Uma noite ao ar livre nos Alpes: torça para não chover

Que tal dormir a céu aberto em uma montanha com quase 2 mil metros de altura, sem qualquer cobertura ou proteção? E pior, ainda pagar quase 800 Reais para viver essa experiência. Parece loucura, mas existe uma fila de centenas de pessoas esperando pelo seu lugar neste “hotel” suíço.

Esse é o Null Stern. Um hotel que se resume a uma cama de casal, criado-mudo, um par de abajures e nada mais. Sem paredes, sem teto e o único banheiro (público, diga-se de passagem) está localizado a mais de 10 minutos de caminhada. O único luxo é um mordomo que acorda os corajosos hóspedes com uma boa xícara de café e um sanduíche de salame. Uma verdadeira imersão na natureza no alto dos alpes suíços.

Por mais peculiar que pareça, o hotel é um verdadeiro sucesso. Aberto entre a primavera e o outono, todas as noites já estão reservadas e muitos outros possíveis clientes já aguardam sua vez na próxima temporada. Mas fazer sua reserva não é garantia que você realmente viverá essa experiência. Por motivos óbvios, o Hotel se reserva o direito de cancelar sua estadia a qualquer momento em caso de instabilidade climática. Ou seja, além de um bom dinheiro e a coragem, você também precisa de uma boa dose de sorte.

4252D0D200000578-0-image-a-2_1500022390527

4252D0DA00000578-0-image-a-4_1500023204840

4252D0DF00000578-0-image-a-10_1500023239776

4252D0E300000578-0-image-a-12_1500023245362

4252D0EC00000578-0-image-a-5_1500023217706

4252D1D400000578-0-image-a-13_1500023252017

4252D1E100000578-0-image-a-7_1500023229087

Imagens © Caters News/fonte:via

Anúncios

ONG ensina programação para presidiários da Califórnia e o resultado vai te surpreender

Na prisão de San Quentin, a mais antiga da Califórnia, presos estão aprendendo a linguagem da programação. O projeto é da ONG The Last Mile, do empresário Chris Redlitz que, ao dar palestras motivacionais para os presidiários, notou a oportunidade. “As perguntas que eles faziam eram muito inteligentes e vários deles tinham projetos de negócios que queriam realizar”, contou.

Batizado de Code. 7370, o programa consiste em ensinar HTML, CSS, JavaScript e WordPress ao presidiários, além de aprenderem a criar um plano de negócios, caso venham a empreender após a liberdade concedida.

O mais curioso é que a grande maioria nunca teve contato com este tipo de tecnologia, uma vez que entraram para San Quentin muito antes da era da internet. “Há pessoas que nunca acessaram a internet. Muitos deles estão presos há tanto tempo que nunca tiveram a experiência de estar online”, disse Beverly Parenti, esposa de Chris e co-fundadora do Code. 7370.

E o resultado tem sido empolgante. Até agora, nenhum dos participantes do programa retornou à prisão. É um dado bastante animador, visto que estudos apontam que a taxa reincidência de prisioneiros nos EUA é altíssima, passando dos 75%. Isso sem falar que muitos conseguiram empregos no Vale do Silício, ou então tiveram seus projetos comprados por empresários.

O programa cresceu, e já foi expandido para mais cinco prisões norte-americanas. A ideia agora é, além de implantá-lo em cada vez mais presídios, aumentar o leque de ensinamentos, incluindo aulas de webdesign, criação de logomarcas e user experience.

Imagens © Andrew Landini/Reprodução Facebook/fonte:via

Escadas diferentonas que vão deixar sua casa super moderna

As escadas podem parecer algo simples na hora em que se constrói uma casa, mas se pensadas com carinho e criatividade, podem se tornar verdadeiros elementos de decoração do ambiente.

O melhor resultado costuma ser aquele que leva em consideração tanto sua forma quando o espaço em que ela irá ocupar, brincando com formas e cores diferentes e combinando beleza e funcionalidade num único lugar.

Seja grandiosa ou minimalista, as escadas revelam infinitas possibilidades de design. Confira abaixo uma seleção do site My Modern Met com escadas diferentonas que deixam qualquer ambiente super moderno:

Arquitectura en Movimento Workshop

storage associati

Andrew McConnell

Mieke Meijer

Image © Hanne Fuglbjerg

Tron Meyer

Martin Dulanto Sangalli

Via © My Modern Met /fonte:via

Fotos retratam a simetria de nadadores e dão inexplicável satisfação a quem vê

A fotógrafa Maria Svarbova, baseada na Eslováquia, costuma reproduzir imagens expressivas que visam explorar as ações cotidianas, mas que trazem um novo olhar para a rotina. Com um toque de modernismo, a artista se interessa pela repetição, fato que fica evidente no seu projeto com nadadores.

Clicadas em diversas piscinas eslovacas que remetem a época do socialismo, as imagens pertencem a diversas séries diferentes, como Swimming Pool, Origins e The Tribune, e cada uma delas ilustra com precisão os padrões de repetição e a simetria característica do esporte.

Isto fica evidente nas poses monótonas das nadadoras que, de acordo com Maria, “são tão lisas e frias como os azulejos das piscinas”. Em algumas imagens, vários modelos aparecem, já em outras, a fotógrafa manipulou digitalmente para que o mesmo indivíduo fosse replicado, enfatizando a uniformidade e o surrealismo das cenas.

Imagens © Maria Svarbova/fonte:via