A beleza tranquila de jovens monges na Birmânia

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O engenheiro e fotógrafo brasileiro Marcelo Castro é apaixonado por viagens, e aproveitou para juntar sua profissão de engenheiro elétrico, que demanda viajar por todo o mundo a trabalho, com a fotografia, sua outra paixão.

Uma de suas mais marcantes viagens foi para Old Bagan, na Birmânia, no sul da Ásia. Nela, Marcelo encontrou um grupo de jovens monges, e os clicou em imagens espetaculares. Uma delas, inclusive, ganhou um prêmio da famosa publicação National Geographic.

De acordo com o fotógrafo, a viagem e o monastério foram transformadores. “Eles são felizes, acolhedores, convidativos e abertos. Criaram um ambiente de paz e calmaria que me fez querer ficar por lá“, disse.

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Todas as fotos © Marcelo Castro/fonte:via

As incríveis fotografias que um jovem e desconhecido David Bowie realizou em 1967 para seu primeiro disco

Hoje David Bowie se tornou um artista maior do que a própria vida, que atravessou 50 anos de uma carreira inquietamente exemplar em criatividade eruptiva e constante mutação como um dos maiores nomes da história do rock – para se imortalizar depois de lançar um de seus melhores discos, dias antes de sua morte, em janeiro de 2016. Em 1967, porém, quando do lançamento de seu primeiro disco, Bowie era somente um jovem músico em início de carreira, com os cabelos ainda denunciando a forte influência dos Beatles, começando a luta para conquistar um lugar ao sol no efervescente cenário musical inglês de então.

As fotos aqui dispostas foram tiradas como material para seu disco de estreia pelo fotógrafo Gerald Fearnley. “Eu não me lembro a razão pela qual eu tirei essas fotos, mas provavelmente foi por eu ser a única pessoa que ele conhecia com uma câmera e um estúdio”, disse Fearnley.

Anos antes da era dos grandes personagens que viriam a compor sua carreira, como Ziggy Stardust e The Thin White Duke, no disco de estreia se vê nascer o primeiro desses personagens: o próprio David Bowie, que abandonava seu nome de batismo, Davy Jones, para começar a formar o artista revolucionário que viria a se tornar.

Seu disco de estreia, no entanto, não provocou maiores comoções – totalmente eclipsado por uma cruel ironia do destino, pois o disco foi lançado no mesmo dia que Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, que se tornaria o disco mais importante dos Beatles e da própria década de 1960. Bowie era ainda um ator e mímico – como mostram muitos maneirismos e a maquiagem nas imagens – se transformando em um cantor e compositor. As fotos , muitas delas inéditas, foram reunidas por Fearnley no livro Bowie Unseen: Portraits of an Artist as a Young Man (Bowie Inédito: Retratos de um Artista Quando Jovem).

As constantes transformações viriam a se tornar o grande combustível de sua carreira. Aliadas ao enorme talento para escrever canções, ao privilegiado timbre vocal e à inquietação que lhe foi peculiar, olhar aqui o jovem Bowie sabendo do artista que se tornaria é embarcar em uma singela e furiosa viagem no tempo, para frente e para trás, com um pé constantemente em um futuro sempre por vir.

A foto que viria a se tornar capa do primeiro disco de Bowie

 

© fotos: Gerald Fearnley/fonte:via

Série fotográfica retrata o dia a dia da primeira lutadora transexual de Muay Thai na Tailândia

Quando nasceu, há 21 anos, Rose foi registrada como Somros Polchareon. Hoje, rebatizada como Nong Rose Baan Charoensuk, é uma reconhecida lutadora transsexual de Muay Thai no seu país, a Tailândia.

Rose luta desde os 8 anos de idade, por influência de um tio, e conta que precisou enfrentar muita resistência por parte dos seus adversários, que não admitiam lutar contra ela. “Eles falavam que seria constrangedor independentemente se ganhassem ou perdessem”, disse à Reuters.

A lutadora já conta com mais de 300 lutas no currículo, tendo vencido metade delas, 30 por nocaute. Ainda que esteja quebrando barreiras, Rose não é a primeira lutadora trans do seu país. Parinya “Nong Toom” Charoenphol foi a primeira que se tem conhecimento, fazendo bastante sucesso nos anos 90 e, após uma longa pausa, voltou aos ringues em 2006.

E apesar da Tailândia ser vista como um paraíso para os transexuais, muitos deles alegam serem tratados com desprezo. Inclusive, não é possível alterar o gênero em documentos de identidade, mesmo com uma lei contra a discriminação de gênero tendo entrado em vigor em 2015.

 

 

Imagens © Reuters/Athit Perawongmetha/fonte:via

Cânions do Sul do Brasil estão a caminho de se tornar patrimônio mundial

 

O secretário de turismo, esporte e cultura do estado de Santa Catarina, Leonel Pavam, assinou na última sexta-feira uma ordem de serviço para começarem os estudos e processos de criação do Geoparque Caminhos dos Cânions do Sul. Envolvendo os municípios de Praia Grande, Jacinto Machado, Timbé do Sul e Morro Grande, a criação do parque reunindo os cânions no sul do estado são o primeiro passo para que a região possa se candidatar à Rede Mundial de Geoparques, ligada à UNESCO – e possam se tornar patrimônio mundial.

Os estudos de rochas, solo e geografia levarão cerca de seis meses, e também fazem parte do processo de candidatura. Denotando áreas naturais de alto valor geológico, os critérios para se fazer parte da Rede envolvem também o respeito às características naturais da região e aos valores humanos. O parque envolverá municípios de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, reunindo cânions localizados em sua maioria na fronteira dos dois estados.

Em toda a América Latina, os cânions do sul podem se juntar a uma enxuta lista de locais que pertencem à Rede Mundial de Geoparques, com as Grutas do Palácio, no Uruguai, os parques Comarca Minera e Mixteca Alta, no México, além do Geoparque de Araripe, no Ceará. A candidatura visa trazer mais turistas e maiores investimentos para a região.

 

© fotos: Creative Commons/fonte:via