Agência cria uma maravilhosa cidade em miniatura para hamsters

Uma charmosa cidade pequena, em estilo europeu, com livraria e cinema, tão rica em detalhes que é como se tivesse sido feita à mão por artistas.

Essa é a Yumville, uma cidade que apresenta todas essas características, além de dois peculiares detalhes: ela de fato foi feita à mão por artistas, e nela não moram pessoas, mas sim hamsters. O trabalho levou quase 2 mil horas pra ser completado, e agora serve de cenário para a adorável websérie Hungry, Hungry Hamsters (algo como Hamsters famintos), estrelada, como se pode imaginar, por uma porção de hamsters.

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O trabalho foi criado pela agência Leavingstone, a fim de mostrar, através da história dos moradores de Yumville (algo como cidade-delícia), as deliciosas comidas em miniatura devoradas com sofreguidão pelos animaizinhos, a fim de anunciar os produtos de um cliente, fabricante de produtos alimentares. Não é por acaso, portanto, que os moradores da cidade são obcecados por comida – o que em nada diminui a fofura das imagens.

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A série é dividida em 9 episódios, com tramas e características de cada felpudo personagem exploradas ao longo dos vídeos. Como isso servirá pra vender produtos alimentícios, isso é um dos mistérios do funcionamento da publicidade – mas que a doçura e o sorriso estão garantidos, isso é um fato.

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Veja abaixo dois episódios da série:

E o ‘Making Of’ da cidade e da série, mostrando o tamanho do trabalho que dá fazer uma cidade em miniatura:

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© fotos: reprodução/fonte:via

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Essas comidinhas prometem dar um boost na sua criatividade

Quem trabalha com criatividade sabe, tem dias que é difícil da coisa engrenar. E muitas vezes procuramos por fontes de inspiração externas, navegando em sites na internet, assistindo um filme ou indo a um show de uma banda que gostamos.

Mas talvez o problema seja justamente com a sua alimentação. Uma dieta pobre em nutrientes pode influenciar diretamente o funcionamento do nosso cérebro, causando diversos problemas de concentração, cansaço, estresse e, claro, a temida falta da criatividade.

Separamos abaixo alguns alimentos que contém certos tipos de nutrientes que podem ajudar a resolver o seu problema, jogando um balde de inspiração na sua criatividade. Confira:

Café

Bom, o primeiro item não é nenhuma novidade, certo? Difícil encontrar alguém que precise usar a criatividade no trabalho que não comece o dia com aquela dose desse grão mágico e saboroso. A cafeína tem o poder de aumentar a concentração e a atividade cerebral, ajudando no foco, memória e criatividade.

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Salmão e quinoa

Ricos em Ômega 3, ácido graxo essencial para a memória e concentração, estes dois alimentos são poderosos aliados na busca por aquela inspiração a mais. De quebra, ainda fortalece cabelos, unhas, pele e atua no controle de saciedade.

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Pipoca

A pipoca – se consumida sem manteiga e com pouco sal – ajuda a regular a glicose, mantendo a mente alerta por mais tempo. Também possui vitaminas B6 e B12, que ajudam na concentração e memória de curto prazo.

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Frutas Vermelhas

Algumas frutas vermelhas, como morango e mirtilo, são ricas em fisetina, substância que torna as células do sistema nervoso mais fortes, ajudando nas conexões entre os neurônios e contribuindo para uma boa memória.

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Todas as imagens © Divulgação/Stock Snap/Fonte:via

Artista curitibano cria exposição lúdica que mistura o real e o surreal, criando um mundo mágico e cheio de cor

O artista Rafael Silveira, de Curitiba, no Paraná, iniciou sua vida profissional como diretor de arte em agências de publicidade, mas não demorou muito para que seu talento como ilustrador começasse a se destacar, e logo Rafael partiu para se dedicar somente a arte.

Com forte influência do cartoon e da pop art , rapidamente o artista começou a ser reconhecido nacional e internacionalmente, já tendo exposto em diversos países, Itália, Estados Unidos e Inglaterra.

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Atualmente, Rafael está com a exposição Circojecturas em cartaz no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, onde combina de maneira fantástica o real com o surreal, fazendo com que o espectador viaje para um mundo mágico, onde tudo é possível.

A exposição conta com obras lúdicas e coloridas, que passeiam por diversos vertentes artísticas, e são resultado de dez anos de trabalho. Há desde instalações interativas, como o sorvete derretido gigante bem no meio da sala do museu, até pinturas a óleo, gravuras, esculturas e incríveis bordados, feitos em parceria com a esposa, a também artista Flávia Itiberê.

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Todas as fotos © Gabriela Albert/fonte:via

Primeiro Centro de Medicina Indígena é inaugurado em Manaus

Oferecer os conhecimentos do Bahsese, palavra que, na língua tukano, significa “benzimento”, a indígenas e não-indígenas que enfrentem problemas de saúde na região de Manaus. Esse é o objetivo do Barserikowi’i, o primeiro Centro de Medicina Indígena da Amazônia, inaugurado na semana passada.

Kumuã Duhpó Manoel Lima

Idealizado por João Paulo Barreto, doutorando em Antropologia pela Universidade Federal do Amazonas e membro da etnia tukano, o centro será comandado inicialmente por Manoel Lima, da etnia tuyuka, e Ovídio Barreto, também da etnia Tukano. Os dois são Kumuã com décadas de experiência.

Os Kumuã são especialistas indígenas do Alto Rio Negro, que desde o nascimento recebem o poder de cura e de tratamento e passam por rigorosa formação da infância até a juventude. Segundo João Paulo, a ideia não é que os doentes abandonem os possíveis tratamentos alopatas da medicina ocidental, mas que tenham a possibilidade de alternativa.

Conforme ele falou à Agência Brasil, o tratamento é apoiado no Bahsese e nas plantas medicinais. “O modelo é acionado dentro de um elemento, que pode ser água, tabaco, cigarro ou urtiga, no qual o Kumu, ou benzedor, aciona os princípios curativos contidos nos vegetais. Quando ele faz isso, ele não está rezando, mas evocando esses princípios para curar doenças. Por isso, ele tem que dominar o conhecimento de animais e vegetais”, explicou.

João Paulo Barreto e Manoel Lima

Cada consulta no centro será feita mediante cobrança de R$10, e o valor do tratamento dependerá do diagnóstico. Eles podem levar dias, semanas ou até um ano. Além dos atendimentos médicos, o centro também será usado para a realização de cursos e oficinais, que vão da gastronomia à astrologia, além da venda de peças de artesanato de várias etnias.

Fotos: Alberto César Araújo/Amazônia Real/fonte:via