Essas fotos vão te dar vontade de colocar a Islândia no topo da lista de viagem

O casal Jay e Vick Philbrick, de Nova Hampshire, nos Estados Unidos, são fotógrafos especializados em casamentos. Mas quando não estão trabalhando, aproveitam o tempo livre para criar “imagens dramáticas de pessoas em ambientes fantásticos”, como eles mesmos definem.

E eles aproveitaram uma brecha na agenda profissional para ir até a Islândia. Lá, junto com a modelo Sarah Maillet, criaram um projeto fotográfico incrível, onde natureza, magia e beleza se misturam. “Onde quer que você olhe há uma cachoeira surpreendentemente bonita, ou uma geleira, um penhasco… Foi uma experiência esmagadora”, disse Jay.

Ele ainda reforça que fotógrafos, principalmente de paisagens, deveriam ir para o país pelo menos uma vez na vida, já que as características naturais do local são deslumbrantes. Agora, sendo fotógrafo ou não, duvido que você não vai ficar com vontade de conhecer a Islândia após ver as imagens abaixo!

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Todas as fotos © Philbrick Photography fonte: via

A luta de uma mulher contra meningite viral espinal que ela contraiu após um ensaio na natureza

Em outubro de 2015, a fotógrafa Savannah Kate Morgan realizou um ensaio fotográfico em um pântano, em Louisiana, nos Estados Unidos. Porém, ela esqueceu de usar repelente e saiu do local com cerca de duzentas picadas de mosquito em todo o corpo. Dois dias depois, Savannah começou a se sentir mal.

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Após passar por duas punções lombares, foi confirmado que ela havia contraído uma meningite viral. Daí para frente, ela passou dois meses hospitalizada, sendo internada em cinco hospitais diferentes. Durante todo o processo de cura, a fotógrafa contou com a companhia de sua família, amigos e de seu noivo.

Foi a mais assustadora e pior dor da minha vida, mas eu resisti“, escreveu ela em uma publicação no Bored Panda. Para superar o momento, Savannah criou uma série fotográfica que mostra como se sentia durante o tratamento e também após a cura, quando passou por crises de depressão, ansiedade e ataques de pânico. “Eu não criei essas imagens como um lembrete da dor, ou para ser deprimente, ou para chamar a atenção. Eu criei isto como um lembrete de quão longe eu cheguei“, escreveu ela.

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As imagens foram compartilhadas pela fotógrafa para que outras pessoas que possam estar passando por uma situação similar não se sintam sozinhas. É emocionante acompanhar todo o processo de recuperação através das fotografias clicadas por ela.

Vem ver:

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Todas as fotos © Savannah Kate Morgan fonte: via

Melhor escritório: piloto capta imagens impressionantes de sua cabine num boeing 747

O holandês Christiaan van Heijst, piloto de avião e fotógrafo, aproveita quando está nas alturas para fazer imagens incríveis do céu e também do cockpit do Boeing 747 que pilota. As fotografias, de tirar o fôlego, são constantemente compartilhadas em suas redes sociais, e costumam fazer o maior sucesso.

São imagens impressionantes do nascer e pôr do sol, de regiões montanhosas, da lua cheia, da cabine dos pilotos e suas inúmeras luzinhas e até mesmo da aurora boreal. “Sinto-me privilegiado de estar em posição de capturar muitas partes diferentes do planeta através da minha câmera e imortalizar a beleza dos lugares que eu visito”, explicou o holandês ao DailyMail.

Christiaan, que pilota aviões de carga, conta que jamais coloca sua vida e de seus companheiros de voo em risco, já que as imagens costumam ser feitas enquanto os colegas estão no comando. “Meus colegas me agradecem porque podem mostrar aos seus familiares em casa como é o nosso trabalho nos ares”, afirmou o piloto, que usa uma Nikon D800 para os cliques.

Confira algumas imagens abaixo e, para ainda mais fotografias incríveis, acompanhe o piloto no Instagram:

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Imagens © Christiaan van Heijst fonte: via

Fotos raras mostram o interior do dirigível Hindenburg antes de seu acidente devastador em 1937

Em 1936 o poderio da Alemanha nazista era ainda orgulhosamente exibido por seus líderes sem pudores pelo mundo, que de forma geral ainda observava somente com desconfiança ou no máximo críticas – quando não era visto com bons olhos pelos olhos de outros países. Foi nesse contexto que o dirigível LZ 129 Hindenburg foi fabricado e posto no ar, como o maior zepelim já feito. Com 245 metros de comprimento e 200 mil metros cúbicos de hidrogênio que o sustentavam em voo, o Hindenburg era um símbolo da força da Alemanha nazista.

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Durante 14 meses, o Hindenburg realizou 63 voos, transportando muitas vezes mais cerca de 100 passageiros a 135 km/h. Seu primeiro voo comercial saiu da Alemanha para o Brasil, e das 17 vezes em que cruzou o atlântico, 10 foram para os EUA e 7 foram para o Brasil. Seu interior tinha quartos, salões públicos, salas de jantar, de leitura, fumódromos e salões de festas.

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Seus dias de glória terminaram, porém, em 6 de maio de 1937, quando, ao se preparar-se para pousar em Nova Jersey, nos EUA, um incêndio tomou conta da aeronave, levando-a ao chão e à destruição completa. O fim do Hindenburg foi trágico, público e levou a vida de muitas pessoas. 36 pessoas morreram no acidente, que foi filmado e registrado, para tristeza de todos. Espantosamente, 62 pessoas sobreviveram.

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O uso de hidrogênio no lugar do gás hélio se deu por motivos econômicos, e acabou por selar o destino do zepelim: a sugestão do uso do hélio se dava por motivos de segurança, pelo gás não ser inflamável. Aquilo que parecia ser uma superação e uma apresentação da capacidade humana, se tornou um perfeito exemplo da soberba e da ganância, que ceifou vidas e histórias, assim como faria o horror e a ignorância absoluta do regime.

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Os dias dos zepelins como meio de transporte se encerram com o trágico acidente do Hindenburg, apontando para o destino abominável que esperava a Alemanha poucos anos depois, assim como de todo o mundo, e que parece ter sido captado pelo narrador que, diante do incêndio e da tragédia que se apresentava diante de sua frente, ao ver o zepelim em chamas só pode exclamar, em lágrimas: “Ah, a humanidade!”.

http://www.dailymail.co.uk/embed/video/1201034.html

© fotos: reprodução/diversos fonte: via