Restaurante combate desperdício criando pratos incríveis com alimentos que iriam para o lixo

Anualmente, 1,3 bilhões de quilos de alimentos são desperdiçados em todo o mundo. Isso é equivalente a praticamente um terço de toda a produção mundial. É muita coisa indo pro lixo. Isso sem falar do desperdício causado durante todo o processo, como a água que foi inutilmente usada e todo o CO2 gerado.

Para tentar diminuir esse gigantesco impacto ambiental que todo esse sistema causa, quatro amigos holandeses resolveram se unir, e juntos abriram o restaurante Instock, que utiliza somente comida que seria descartada. Com três unidades espalhadas pela Europa (Amsterdã, Utrecht e Haia), eles chegam a reaproveitar 8 mil quilos de alimentos por mês.

Diariamente, na primeira hora da manhã, funcionários passam por alguns supermercados recolhendo produtos que não são mais considerados próprios para consumo, mas não porque estão ruins, e sim por estarem “feios” ou com um leve machucado, por exemplo. Inclusive, o restaurante faz questão de ressaltar que todos os alimentos são seguros para consumo.

E como nunca se sabe quais alimentos serão resgatados no dia, o cardápio é sempre uma surpresa para o cliente, já que os chefs precisam usar a criatividade para fazer os pratos com o que foi recolhido nos mercados naquele dia. E pelas fotos do local, as comidas não deixam nada a desejar, sendo muito apetitosas, inclusive. Uma maneira simples e maravilhosa de realmente fazer a diferença!

Imagens © Divulgação /fonte:via

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Você precisa conhecer Suki, o gato mais aventureiro e viajado dos últimos tempos

Suki, um lindo gato de bengala que vive no Canadá, gosta de uma aventura. Junto com seus tutores, ele está sempre com o pé na estrada explorando as lindas e grandiosas paisagens do seu país.

Sua coloração, que parece uma pintura de tão perfeita, contrasta com os lugares onde passa, criando belas fotografias para guardar de recordação no álbum de viagem da família – e na conta de Suki no Instagram também, que tem feito o maior sucesso na internet.

No Instagram, chamado de Suki The Cat, há desde fotografias mais simples, mostrando o cotidiano do gatíneo, até as mais ousadas, onde Suki faz passeios de canoa e conhece florestas, cachoeiras e os Grandes Lagos.

Apesar de sua humana admitir que muitas vezes edita as cores para criar mais contraste entre os objetos e o gato, há diversos vídeos postados onde ela conta não ter mexido, sendo possível ver que Suki é realmente maravilhoso. “Eu realmente gosto de brincar com as fotografias para criar um pouco mais de magia”, disse. Confira abaixo:

 

Imagens © Suki The Cat /fonte:via

20 pessoas que encontraram seus gêmeos em quadros célebres em museus

 

que tem um gêmeo em algum canto do planeta e não importa: ele pode ter vivido em qualquer época. Talvez isso seja mesmo verdade – se precisar de provas, apenas visite um museu de arte ou história.

Algumas pessoas pelo mundo estão se encontrando nas coleções de instituições de renome e tirando fotos com seus gêmeos eternizados na arte. As semelhanças muitas vezes são estranhas e é como se essas pessoas estivessem pousando para a pintura ou diante da obra feita em homenagem a eles mesmas.

Pessoas que acham seus sócias em quadros de museus sempre existiram ao longo do tempo, mas o Museu da civilização em Quebec, no Canadá, fará com que isso aconteça ainda mais.

Um projeto chamado ‘My 2000-Year-Old Double’ – algo como: ‘meu sócia de 2 mil anos’ – compararão fotos de pessoas com uma obra greco-romana ou egípcia que seja semelhante ao rosto usando um software de reconhecimento facial.

Os resultados serão revelados em outubro de 2018.

Entretanto, confira quem já descobriu seu gêmeo em algum museu pelo mundo:


Davidurbon


ArdhaChandrasana


WreckedTangled


Ross W. Duffin


pepesilvia


datman510


@_Melbourneer_


Davidurbon


@artinstitutechi


@1999n12y27

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

A imigrante italiana que se formou em nutrição aos 87 anos escreveu o TCC inteiro à mão

Os cabelos brancos de Luísa Valencic Ficara contrastaram com a juventude dos colegas durante sua formatura. Nascida na Itália, Luísa imigrou para a América do Sul durante a Segunda Guerra Mundial, viveu em três países sul-americanos e se estabeleceu em Jundiaí, no interior de São Paulo. Aos 87 anos, ela acaba de se formar em nutrição.

Dona Luísa, como é conhecida, vive na cidade há 40 anos. Após o falecimento do marido e de sua irmã, ela decidiu voltar a estudar para se manter ocupada. Foi assim que surgiu a ideia de se matricular no curso de nutrição do  Centro Universitário Padre Anchieta.

A graduação foi concluída após seis anos de estudos, com um TCC sobre a cana-de-açúcar no Brasil. Segundo informações do Grupo Anchieta, todo o trabalho foi escrito à mão. Colegas, professores e funcionários da instituição ajudaram com a parte da digitação, configuração e impressão do trabalho, para apoiar Dona Luísa.

Mas a graduação não é o limite para a idosa. Ela, que também frequenta aulas de alemão, inglês e francês, já está pensando em ingressar em um curso de pós-graduação para continuar estudando, segundo contou ao G1.

 

Fotos: Art Final Eventos e Grupo Anchieta /fonte:via

Por que será que existem girafas ‘albinas’ no Quênia?

Ambientalistas descobriram duas girafas brancas no norte do Quênia, animais impressionantemente maravilhosos. A mãe e o bebê foram filmados por guardas florestais para o Programa de Conservação Hirola (HCP), enquanto caminhavam calmamente. Porém fizeram uma pausa marota para olhar a câmera.

A dupla tem leucismo – o que também foi o caso de um tigre pálido recentemente descoberto na Índia. Diferente do albinismo, a condição genética ocorre devido a níveis reduzidos de diferentes pigmentos nas células da pele. Curiosamente, a girafa bebê ainda apresentava traços proeminentes de articulação que parecem desaparecer, enquanto a pele da mãe está completamente branca.

Os guardas ouviram os aldeões falarem pela primeira vez sobre as girafas brancas e se apressaram para ver os animais. O vídeo revela a mãe passando de um lado para o outro, pois o bebê permanece em segundo plano. O ritmo da mãe é realmente um sinal para avisar que o filhote deve se esconder nos arbustos. Este é um comportamento característico das mães que para proteger seus filhos na natureza.

O aparecimento de girafas brancas na área é algo bastante novo. O HCP observando que anteriormente havia apenas dois avistamentos conhecidos no Quênia e na Tanzânia. Esta é a primeira vez, no entanto, que uma girafa branca foi filmada. Como os avistamentos estão se tornando mais comuns na área, os membros da comunidade se preocupam em relatar cada ocorrência.

 

Imagens: Reprodução YouTube/fonte:via

O império africano que conquistou o Egito e chegou ao Oriente Médio mas acabou esquecido pela história

Quando pensamos em antigas e poderosas civilizações africanas, naturalmente o que nos vem à cabeça é a egípcia. Aprendemos na escola sobre sua grandeza, suas riquezas e sua importância, assim como temos em suas heranças arqueológicas verdadeiras maravilhas do passado da humanidade. Há, porém, um outro antigo reino africano, que não só nos deixou também tesouros da arqueologia – incluindo mais de 300 pirâmides que permanecem intactas há 3 mil anos – como chegou a conquistar e governar o próprio Egito por algumas décadas, mas que a história simplesmente esqueceu.

 

Todas as imagens dispostas nessa matéria são de tesouros arqueológicos do reino de Kush

Trata-se do reino de Kush (ou Cuxe), formado por agricultores, artesãos e mercadores que chegaram a rivalizar em riqueza com os faraós. Os cuchitas possuíam minas de ouro e terras férteis e, pasmem, as mulheres podiam governar como rainhas por direito próprio.

O obscurantismo religioso, e principalmente o eurocentrismo que reina ao se resgatar e contar a história do continente africano – como também absurdamente acontece aqui na América Latina, o que se conta, afinal, é a história da África da perspectiva da presença dos europeus por lá – , a história do reino de Kush permanece um tanto misteriosa e esburacada.

O reino era localizado à beira do Nilo, onde hoje fica o Sudão – e essa posição privilegiada na rota comercial da época ajudou a construir a riqueza e o poder cuchita. A conquista do Egito se deu no século VIII a.C., onde os reis cuchitas reinaram como faraós por quase um século.

Estátua de um rei Kush

O declínio do reino é também misterioso, e teria acontecido entre o século II e o ano de 350, por conta de uma invasão etíope do reino de Axum, mas tal conclusão é altamente controversa entre historiadores. Sua língua e escrita estão praticamente desaparecidas, assim como boa parte de sua história.

 

“Talvez no futuro será possível ensinar algo sobre a história da África. Mas até o momento não há nenhuma ou quase nenhuma: só existe a história dos europeus na África.”

“O resto é escuridão, assim como ocorre com a história pré-europeia e a pré-colombiana na América. Uma escuridão que não é sujeito para a história”, comentou o grande historiador britânico Hugh Trevor-Roper, em 1965 – algo que não só lamentavelmente permanece atualmente, como ilustra perfeitamente a maneira como a história oficial funciona.

 

© fotos: divulgação/Getty Images/fonte:via

O procedimento de clonagem sul coreano que promete trazer seu cão falecido de volta

Não se trata da trama do filme Cemitério Maldito, em que um falecido gato, enterrado em um misterioso cemitério indígena, volta à vida, mas sim de um complexo processo científico oferecido por uma empresa sul-coreana. A Fundação Sooam de Pesquisa Biotecnológica, da Coreia do Sul, pode “ressuscitar” seu pet através da clonagem. O custo? 100 mil dólares.

Cães clonados dentro dos laboratórios da fundação

Especializados em clonagem de porcos e gado para pesquisas científicas, a fundação garante que a clonagem cães é, em verdade, seu serviço mais requisitado – foram quase 800 cachorros “trazidos de volta à vida” desde 2006. Entre príncipes, celebridades, bilionários, são diversos os clientes que pagaram essa pequena fortuna para terem um clone de seus antigos animais de estimação.

O processo leva cerca de dois meses, e pode soar um tanto mórbido: primeiro é preciso enrolar o corpo do cão em toalhas molhadas e colocado-lo em uma geladeira – não no congelador, que fique claro. Depois de entregar o cadáver à empresa, uma célula madura do cão é misturada com um óvulo em que o material genético anterior foi devidamente retirado, e implantar o embrião em uma “mãe” canina. Dois meses depois, seu cãozinho está de volta, como um filhote.

A prática é controversa, mas o fundador da empresa, Hwang Woo-Suk – que já se envolveu em diversos processos jurídicos por questões éticas – afirma que a felicidade das pessoas (junto de seu dinheiro) faz tudo valer a pena. “É como se eles tivessem encontrado uma criança desaparecida”, afirma. “Um momento de pura alegria, que me lembra a razão pela qual faço isso”.

O controverso Dr. Hwang Woo-Suk com dois de seus cães clonados

O próximo ambicioso projeto da empresa de Woo-Suk é simplesmente clonar um mamute a partir de restos congelados encontrados na Sibéria. Difícil será encontrar uma família para adotar esse filhote.

 

© fotos: divulgação/Getty Images/fonte:via