se transforma para receber os mais de 70 mil participantes do festival, que foi criado por dois amigos em uma praia da Califórnia e migrou para Nevada no início da década de 90.

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Berlim, Alemanha

Por algum motivo desconhecido, agosto é o mês com as diárias de hotéis mais baratas em Berlim. E é no verão que acontecem alguns dos eventos mais cools da cidade mais descolada da Alemanha. Há desde o Festival Internacional da Cerveja até um dos festivais de dança contemporânea mais importante da Europa.

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Ilhas Galápagos, Equador

Esse é o melhor mês para visitar a ilha, que é famosa por suas tartarugas gigantes. É quando a Corrente de Humboldt chega trazendo nutrientes e plâncton, além da água fria submergir do fundo do oceano para a superfície – fato que faz com que haja uma enorme quantidade de peixes no local. É a melhor época para se observar a vida marinha.

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Liubliana, Eslovênia

A capital da Eslovênia é uma verdadeira viagem no tempo, abrigando um castelo do século 9 e outros majestosos palácios que foram transformados em hotéis. Desde 2017 é considerada a capital verde da Europa, com inúmeras bicicletas circulando pela cidade, além dos diversos parques e praças arborizadas.

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Portland, Oregon

A cidade, conhecida pelos seus vinhos, cafés e cervejas artesanais, ferve no verão. São diversos festivais e exposições, além de inúmeras atividades culturais gratuitas. Não perca o Bite of Oregon, no Waterfront Park, um festival que celebra a comida e bebida local, além de shows de música e outras atrações.

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Heimaey, Islândia

No verão islandês, os dias chegam a ter 20 horas de luz solar, o que por si só já é motivo mais do que suficiente para uma visita. Mas é em agosto que acontece a observação dos pássaros, que saem do ninho e voam pela primeira vez. Há também a colheita do mirtilo, quando estão maravilhosamente doces, convidando para um verdadeiro banquete.

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Via © Travel and Leisure fonte:via

Antártica está ficando verdejante: aquecimento global volta relógio geológico

Pesquisadores britânicos encontraram áreas com musgo em rápido crescimento na península Antártica, o que fornece evidências impressionantes de mudanças climáticas nas partes mais frias e remotas do planeta.

Em meio ao aquecimento dos últimos 50 anos, os cientistas descobriram duas espécies diferentes de musgos se desenvolvendo a um ritmo veloz: antes, cresciam menos de um milímetro por ano, mas agora crescem mais de 3 milímetros por ano, em média.

“As pessoas pensam na Antártica como um lugar cheio de gelo, com bastante razão, mas nosso trabalho mostra que partes dela são verdes e provavelmente se tornarão mais verdes”, disse Matthew Amesbury, pesquisador da Universidade de Exeter, no Reino Unido, e principal autor do novo estudo. “Mesmo estes ecossistemas relativamente remotos, que as pessoas podem pensar que são relativamente intocados pelos humanos, estão mostrando os efeitos da mudança climática induzida pelo homem”.

O estudo foi publicado na revista científica Current Biology, por cientistas da Universidade de Exeter, da Universidade de Cambridge, da British Antarctic Survey e da Universidade de Durham.

 

Tendência crescente

Menos de 1% da atual Antártica possui plantas. Mas, em partes da península, os musgos estão crescendo cada vez mais em terrenos que se descongelam parcialmente no verão.Os musgos da superfície se acumulam em uma camada fina, que congela novamente no inverno. Conforme camadas são construídas em cima de outras camadas, os musgos mais velhos diminuem abaixo do solo congelado, onde são notavelmente bem preservados devido às temperaturas.

Isso faz deles um registro das mudanças ao longo do tempo. Amostras de solo de uma área de 640 km ao longo da parte norte da península revelam alterações dramáticas nos padrões de crescimento, que remontam 150 anos.A Antártica tem sido um local de aquecimento rápido, com mais dias por ano onde as temperaturas sobem acima do congelamento conforme o tempo passa. A consequência disso é um aumento de quatro a cinco vezes na quantidade de musgo.

De paisagem congelada a florestal

As fotos tiradas pelos autores durante a pesquisa capturam algumas paisagens verdejantes, como esta:

“Esse é outro indicador de que a Antártica está movendo para trás no tempo geológico – o que faz sentido, considerando que os níveis atmosféricos de CO2 já subiram a números que o planeta não via desde o Plioceno, há 3 milhões de anos, quando o lençol de gelo antártico era menor, e os níveis do mar mais altos”, disse Rob DeConto, glaciologista da Universidade de Massachusetts, que não esteva envolvido no estudo, mas que o revisou.DeConto crê que, se as emissões de gases de efeito estufa continuarem como estão, a Antártica voltará ainda mais longe no tempo geológico, talvez se tornando florestal algum dia, como foi durante os climas do Cretáceo e do Eoceno.

Os autores do estudo concordam que as mudanças observadas atualmente são provavelmente apenas o começo. “Essas mudanças, combinadas com o aumento das áreas de terra livre de gelo a partir do recuo da geleira, levarão a uma alteração do funcionamento biológico, aparência e paisagem da península antártica em grande escala durante o resto do século XXI e além”, escreveram.

Ártico

O crescimento de musgo antártico ainda é modesto em comparação com o que está acontecendo no Ártico, onde uma tendência de grande escala já foi capturada por satélite.No Ártico, há agora tanto crescimento de plantas que alguns cientistas esperam que, pelo menos parcialmente, isso compensará a perda de carbono do descongelamento do permafrost por baixo dessas plantas.Esses dias estão provavelmente ainda muito longe para a Antártica.

Fonte: [ScienceAlert]

Leão marinho puxa criança para dentro d’água em marina no Canadá; assista

Um grupo de turistas que visitava a marina Stevenston Fisherman’s Wharf, em Vancouver (Canadá) levou um enorme susto .Uma família com crianças e outros turistas perceberam a presença de um leão marinho e se aproximaram da água para alimentá-lo, ação que é desencorajada pelos administradores da região com várias placas de “não alimente os animais selvagens”.

Um dos observadores, um jovem chamado Michel Fujiwara, quis registrar o momento com seu celular e passou a filmar a interação entre o animal e as pessoas. Inicialmente, todos dão risada e acham o leão marinho uma fofura. Quando a comida para de ser lançada, porém, o animal fica frustrado e se ergue na água, bufando. Isso é interpretado incorretamente pelo grupo como um sinal de que ele é brincalhão, e a menina adora.

Segundos depois, porém, ela se senta ao lado do avô, na borda do píer, enquanto ele estende a mão para o animal, como se quisesse acariciá-lo. É aí que em questão de poucos segundos o leão marinho deixa de se concentrar no avô e morde o vestido da menina, puxando-a para dentro da água.O avô pula imediatamente na água gelada e salva a criança, com auxílio dos observadores. Em inglês, a criança grita: “vovô! Vovô!”, e ele responde: “vovô está bem, não se preocupe”. Ele então agradece pela ajuda dos observadores que o puxaram para fora da água, diz que não está ferido e a família toda vai embora rapidamente.

O vídeo foi postado na internet no sábado e em apenas um dia circulou pelo mundo, com mais de 9,2 milhões de visualizações no Youtube.

 

Risco de infecção


Danielle Hyson, uma treinadora de mamíferos marinhos no Aquário de Vancouver, analisou o comportamento do animal no vídeo. “Você o vê sair da água e bufar. Isso é o que chamamos de precursor de agressividade. Ele está avisando às pessoas que ele está ficando frustrado. Nessa situação, as pessoas devem se afastar imediatamente”, alerta ela em entrevista ao jornal The Star.

A frustração acaba em agressão, aponta ela, acrescentando que um leão marinho da Califórnia macho é muito poderoso e pode pesar mais de 200 kg. Apesar de tanto poder, eles são vistos como “fofos” pelas pessoas, que confundem seus grandes olhos e bigodes com os dos cachorros domésticos.

 

“Eles parecem fofos e sei que as pessoas têm uma atração natural por eles. Eles parecem cachorros da água, mas absolutamente não são”, afirma.A treinadora também demonstrou preocupação com a saúde da criança. Caso os dentes do animal tenham arranhado ou perfurado a pele dela, ela corre risco de uma séria infecção, difícil de ser tratada. “Focas e leões marinhos carregam bactérias terríveis na boca”, diz ela.O Aquário de Vancouver está tentando localizar a família para dar orientação sobre o que fazer caso a pele tenha sido ferida.

“Não alimente os animais”


Apesar de inúmeras placas de “não alimente os animais” espalhadas pela região, os visitantes insistem em jogar comida para mamíferos marinhos e pássaros.O administrador da marina Steveston Harbour Authority, Bob Baziuk, diz que este é um problema antigo. “Temos tentado passar essa mensagem há anos e anos – não alimente os animais. Você está pedindo por problemas quando faz isso”.

Leões marinhos da Califórnia visitam a província canadense de Brintish Columbia com regularidade no ciclo migratório, e sempre param na marina em busca de comida grátis vinda dos pescadores.“Este foi um incidente terrível. Mas aconteceu e agora este vídeo é um pôster sobre por que não devemos alimentar os leões marinhos”, diz ele.

A treinadora Danielle Hyson diz que os visitantes não estão alimentando apenas os animais marinhos. Ela nota que as pessoas da região de Vancouver têm alimentado mais ursos e pássaros, causando interações perigosas. “Quanto mais alimentamos animais selvagens, mais e mais nos colocamos em risco nessas situações”, alerta ela.

Confira o vídeo completo do incidente com o leão marinho:

Fonte;[IFLScience, CNN, The Star]