Fotógrafa retrata partes de cadáveres para lidar melhor com a morte e mostrar a beleza interior do corpo humano

A beleza das formas do corpo humano fascina e serve como inspiração e matéria prima para artistas desde sempre. A artista inglesa Mia-Jane Harris leva tal fascínio e interesse às profundezas da beleza do corpo humano – literalmente: as fotografias que formam o projeto Beautiful Corpses (Cadáveres Lindos, em português) registram em detalhes abstratos e closes impressionantes partes mortas do corpo humano.

 

Entre diferentes e intrigantes texturas, camadas, padrões, dobras, cores e formas de dentro do corpo humano, o trabalho de Harris parece desafiar aspectos da ciência, da estética e até da filosofia – tendo a morte indiretamente como tema de fundo de todo seu trabalho.

“Minha arte se aprofunda na curiosa, fascinante, estranha e mórbida beleza. Procuro intrigar o espectador e traze-lo ao meu mundo com objetos estranhos e curiosidade mórbida para manipular suas emoções diante do tema da mortalidade”, afirma.

O tempo também é, portanto, assunto de fundo do trabalho de Harris, que trabalhou por anos em museus médicos e mortuários, e as formas e a proximidade com cadáveres a inspirou a criar e tentar romper o tabu de se ver a morte tão de perto.

A maioria dos corpos fotografados para o projeto são de pessoas que viveram há cerca de 100 e 200 anos, e que tiveram suas partes preservadas em formol.

© fotos: Mia-Jane Harris/fonte:via

Comunidade urbana autossuficiente é opção para quem quer viver fora do sistema

Se você sempre quis viver em uma ecovila autossuficiente, mas não tinha planos de deixar a cidade, então esta alternativa que está entrando em funcionamento na Holanda pode ser a ideal para colocar este projeto em prática. A primeira comunidade piloto da ReGen Villages está sendo criada em Almere, na Holanda, e deverá contar com 25 casas inicialmente, de acordo com informações do Ciclo Vivo.

O projeto, desenvolvido pelo escritório de arquitetura EFFEKT, prevê a criação de uma espécie de bairro do futuro, completamente autossuficiente. Caso o funcionamento dê certo, espera-se que o bairro inicial seja ampliado para contemplar 100 residências.

Tudo na ecovila deve funcionar com o máximo de eficiência e sustentabilidade. Para isso, o conceito prevê casas capazes de gerar e armazenar energias renováveis, bem como a gestão da água, com captação e reuso deste recurso. Alimentos orgânicos serão produzidos no local, que também contará com um sistema de aquaponia, que mistura agricultura com a criação de peixes, de acordo com o site do projeto. Além disso, os resíduos gerados pelas residências serão transformados em novos recursos através de reciclagem e compostagem.

O escritório responsável pelo projeto também busca expandir a ideia. Nesse sentido, está sendo avaliada a possibilidade de replicar o modelo em outros países, como Suécia, Dinamarca, Noruega, Alemanha, Bélgica, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Os interessados em viver em uma destas vilas já podem se cadastrar através do site da iniciativa – que já recebeu mais de 10 mil contatos vindos de diversas partes do mundo.

Foto: Divulgação/fonte:via

Essa é a garrafa de vinho mais antiga do mundo que se mantém fechada desde o século 4

Tudo bem que vinhos envelhecidos costumam ser mais sofisticados. Porém, ainda não se tem notícia de vinhos com um tempo de guarda de 16 séculos. Apesar disso, é essa a idade da garrafa de vinho mais antiga do mundo, que se mantém fechada desde o século 4, segundo informações do My Modern Met.

Foto: Altera levatur

A garrafa, que ficou conhecida como Römerwein, foi encontrada durante escavações na tumba de um nobre romano, em 1867. Estima-se que a bebida tenha sido produzida entre os anos 325 e 359 da nossa era. Os pesquisadores ainda não sabem precisar o que aconteceria com o líquido caso a garrafa fosse aberta – portanto, ninguém se atreveu a remover sua rolha feita de cera e azeite.

Foto: Immanuel Giel

Com 1,5 litros, a garrafa está exposta atualmente no Museu Histórico de Palatine, em Speyer, Alemanha. Ao Daily Mail, a especialista em vinhos Monika Christmann teria dito que o líquido provavelmente não está estragado, embora não deva ser agradável ao paladar. Além disso, é improvável que a garrafa resguarde ainda suas propriedades etílicas, pois o álcool teria evaporado ao longo do tempo.

Foto: Museu Histórico de Palatine/fonte:via

A pequena vila norueguesa localizada na cidade mais ao norte do mundo

Hammerfest, na Noruega, é considerada a cidade mais ao norte do mundo. Com pouco mais de 10 mil habitantes, situa-se na ilha de Kvalo, a 480 km a norte do Círculo Polar Ártico.

E a fotojornalista norte-americana Greta Rybus foi até lá para retratar suas pequenas vilas através de imagens incríveis. “É um local que quase ninguém conhece. Até mesmo os noruegueses raramente o visitam”, contou.

Greta clicou uma de suas comunidades em particular, Akkarfjord, que conta com apenas 80 habitantes. Apesar da baixíssima densidade demográfica, o local possui uma escola local, correios e supermercados, além de um pub, aberto apenas em ocasiões especiais e aniversários.

A principal atividade local é a pesca e, por estar bem ao norte, a vila conta com um inverno bastante rigoroso, com nevascas e ventanias intensas. “Fui levada pelo vento algumas vezes, como um personagem de desenho animado, com os pés voando acima da minha cabeça”, disse a fotógrafa.

A julgar pelas imagens feitas por Greta, o lugar é impressionante. Mesmo tão distante, a vontade é de fazer as malas e ir correndo (ou voando) para lá! Confira:

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Todas as fotos © Greta Rybus/fonte:via