Esta vila colorida e movida a energia solar foi criada para pessoas em situação de rua na Holanda

A maneira com que uma sociedade trata as pessoas em dificuldade pode ser, da mesma forma que se diz sobre como uma sociedade trata os animais, uma bela medida de como tal sociedade de fato é. Sob tal perspectiva, o gesto de um escritório de arquitetura na Holanda para lidar com pessoas em situação de rua revela um bocado sobre tal compromisso social no país.

 

No lugar de expulsões, prisões ou jatos de água gelada, o estúdio Elmo Vermijs, em parceria com uma organização de habitação social, decidiu por criar uma aldeia projetada especialmente para ajudar tais pessoas, e elevar imediatamente a qualidade de vida de quem até então estava na rua.

Bonitas, coloridas, equipadas com energia solar, e construídas em um local abundantemente verdade, as casas foram projetadas para moradores que sofrem de doenças mentais, dependência química, ou para quem simplesmente apresente dificuldades de convívio em ambientes tradicionais.

Se normalmente os abrigos oferecem moradia temporária, na Skaeve Huse, localizada nos arredores da cidade de Eindhoven, as casas podem ser ocupadas por tempo indeterminado, de acordo com a demanda de cada história.

A energia solar não só faz as casas ecologicamente sustentáveis, como também anula custos com contas de luz. As casas são propositalmente pequenas e, mantendo toda possibilidade de privacidade, elas são também interconectadas, mantendo assim o espírito comunitário, e combatendo a solidão e o isolamento.

© fotos: divulgação/fonte:via

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Vídeo registra o show de uma baleia com mais de 40 toneladas saltando na água

Baleias-jubarte costumam aparecer na costa brasileira durante o inverno, período de migração da espécie. O mesmo acontece na África do Sul, onde biólogos e fotógrafos se reúnem para acompanhar a passagem de vários animais marinhos. Um mergulhador parece ter feito um inédito registro de uma dessas baleias saltando no mar.

Craig Capehart estava com três colegas em Mbotyi, na província do Cabo Oriental, em um raro dia em que o oceano estava calmo, sem vento ou grandes ondas. Eles acompanhavam a migração das sardinhas, que nadam em massa subindo pela costa da África Oriental. O objetivo era filmar a ação de predadores como golfinhos e tubarões que gostam de cercar os cardumes para se alimentar.

Durante a maior parte do tempo que eles passam em alto mar, não há muito o que fazer além de esperar horas até que o próximo cardume apareça. E a migração das baleias é um espetáculo interessante para distrair. Craig filmou algumas jubarte, incluindo uma mãe com seu filhote e um adulto nadando de costas até saltar da água.

Craig estima que o espécime pese cerca de 40 toneladas e acredita que essa foi a primeira vez em que uma baleia-jubarte foi filmada pulando, chegando a ficar com 100% do corpo para fora da água, o que mostra a raridade do evento.

Confira o vídeo com vários registros das baleias – o momento em que o macho dá o grande salto começa por volta de 1:27.

Fotos: Reprodução/Craig Capehart/fonte:via

Após uma vida de maus tratos, veja a felicidade deste urso ao nadar pela primeira vez

Muitos antigos costumes criados eram tão cruéis e sem sentido que com o passar dos anos foram extintos. No entanto, alguns deles sobreviveram ao tempo e duram até hoje. A antiga medicina asiática mantém muitas tradições centenárias. Uma delas é o que se acredita ser um remédio milagroso a base da bile retirada de ursos.

Os animais são mantidos em jaulas minúsculas durante toda sua vida e ainda utilizam uma espécie de colete de ferro que lembra um ‘espartilho’ que aperta e fere seu corpo, agindo como um objeto eterno de tortura.Já a retirada da bile é feita através de uma ferida que fica aberta em sua barriga em tempo integral com ajuda do colete de ferro.

Este absurdo continua acontecendo na Ásia, mas felizmente existem organizações que lutam para combater a prática. Uma delas é a Animals Asia, que trabalha ativamente para acabar com essa tortura animal. Tuffy foi um dos ursos que deu a sorte de ser encontrado pelos voluntários da ONG.

Durante toda sua vida – 9 anos – ele viveu em uma jaula numa fábrica de bile no interior do Vietnã, sendo torturado por conta de uma superstição. Um dia a Animals Asia conseguiu resgatá-lo e, depois de tratado de seus ferimentos e recuperado totalmente, Tuffy foi levado para uma reserva natural.

No vídeo abaixo, Tuffy contempla a liberdade pela primeira vez após ser resgatado e estar recuperado. É possível sentir a felicidade do animal:


Tuffy ainda enjaulado


O urso já recuperado e finalmente livre


O terrível colete que os ursos são obrigados a usar para que lhes retirem a bile


Em liberdade!


Em liberdade!


Finalmente livre!

fonte:via

Fotógrafa retrata a luta de seus pais contra o câncer em ensaio tocante

Em 2013, a família da fotógrafa norte-americana Nancy Borowick sofreu um baque: Seu pai, Howie, foi diagnosticado com câncer em estágio avançado, sendo que sua mãe, Laurel, já vivia com a doença fazia anos. Os dois enfrentaram o tratamento juntos, e além de cuidar dos dois, Nancy aproveitou para documentar a luta pela vida através de suas lentes.

No ano seguinte, Howie, faleceu, e em 2015 foi a vez de Laurel. Agora, a fotógrafa lança o livro “The Family Imprint – A Daughter’s Portrait of Love and Loss” (algo como “Impressão Familiar – Retratos de Amor e Perda por uma Filha”), que a ajudou a lidar com as partidas.

As fotografias, sempre em preto e branco, documentam os tratamentos contra o câncer, incluindo as sessões de quimioterapia, a união da família e também os momentos felizes durante a batalha. “O câncer deu à minha família um presente duro, mas valioso: a consciência do tempo”, diz Nancy.

A jornada fotográfica acompanhou Nancy e Laurel em busca de riscar itens da lista de coisas que a mãe gostaria de fazer antes de morrer. Quando se lembra dos anos difíceis que se passaram, a fotógrafa não pensa no medo que sentia, mas nas gargalhadas que a família compartilhou, dos jantares caprichados, de danças na cozinha e de longas conversas com os parentes.

Cada um lida com seus medos, especialmente a morte, do seu próprio jeito”, escreveu Nancy. “Minha família se apoiou no bom humor para enfrentar os tempos difíceis. (…) Ao confrontar o que eu mais temia usando minha câmera como escudo, pude passar pelo trauma antecipado e realmente aproveitar o tempo que nos restava. Meus pais eram a definição de força e coragem, e ver essas imagens me lembra da importância de não deixar o medo me atrasar”, reflete.

fonte:via