Neste experimento feito nos anos 1950 artistas tomaram LSD e pintaram o mesmo quadro 9 vezes

Durante os anos 50, diversos experimentos estranhos foram feitos pelo Governo dos Estados Unidos. Na época, eram realizados desde testes de premonição até mesmo experiências com o uso de drogas psicodélicas. Recentemente, um destes testes veio à tona e deixou todos maravilhados.

A experiência consistiu em oferecer a diversos artistas uma dose de LSD e pedir que eles desenhassem sob o uso da substância. Um grupo destas imagens vazou na internet há alguns anos e mostra nove desenhos compostos pelo mesmo artista após a ingestão da droga.

Tanto o artista quanto o pesquisador que conduziu a experiência não foram identificados, embora acredita-se que o responsável pelo teste tenha sido o psiquiatra Oscar Janiger, da Universidade da Califórnia – Irvine. Essa suposição foi feita pelo psiquiatra Andrew Sewell na revista Live Science. Os experimentos de Oscar Janiger começaram em 1954 e perduraram por sete anos. Durante o período, mais de 100 artistas profissionais teriam sido submetidos aos testes, produzindo cerca de 250 desenhos.

As imagens abaixo foram o resultado de um destes experimentos, após a administração de duas doses de 50 microgramas de LSD a um paciente, com 65 minutos de intervalo entre elas. Os desenhos feitos durante o uso da substância mostram como ela pode agir sobre a nossa criatividade e percepção.

Espia só:

20 minutos após a primeira dose

85 minutos após a primeira dose e 20 minutos após a segunda

2 h 30 minutos depois da primeira dose

2 h 32 minutos após a primeira dose

2 h 35 minutos

2 h 45 minutos

4 h 25 minutos

5 h 45 minutos

8 horas após a primeira dose

Todas as fotos: via Fonte: via

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Se você é um nômade digital e vai pra Nova York, precisa conhecer esse café-escritório

Que Nova York é repleta de cafés super legais para se trabalhar, todo mundo já sabe. Mas você já ouviu falar no FreeHold? Um misto de café com bar e coworking, ele é o espaço ideal para você que procura um home office fora de casa.

Localizado no descolado Williamsburg, no Brooklyn, o local fica pertinho da ponte que leva o nome do bairro, e funciona de segunda a segunda, das sete da manhã até madrugada adentro.

O espaço ainda conta com eventos diários, então é possível, por exemplo, trabalhar durante o dia e curtir um show de stand-up comedy à noite, ou um show acústico, e tudo isso pagando um preço promocional por ostras com vinho, ou hambúrguer com cerveja, dependendo do dia.

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Nada mal para um escritório, não é mesmo?! Para saber mais, acesse o site.

Todas as fotos © Freehold:Fonte: via

Artista sírio pinta líderes globais como refugiados

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Com a escalada da crise de refugiados no mundo, um artista sírio encontrou uma maneira criativa de chamar a atenção de alguns dos mais poderosos líderes globais. O artista Abdalla Al Omari saiu da Síria em 2011 para fugir da guerra civil que assola o país. Atualmente, ele vive em Bruxelas, na Bélgica, onde conseguiu asilo. É também no país que ele busca aumentar a conscientização sobre a condição dos refugiados.

Abdalla criou uma série de pinturas de líderes globais como Angela Merkel ou Donald Trump retratados como refugiados. As imagens ganharam o nome de The Vulnerability Series e estão em exposição em Dubai até o dia 6 de julho, na Ayyam Gallery.

De acordo com o HuffPost, o artista vem trabalhando no projeto há dois anos. À publicação, Abdalla Al Omari contou que, por ser ele próprio um refugiado, tinha curiosidade em imaginar como estes líderes se pareceriam caso estivessem na mesma situação. Ele acredita que as personalidades retratadas talvez possam sentir mais empatia por pessoas em situação de refúgio ao se verem retratadas desta maneira.

Confere só algumas das criações do artista:

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Barack Obama

Bashar, Mediterranean. 

Bashar, Mediterranean. 

Yarmouk 

Fotos:abdallaomari / fonte:via

Série de fotos mostra a relação entre detentos e seus melhores amigos de 4 patas em prisão de alta segurança

Em 2014, o Presídio Estadual da Califórnia recebia o programa Paws for Life, promovido pela organização Karma Rescue. A iniciativa levou um grupo de detentos voluntários a trabalhar com cachorros abandonados durante um período de 12 semanas.

Enquanto durou o programa, os animais viveram dentro do presídio e foram cuidados quase que exclusivamente pelos apenados. Os detentos, muitos dos quais cumprem pena de prisão perpétua, puderam aprender a treinar os animais para que eles obtivessem um certificado de “bom cidadão canino“.

Outros programas similares existem em diversos presídios dos Estados Unidos, mas o Paws for Life é o único a trabalhar com prisioneiros sem perspectiva de liberdade em penitenciárias de segurança máxima. O certificado concedido aos cães que fazem parte do programa aumenta significativamente suas chances de adoção. Ao mesmo tempo, os detentos ganham a chance de se conectar a uma esfera maior, aprendendo novas habilidades e ajudando os animais a conseguir um lar.

O fotógrafo John DuBois e seu parceiro Shaughn Crawford foram convidados a registrar o projeto enquanto John trabalhava como voluntário na Karma Rescue. Durante o período, cinco cães foram alocados na prisão para receber treinamento. Os fotógrafos passaram seis dias no local acompanhando a cumplicidade e o amor entre os animais e os detentos.

Infelizmente, os cães não têm permissão para permanecer na penitenciária após o término do projeto e precisam ser separados dos seus treinadores. A partir daí, os detentos continuam suas vidas no local, enquanto os animais são preparados para adoção. Segundo o site Feature Shoot, todos os cinco cachorros que participaram da primeira edição do programa foram adotados. Nos próximos meses, um novo grupo de cães deverá ingressar no presídio para receber treinamento e muito amor dos detentos.

Veja também o vídeo sobre o projeto (em inglês):

Todas as fotos © Shaughn and John /Fonte:via