No adeus a Kid Vinil, a presença de seu cachorro Cosmo emociona a todos

Uma das figuras mais queridas da música brasileira, o cantor e comunicador Kid Vinil faleceu na última sexta-feira de maio. As manifestações de lamento e saudades por sua morte foram diversas entre artistas, amigos e colegas de trabalho, mas o símbolo do afeto que todos nutriam por Kid acabou sendo as imagens de seu cachorro, Cosmo, que também foi se despedir de seu amigo em seu velório.

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Acima, Kid Vinil entre seus discos; Cosmo no velório

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Kid foi uma das figuras importantes na afirmação do rock nacional da década de 1980, e apresentou programas na TV Cultura e na MTV. Dono de um conhecimento enciclopédico sobre o rock e música de forma geral, muitas pessoas se referiam a Kid Vinil como um professor, uma espécie de “internet antes da internet”, capaz de tirar qualquer dúvida sobre música quanto a rede sequer existia.

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A banda de Kid nos anos 1980, a Magazine

Nascido Antônio Carlos Senefonte, Kid Vinil foi vocalista da banda Magazine, que misturava pop com o punk e o new wave. A banda alcançou sucesso nacional com as músicas “Sou Boy” e “Tic-tic nervoso”, e acabou gravando uma versão de “Comeu”, de Caetano Veloso, que se tornaria tema de abertura da novela “A Gata Comeu”, em 1985. Depois da banda, Kid apresentou diversos programas de TV, lançou livros, trabalhou como DJ, e passou a participar de festas retrô lembrando a década de 1980.

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Cosmo, o cachorro de Kid, foi levado ao velório para se despedir de seu amigo humano, e se comportou de forma exemplar. Depois de ser levantado no colo para poder realmente dar seu adeus, deitou-se ao lado do caixão e por lá ficou, em guarda e como que passando alguns últimos minutos possíveis ao lado de seu humano. Kid e Cosmo eram muito próximos, como as fotos evidenciam, e a cena emocionou ainda mais aos presentes. Kid Vinil tinha 62 anos.

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© fotos: Leo Franco/AgNews/ fonte: via

Cidade mostra como aproveitar uma estrada abandonada criando um parque cheio de plantas

Arquitetura sem uso pode encontrar nova vida de formas inesperadas. Em Nova York, um conjunto de trilhos de trem acima do solo foi transformado em um inovador parque linear chamado High Line e provou ser um paraíso para turistas e residentes. Seul seguiu o exemplo com a recente abertura do Skygarden, uma estrada de 983 metros de comprimento, uma vez abandonada, e que foi convertida em uma linda passagem elevada.

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A estrutura de concreto anteriormente fria, ficou repleta de vida com plantas habilmente espalhadas ao longo da passarela. No total, são 24 mil plantas individuais de 228 espécies e subespécies.

Nosso projeto oferece um dicionário vivo de plantas que fazem parte do patrimônio natural da Coréia do Sul e são agora existentes no centro da cidade“, disse Winy Maas, sócio fundador da empresa que desenvolveu o projeto ao My Modern Met.

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A ideia aqui é conectar os habitantes da cidade com a natureza e ao mesmo tempo oferecer a oportunidade de experimentar essas vistas incríveis para a Seul Histórica e Namdaemun Gate“, contou.

Embora o foco principal do parque seja suas plantas, também há no local um componente comercial. Galerias, casas de chá, um teatro e restaurantes estão localizados ao longo da passarela e acessível através de seu caminho e uma série de rampas de acesso.

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Junto do verde, o viaduto também traz galerias, casas de chá, teatro e restaurantes, transformando um espaço antes abandonado em um local vivo e excitante, a ser novamente ocupado pelos moradores da cidade.

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* Imagens: Reprodução,fonte: via

Jovem americano álbum de rap como TCC em Harvard – e a nota foi excelente

Os limites formais daquilo que costumávamos compreender como um trabalho acadêmico estão cada vez mais sendo testados e expandidos – a fim de que a produção de pensamento crítico possa também se expandir. Ainda que tal processo venha se dando por todo o mundo, um aluno de Harvard chamado Obasi Shaw deu um passo um tanto inédito nessa direção ao, para se formar em uma das mais conceituadas universidades do mundo, entregar como sua tese final um disco de rap.

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Formado por 10 faixas e escrito e realizado por Shaw ao longo de um ano, o disco, batizado como Liminal Minds (algo como Mentes Liminares), recebeu a segunda maior nota do departamento de inglês nesse ano. Tratando da questão da identidade negra no país, o projeto de Shaw é o primeiro nesse formato na história da universidade.

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Inspirado no clássico livro Canterbury Tales, de Geoffrey Chaucer, cada faixa do disco é escrita da perspectiva de um personagem diferente. O jovem de 20 anos jamais imaginou o formato de seu projeto seria aceito em uma instituição como Harvard.

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Segundo seu orientador, porém, o álbum impressiona por seu valor acadêmico e artístico. Parafraseando o poeta russo Vladimir Maiakovski, sem forma revolucionária não há pensamento revolucionário.

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© fotos:reproução,fonte: via

Fotógrafa capta a beleza e a diversidade das folhas no outono

A fotógrafa alemã Carola Becker tinha uma mania quando criança: colecionar e secar as folhas que caem das árvores. No outono passado, ela decidiu levar essa brincadeira a sério e criou uma série que mostra toda a beleza e a diversidade da natureza usando para isso as folhas de diversas plantas.

Carola é responsável pela Sepia Fotografie e tem o hábito de fotografar desde que tinha apenas 10 anos. Seus assuntos preferidos são animais e a natureza, embora ela também clica outros temas.

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Na série de imagens em que registra folhas de outono, a fotógrafa cria verdadeiros mosaicos que mostram a textura e as imperfeições de cada folha. Com um close, ela permite que vejamos cada detalhe das plantas: suas veias, cores, manchas e a verdadeira beleza que há na diversidade criada pela natureza.

O resultado é inspirador:

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Todas as fotos © Carola Becker/Sepia Fotografie fonte: via