Brasileiro passa 40 anos plantando sozinho uma floresta com 8 cachoeiras na região de SP

Quando era criança, observando o pai trabalhar em uma fazenda cortando árvores para produção de carvão e para a criação de gado, Antonio Vicente viu com os próprios olhos o efeito do desmatamento sobre as águas e a terra do local. Anos depois, pensando em salvar sua própria terra da seca, ele decidiu, com as próprias mãos e a ajuda de um jumento, plantar uma floresta no terreno que havia adquirido.

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Seus vizinho na Serra da Mantiqueira, em São Paulo, o chamavam de louco, afirmando que árvores eram um desperdício de terreno, que não lhe trariam lucro e impediriam que ele criasse gado ou produzisse a partir de sua terra. 40 anos e mais de 50 mil árvores plantadas depois, aos 84 anos seu Antonio não hesita em afirmar que cada planta e árvores da floresta frondosa e plena de vida que plantou sozinho é um membro de sua família.

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O terreno de Antonio é um pequeno pedaço de terra, com cerca de 31 hectares, mas nele hoje existem 8 cachoeiras nas quais é possível beber água limpa e cristalina direto da fonte, com as próprias mãos. O local é limpo, silencioso e devidamente mantido pela e para a natureza.

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Seu Antonio vive na contramão da lamentável tendência a desmatar as florestas brasileiras, que vem voltando a crescer, em nome da indústria, da agricultura, e do lucro. O propósito de sua vida é deixar esse legado verde como uma herança permanente e perpétua para a região – e, assim, de fato um presente para a humanidade. Hoje ninguém o chama de louco, e nada pode de fato ser mais visto como riqueza e luxo do que a floresta que seu Antonio plantou.

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© fotos:reprodução;fonte: via

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Estas tirinhas ilustram de maneira simples e direta nossos medos mais profundos

Nos filmes de terror ou suspense, os medos costumam se dar através de motes e contextos extremos e exagerados, com monstros, torturas profundas e horrores quase inimagináveis. Na vida real, porém, nossos medos, mesmo os mais infantis, costumam ser um tanto simples e verdadeiramente assustadores justamente em sua simplicidade. Foram esses medos “reais”, mesmo que distantes da realidade de fato, que o cartunista americano Fran Krause procurou retratar em sua série de tiras Deep Dark Fears (Medos profundos e sombrios).

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Há um espelho no meu quarto. Eu tenho medo de que, enquanto estou dormindo/ meu reflexo se levante e me observe

Para levantar esse inventário de nossos medos, Fran começou por suas próprias fobias mais íntimas. Depois, ele pediu que pessoas lhe enviassem seus medos mais estranhos e irracionais, e assim ele alimentou as tiras de sua série.

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Eu moro sozinho/ Quando tenho que ir ao banheiro tarde da noite/ tenho medo de voltar pra cama/e ter alguém me esperando lá

Entre medos bobos e infantis, outros inexplicáveis e loucos, os medos explorados por Fran possuem entre si duas coisas em comum: a capacidade de nos identificarmos com eles (e até mesmo reconhecermos nossos medos ali), e o fato de, no fundo, serem verdadeiramente assustadores.

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Às vezes, quando estou fazendo cocô/ tenho medo que, naquele momento/ seja um sonho e eu esteja na verdade fazendo cocô nas calças em outro lugar.

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Quando digo ‘oi’ para as pessoas, e elas não respondem/ tenho medo de estar morto, mas ainda não saber

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Quando era criança, um padre me contou sobre Maria/ Como Deus pensava que ela era perfeita, e então a engravidou/ Eu não queria que Deus me engravidasse/ então tentei ser diferente dela.

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Eu tenho medo de minha vida ser uma ilusão/ ser tudo um sonho/ Tenho medo de um dia acordar e perceber/ que sou somente um cachorro cheio de imaginação

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Se caio no sono/ com meu braço pra fora da cama/ algo embaixo da cama/ segura minha mão enquanto eu durmo

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Jesus vive dentro de você!/ Ele vive profundamente em seu coração

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Eu espero nunca me tornar uma pessoa velha que faz com que as crianças tenham medo de ficar velhos

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Às vezes eu sinto que as pessoas estão lendo minha mente/ Então eu penso em algo engraçado/ Assim, se alguém escutando rir/ eu saberei

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Quando eu acordo/ abro meus olhos bem devagar/ para que qualquer coisa que esteja em quarto/ tenha uma chance de se esconder

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Eu costumava morrer de medo do escuro/ Meu pai então me comprou estrelas que brilham no escuro/ Elas me fizeram bem melhor/ até que eu vi duas estrelas piscarem

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Algumas coisas que eu vejo durante o dia não me assustam em princípio/ Parecem inofensivas/ Mas cada vez que lembro delas, elas pioram um pouco/ até que se tornam as coisas que me deixam acordado a noite toda

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Às vezes eu vejo um pequeno objeto/ E sinto como se fosse o parafuso que mantém todo o universo unido/ e que se eu tocar só um pouquinho…

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Não importa quantas camisetas eu vestir/ ou com quantas camadas de roupa eu me cobrir/ eu sempre sinto que todo mundo pode ver meus mamilos

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Minha visão é tão embaçada, que quando acordo no meio da noite/ tudo parece um monstro até que eu vista meus óculos

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Um dia/ vou me olhar no espelho/ e não me reconhecer mais

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Toda vez que ligo um novo interruptor/ e nada acontece/ temo que esteja desligando algo bom/ ou ligando algo ruim

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Quando era criança/ sempre abraçava minha mãe quando chegava em casa/ e puxava um pouquinho da pele do seu braço/ só pra ter certeza de que ela não era um robô

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Depois de lavar minhas mãos, eu as seco várias vezes/ para que nenhuma gota/ encoste no interruptor

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Quando estou dirigindo de noite e há neblina na estrada/ eu tento não passar através dela/ Não gosto de sentir como se estivesse atravessando um fantasma

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© Arte: Fran Krause ;fonte: via

5 parques nacionais para conhecer (e amar) mais o Brasil

Montanhas, lagos, grutas e cachoeiras são apenas algumas das belezas naturais que podem ser encontradas nos parques nacionais que existem no país. Como se tratam de áreas de preservação ambiental, estes parques são amplos espaços que permitem que seus visitantes respirem ar puro e se conectem à natureza.

Fizemos uma lista dos nossos cinco mais maravilhosos parques naturais que não apenas atraem brasileiros que se encantam por suas belezas, como também milhares de turistas estrangeiros todos os anos.

Confira:

Parque Nacional do Iguaçu – Foz do Iguaçu – PR

Não foi por acaso que em 2011 as cataratas do Parque Nacional do Iguaçu, foram eleitas como uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza no concurso promovido pela fundação suíça New Seven Wonders. Formadas há cerca de 150 milhões de anos, as 275 quedas do local formam juntas uma visão tão majestosa e deslumbrante, que é fácil compreender o que atrai os enormes números de turistas que visitam o local todos os anos.

Parque Nacional de Itatiaia – RJ

O Itaiaia, na Serra da Mantiqueira, foi inaugurado em 1937 por Getúlio Vargas e foi o primeiro parque nacional criado no Brasil. Possui oito cachoeiras, 12 importantes nascentes de bacias hidrográficas e 15 trilhas. As maiores atrações são as trilhas para cachoeiras como a Véu de Noiva e montanhas como o pico das Agulhas Negras (2.791 metros), com 3 horas de caminhada.

Parque Nacional Serra da Bocaina – SP

O Parque Nacional da Serra da é uma das maiores áreas protegidas da Mata Atlântica. Com 104 mil hectares, localiza-se em trecho da Serra do Mar, na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Possui altitudes superiores a 2 mil metros, na região serrana, até o nível do mar, no litoral, apresentando paisagens diversificadas e grande riqueza de fauna e flora, com espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. Seus principais atrativos turísticos são as cachoeiras, das Posses, de Santo Isidro e do Veado, a Pedra do Frade, a Praia do Caxadaço e o Caminho de Mambucaba (mais conhecido como Trilha do Ouro).

Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha – PE

Com suas piscinas naturais, praias com águas verde-esmeralda, e trilhas ecológicas, em 2011 Fernando de Noronha foi reconhecido e tombado pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade. No arquipélago é possível aproveitar praias consideradas umas das mais bonitas do Brasil, como a do Leão e da Atalaia, mergulhar, passear de barco, nadar ao lado tartarugas e outras espécies marinhas e ainda avistar golfinhos.

Parque Nacional da Tijuca – RJ

O Parque Nacional da Tijuca protege a maior floresta urbana do mundo replantada pelo homem, com uma extensão de 3.953 hectares de Mata Atlântica. Por lá estão localizados famosos cartões postais como o Morro do Corcovado, onde está localizada a estátua do Cristo Redentor, a Vista Chinesa, a Pedra da Gávea, o Parque Lage e as Paineiras. O local possui áreas para piquenique, churrascos, voo livre, escalada, trilhas e outras atividades.

*Imagens: Reprodução;fonte: via

Fotos raras de Marilyn Monroe, desde a infância até o comecinho da fama

Ser um eterno ícone de juventude e beleza custou muito caro para a americana Norma Jean Mortenson. Para tal, foi preciso oferecer a própria saúde, identidade e vida, a fim de tornar-se, viver e morrer como Marilyn Monroe. Antes de alcançar o estrelato se tornar Marilyn, porém, Norma Jean viveu uma vida dura e pobre, migrando entre lares adotivos desde a primeira infância, entre abusos diversos, casamentos ainda na adolescência, e a busca incessante por sucesso, dinheiro e um amor que lhe preenchesse o vazio que sempre carregou no peito.

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Ainda que Marilyn seja um dos rostos mais fotografados de todos os tempos, a vida de Norma Jean antes de 1944, quando sua carreira de modelo começou, é pouco visitada e explorada em imagens. Marilyn Monroe viria a falecer em 1962 como uma das maiores atrizes e símbolos sexuais de todos os tempos, em uma simbólica trajetória maior do que a própria vida – mas para entender Marilyn, é preciso olhar para Norma Jean, que se reúne um pouco aqui, em raras fotos de sua vida antes do sucesso.

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Norma Jean, ainda criança, com sua mãe na praia, em 1929

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Com 5 anos de idade

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Com 12 anos

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Ao longo de sua adolescência, antes de se casar aos 16 anos ou começar a trabalhar como modelo

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Com seu primeiro marido, James Dougherty, e na época de seu casamento, aos 16 anos

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Norma Jean na fábrica de munições em que trabalhava, onde foi descoberta por um fotógrafo

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Seus primeiros trabalhos. Um mês depois da foto acima, seu primeiro marido se divorciaria dela.

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Acima, sua primeira capa de revista como modelo

© fotos: reprodução;fonte: via