As melhores fotos tiradas com drones em 2017 foram anunciadas e são de tirar o fôlego

Se os avanços tecnológicos são capazes de ampliar as perspectivas para a vida como um todo, algumas dessas criações são capazes de literalmente oferecer um novo ponto de vista para se ver as coisas. A chegada dos drones, por exemplo, revolucionou as possibilidades da fotografia justamente por isso – com facilidade é hoje possível registrar imagens de perspectivas anteriormente praticamente impossíveis. Com isso, naturalmente que premiações para fotografias aéreas também passaram a surgir. E a mais prestigiada dessas premiações, a Dronestagram, anunciou recentemente os vencedores de seu 4o Concurso Internacional de Fotografias com Drone.

Criatividade e qualidade da imagem são os dois critérios mais objetivos para avaliar os vencedores. Quem decidiu foi um painel de especialistas, incluindo pessoas ligadas à revista National Geographic que, dentre os milhares de inscritos no concurso em 2017, chegou às imagens abaixo como as melhores fotos tiradas com drones no ano.

O prêmio se divide entre as categorias Natureza, Urbano e Pessoas – e as fotos aqui dispostas foram as selecionadas e premiadas.

© fotos: divulgação/fonte:via

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Descendentes dos fundadores dos EUA recriam pintura icônica com 241 anos e mostram como tudo mudou

Em um momento em que o debate ao redor da imigração e dos refugiados parece somente esquentar, como um dos temas centras a respeito da realidade sócio-política do mundo hoje, as novas políticas de endurecimento sobre a entrada de imigrantes nos EUA propostas pelo presidente Donald Trump parecem contrariar algo que se dá na própria essência daquilo que de melhor o país tem a oferecer: ser um caldeirão cultural, uma casa para todo tipo de gente, que foi fundada por imigrantes.

Para lembrar de tal vocação dos EUA, uma empresa chamada Ancestry, especializada em traçar a genealogia de famílias e pessoas, decidiu voltar à própria origem do país. Para tal, ela recriou, em uma fotografia, um quadro do pintor John Trumbull que mostra o momento em que os 56 “pais fundadores” do país entregaram, em 1776, a declaração de independência dos EUA ao congresso. O resultado é uma perfeita ilustração dessa melhor vocação.

No lugar dos homens que forjaram a independência do país há 241 anos, a fotografia traz justamente os descendentes desses fundadores. Se, no quadro original, o que se vê é uma enorme reunião de homens brancos, a foto atual mostra a diversidade que formou o país desde então. “A nova foto é a imagem de um grupo diverso de pessoas”, afirmou Shannon Lanier, sexta-bisneta do presidente Thomas Jefferson. “Negros, brancos, hispânicos, americanos nativos, asiáticos, um pouco de tudo – e essa é a melhor representação desse país”.

A diversidade não se dá somente na origem, mas também no gênero – há mulheres no centro da imagem e por toda parte. A recriação lembra que a maioria das pessoas que vive nos EUA estão lá justamente por conta da imigração, e que não retrocesso maior, nesse momento, do que lutar contra aquilo que justamente, entre tantos problemas e tantas qualidades que os Estados Unidos oferecem, é possivelmente sua maior virtude.

© fotos: divulgação/fonte:via

Como uma comunidade ajudou esta mãe vítima de um terrível acidente e abandonada pelo marido a se reerguer

A jovem Courtney Cosper Waldon, de 27 anos, sofreu sérias queimaduras pelo corpo após um acidente com gasolina, quando ateou o combustível em uma fogueira e o mesmo explodiu, deixando-a com 40% do corpo queimado.

Courtney, que mora na Geórgia, nos Estados Unidos, até então era casada, e tem uma filha de 5 anos, a pequena Caroline. Logo após o ocorrido, a jovem foi levada ao hospital, local onde permaneceu internada por meses, sendo que dois deles na Unidade de Terapia Intensiva.

Além de já ter passado por inúmeras cirurgias, Courtney também precisou fazer sete enxertos de pele. Durante os próximos dois anos, a previsão é de que a jovem ainda faça mais 12 cirurgias, todas bancadas por vaquinhas dos amigos.

E como se já não bastasse tanta dor e sofrimento causados pelas queimaduras de 3º grau, Courtney ainda teve de lidar com o abandono do marido, que disse não suportar conviver com ela daquela maneira. Eles estavam casados a apenas 2 meses quando aconteceu o acidente.

A jovem e sua filha tiveram que deixar a casa onde moravam, e passaram a viver com a mãe de Courtney, já que ela estava impossibilitada de trabalhar, e de consequentemente ter uma renda para sustentar uma casa sozinha.

Mas como ainda há esperanças para esse mundo, a jovem foi surpreendida com a ajuda da comunidade, que se mobilizou para construir uma casa nova para ela e Caroline. “Esta seria uma coisa a menos para ela se preocupar, assim ela pode se concentrar em sua filha e na sua completa recuperação”, disse Jon Elis, do Refuge Ministries of West Georgia, ao Dailymail.

Imagens © John Paul Steele/Barcroft Images/fonte:via

Esta casa circular e vertical no meio da floresta foi inspirada pelas árvores

Bem no meio de uma floresta da Cidade do Cabo, na África do Sul, fica a Paarmman Treehouse, um verdadeiro refúgio de tirar o fôlego, projetado pelo escritório de arquitetura Malan Vorster.

A casa, que fica em uma região famosa pela produção de vinho, é composta por torres cilíndricas, e foi toda inspirada nas árvores ao seu redor. Quando Graham Paarman encomendou a casa aos arquitetos Pieter Malan, Jan-Heyn Vorster e Peter Urry, deixou bem claro que não queria algo simétrico, e que fosse imposto a paisagem local.

Pelas fotos, podemos ver que seu desejo foi prontamente atendido. A moradia, totalmente imersa no ambiente, conta com três níveis. No primeiro, fica a área social, no segundo o quarto e, no último, um deck, todo ao ar livre. O mais curioso é que, olhando por fora, você nem imagina que a residência possui somente 64 m². “Você se sente mergulhado no horizonte e, ao mesmo tempo, protegido num casulo”, definiu perfeitamente o proprietário.

Imagens © Dezeen /fonte:via