A pequena e incrível ilha japonesa conhecida como a ‘Pérola do Oriente’

Por mais que pareça que todo canto do planeta já tenha sido devidamente documentado, explorado e registrado – e que não existe mais nenhum local incrível e novo para se descobrir e incluir naquela lista imaginária de lugares que você precisa conhecer – sempre haverá uma nova ilha, uma praia deserta, uma pequena cidade que se revela como uma pequena porção do paraíso na Terra. Pois pode anotar: esse lugar é a ilha de Yoron, no Japão.

Trata-se de uma pequena ilha tropical, com somente 23 km de circunferência e cerca de 6 mil moradores que vivem cercados de águas diáfanas e recifes de corais esplendorosos. Rodeada por outras ilhas e localizada a 25 km do continente, não é por acaso que Yoron é conhecida como a “Pérola do oriente”, um lugar perfeito para o mergulho, a prática de esportes marinhos, ou para simplesmente se curtir os prazeres da exuberância natural do local.

Uma das mais curiosas atrações de Yoron é a praia de Yurigahama. Seu apelido de “Praia fantasma” é perfeitamente ilustrativo: ela só aparece duas ou três vezes por mês, durante a maré baixa. Localizada a 1,5 km da costa, ela é, na realidade, um banco de areia que te permite deitar-se e pegar um sol no meio do mar, em um diminuto pedaço de areia sempre prestes a desaparecer.

Para ilustrar o quão especial é o lugar, alguns grãos de areia de suas praias possuem o formato de pequenas estrelas. A lenda diz que se você conseguir reunir um número de estrelas de areia equivalente à sua idade, a prosperidade estará garantida em sua vida.

Os moradores de Yoron vivem da pesca, do turismo e do cultivo de cana de açúcar, mas convenhamos que não é preciso de muito mais quando se vive em um lugar como esse.

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Câmara fúnebre com mais de 6 mil anos é encontrada por arqueólogos perto de Stonehenge

Um dos mais populares e estudados sítios arqueológicos da humanidade, o monumento pré-histórico de Stonehenge, na Inglaterra, é também um dos mais misteriosos marcos da história da humanidade. A descoberta de uma possível câmara fúnebre com cerca de 5.700 anos próxima às pedras de Stonehenge soma ainda mais camadas e complexidades à herança histórica do local.

A descoberta teve início através de fotografias aéreas, que mostravam marcas no solo indicando que poderia haver algo mais enterrado. Bastaram as escavações começarem para revelarem a presença de um grande objeto soterrado, com cerca de 26 metros de comprimento por 20 metros de largura.

Outras câmaras similares já foram encontradas no local, a maioria com dezenas de ossadas de pessoas e animais – incluindo vacas, visto que os povos antigos da região foram provavelmente um dos primeiros a domesticarem o animal.

Acredita-se que Stonehenge foi primeiro construído como de fato como uma espécie de cemitério, e aos poucos novos sentidos foram aplicados ao monumento, como um marcador de tempo e de ciclos agrícolas e um observatório astronômico.

As primeiras construções possuem mais de 500 anos, e essa descoberta recente, porém, é mais antiga que tudo que havia sido encontrado até então por ali.

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Máquina de criptografia nazista é leiloada por R$ 165 mil

Os mercados de pulgas, feiras e as vendas de garagem na maior parte dos casos podem servir como vitrines para curiosidades, quinquilharias, antiguidades e outros objetos serem vendidos por alguns trocados. De quando em quando, porém, podem também oferecer tesouros escondidos – e esse foi o caso do professor de criptologia, que encontrou uma máquina Enigma, utilizada pelos nazistas durante a segunda guerra mundial, ainda em perfeito estado e funcionando, à venda em um mercado de pulgas em Bucareste, na Romênia.

A máquina era utilizada para transformar mensagens normais em textos ilegíveis, codificados e somente traduzíveis pelo destinatário que possuía a “chave secreta” (a informação, o algoritmo, a lógica ou a matemática que poderia “traduzir” a mensagem ao seu formato legível original).

O professor sabia perfeitamente que havia encontrado um tesouro quando avistou a Enigma sendo vendida por míseros 100 euros (cerca de 370 reais). Frio e calculista ele não demonstrou qualquer emoção, e comprou a máquina.

Rapidamente ele a colocou em um leilão, sob um lance inicia de nada menos que 9 mil euros, ou cerca de 33 mil reais. Poucos dias depois o leilão chegou a seu fim, com a máquina alcançando o valor de 45 mil euros, ou 165 mil reais. Poucos exemplares desse tipo de máquina, originais e funcionando, restam no mundo, e o valor alcançado por esse leilão sequer é o mais alto já registrado por uma Enigma.

Para além da estranha e um tanto sintomática valorização que a memorabilia nazista costuma alcançar, a raridade e a peculiaridade do artefato garantiram ao professor um lucro e tanto. Vale manter os olhos bem abertos e as emoções bastante controladas na próxima visita que fizer a uma dessas feiras – sempre pode haver um tesouro esquecido.

© fotos: Reuters/divulgação/fonte:via

A artista italiana que transforma comida derramada em arte

Se para a maioria de nós o processo de criação artística é um enigma, para outros é tão natural e fluido quanto comer. E a artista italiana Giulia Bernardelli justamente encontra inspiração e enxerga uma pintura em potencial em cada gota de comida derramada. Molhos, sorvetes derretidos, geleias, mas principalmente café se transformam em tinta nas mãos de Giulia no instante em que tocam a superfície.

“Eu decidi trocar o pincel por aquilo que a natureza nos oferece, como folhas, a casca de uma fruta, ou simplesmente comida”, ela disse. “Nunca planejo meu trabalho com antecedência. Por exemplo, quando tomo um café, eu reflito sobre as nuances que poderia criar se eu simplesmente o derramasse sobre a mesa”. E são várias de fato as nuances, criadas com incrível precisão e técnica, que fazem parecer que seu enorme talento é algo displicente feito derramar uma bebida.

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