O pequeno e intrigante rio engolidor de pessoas

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Entre Barden Tower e Bolton Abbey em Yorkshire, Inglaterra, se encontra uma das armadilhas mais perigosas da natureza. É um pequeno fluxo de montanha de aspecto inocente, com cerca de seis metros de extensão, conhecido como Bolton Strid, ou simplesmente ‘Strid’. Mas abaixo da superfície da água há um abismo profundo com poderosas correntes inferiores que puxa alguém que cai nela para uma morte certa. Acredita-se que sequer uma única pessoa que caiu no Strid já saiu de lá viva. Nem mesmo seus corpos.

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James Whitesmith/Flickr

Para entender como um pequeno ribeirão de montanha pode ter uma reputação tão perigosa, basta olhar ao redor. Em menos de 1 metro, este fluxo pequeno se expandirá para um rio substancial de 10 metros de diâmetro. Este é o rio Wharfe, que atravessa Yorkshire, em um pedaço, o rio é forçado a atravessar um espaço estreito, fazendo com que a água obtenha muita velocidade e profundidade. A distância estreita no Strid é apenas uma ilusão, já que ambos as margens estão seriamente prejudicadas. Oculto embaixo há uma rede de cavernas e túneis que guardam todo o resto da água do rio. Ninguém realmente sabe o quão profundo o é o Strid.

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www.thetelegraphandargus.co.uk

Na superfície, o Strid parece tão modesto e as margens tão próximas uma da outra que muitos visitantes entediados no passado assumiram que podiam pular sobre ele, ou atravessar suas pedras, porque parecia possível. Na verdade, acredita-se que o nome Strid venha da palavra “passo”. Há sinais de advertência em árvores ao redor da área que desencorajam as pessoas a tentarem o salto. Ainda há muitas histórias de pessoas escorregando e sendo sugadas implacavelmente nas cavernas subaquáticas e nos túneis erosionados.

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James Whitesmith/Flickr/fonte:via

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Levantamento mostra que Brasil é o país mais perigoso do mundo para ambientalistas

A profissão de ambientalista, que deveria ser celebrada e protegida da mesma forma que tais profissionais lutam pela preservação do meio-ambiente, tornou-se uma profissão de risco, e em especial no Brasil: nunca antes, tantas pessoas foram assassinadas no mundo pela defesa da natureza. E o Brasil segue, há cinco anos, no topo da lista, como o pais mais perigoso do mundo para se ser um ambientalista.

49 mortes foram oficialmente reconhecidas no Brasil no ano passado, por conta da luta pelo meio-ambiente. Os números são da Global Witness, organização inglesa que reúne esses dados desde 2002. No mundo todo, as mortes chegaram a 200 em 2016.

Segundo Bill Kyte, da organização, esses número ainda representam somente parte dessa terrível realidade. “Isso é só a ponta do iceberg. Acreditamos que o número de mortes seja maior, mas nem sempre elas chegam ao conhecimento público, ou suas reais causas são relatadas”, comenta Kyte.

O ambientalista Chico Mendes, assassinado em 1988

Os estados brasileiros onde ocorreu o maior número de assassinatos de ambientalistas foram Rondônia, Maranhão e Pará – não por acaso, todos parte da Amazônia legal. Para a Comissão Pastoral da Terra, o que está por trás de tais números é o avanço da fronteira agrícola e a expansão do agronegócio. “Essas pessoas são muito muito mais que defensores ambientais. Estão lutando por direitos, por território, por terra, por água. Vai muito além da questão ambiental”, afirma a CPT.

Quem luta pela salvação do planeta é assassinado, com a conivência – para dizer o mínimo – de autoridades em todos os setores. Enquanto isso, a ganância e o poder seguem como justificativas aceitáveis para o pior do ser humano – e para a destruição de um planeta de todos, em nome dos poucos que lucram com isso.

© fotos: divulgação/Getty Images/fonte:via

No Japão existe uma incrível lagoa que parece uma pintura de Monet

Água turquesa, muitos lírios d’água e dezenas de carpas douradas e laranjas. Uma pequena lagoa japonesa ficou famosa por sua impressionante beleza, que lembra uma série de pinturas feitas pelo artista impressionista Claude Monet – a semelhança até fez com que a lagoa ficasse conhecida pelo nome do francês.

A “Lagoa de Monet” não tem nome oficial e fica no Santuário Nemichi, um templo do xintoísmo na cidade de Seki, na província de Gifu. Ela era completamente desconhecida até poucos anos atrás, quando sua beleza chamou atenção nas redes sociais e ela até virou destino turístico.

A água cristalina corre pelas montanhas ao redor do santuário até chegar à lagoa, e muda de cor de acordo com a luminosidade, podendo parecer mais verde, azul ou turquesa. A semelhança com a série Les Nymphéas (“Os Nenúfares”), de Monet, é evidente.

As cerca de 250 pinturas foram criadas durante os 30 últimos anos de vida do artista e inspiradas principalmente no jardim aquático da casa de Monet em Giverny. A lagoa japonesa com certeza também poderia inspirar dezenas e dezenas de quadros maravilhosos…

Ops! Essa última é mesmo um quadro de Monet, “Le Pont Japonais”, ou “A Ponte Japonesa”

Fotos: Reprodução/fonte:via

Em meio aos escombros, cão espera por dono morto em terremoto no México

Dona Toñita, de 87 anos, perdeu seu marido, Trinidad, de 97 anos, no terremoto de 7.1 graus de magnitude que atingiu a região da Cidade do México na semana passada. Enquanto ela estava fora de casa alimentando animais no quintal, e por isso sobreviveu ao abalo, ele não conseguiu sair a tempo, e acabou falecendo soterrado pelos escombros da própria casa. Quando as equipes de resgate chegaram ao local, receberam o luto de Dona Toñita, mas logo perceberam uma curiosa cena.

Exatamente ao lado do local onde antes ficava a casa, Jacinto, o cão que por muitos anos acompanhou o senhor Trinidad, permanecia sempre deitado no mesmo ponto.

“Por mais que tentássemos tirá-lo do lugar para remover escombros, ele voltava e deitava justamente no local em que seu dono de 97 anos perdeu a vida”, escreveu em um post no Facebook um dos membros do grupo de trabalho. “Esta é uma mostra gigante de amor e fidelidade de um cão a seu dono falecido”.

Naturalmente o amor de Jacinto po Trinidad vem sendo comparada com a mítica história de Hachiko, o cão japonês da raça Akita que, por mais de 9 anos, voltou diariamente à estação de trem para encontrar seu dono, já falecido, no ponto onde costumavam encontrar-se. Segundo Dona Toñita, Jacinto e Trinidad iam todos os dias juntos trabalhar no campo. Ela afirma que, triste, o cão não deixou o local em que o marido faleceu desde o terremoto.

Jacinto já tornou-se um dos símbolos do difícil luto pelo qual o México passa no momento, com mais de 340 mortos por conta do tremor.

O fiel cão japonês ganhou uma estátua exatamente no ponto em que postava-se diariamente para esperar por seu dono.

© fotos: divulgação/Fonte:via

Este cão se sentiu sozinho e escapou do quintal para abraçar seu amigo

Ninguém resiste ao charme de um labrador. Considerados bastante leais e amigos, estes cães são capazes de espalhar alegria por onde passam. E o labrador Messy provou que sabe mesmo como fazer um amigo feliz.

O cachorro vive na Tailândia com sua tutora Oranit Kittragul e tem um vizinho bastante solitário: o husky Audi. Audi vive do outro lado da rua e seu tutor passa a maior parte do dia fora de casa trabalhando. Quando Audi começa se sentir sozinho demais e chorar, Messy entra em cena. Ele dá algumas latidas para o vizinho e o husky costuma se acalmar com essa comunicação.

Um dia, porém, o tutor de Audi esqueceu de trancar o portão enquanto saía para o trabalho. Foi quando o animal percebeu que era a oportunidade de agradecer seu amigo. O cachorro atravessou a rua e foi correndo dar um belo abraço em Messy. ♥

Todas as fotos © Oranit Kittragul /fonte;via

Na ocasião, Oranit estava por perto para registrar toda a sensibilidade da cena, como mostram as fotos nesta página. A história completa foi contada pelo site The Dodo.