Ela usa a fotografia para escancarar a infelicidade de animais presos em cativeiro

Basta visitar zoológicos em qualquer lugar do mundo para perceber o óbvio: a tristeza dos animais aprisionados é idêntica a de qualquer pessoa aprisionada, impedida de estar com seus familiares, amigos, de expressar sua própria natureza. A destruição da saúde física e emocional dos animais confinados é o duro sentimento registrado pela fotógrafa Jo-Anne McArthur em seu livro Captive (Cativo, ou prisioneiro).

 

Apartados de qualquer alegria ou propósito, os animais aprisionados na maioria dos zoológicos e aquários – salvos os raros esforços de instituições para oferecer santuários ou locais apropriados para a vida saudável dos animais – acabam em frangalhos, impedidos de viverem aquilo para o qual nasceram: correr, voar, nadar, explorar.

Olhar as fotos de McArthur é se confrontar com a crueldade do uso de animais para o entretenimento – mas compreender a gravidade de tal prática ancestral é o primeiro passo para a conscientização, urgente, na direção de uma relação menos cruel entre nós, igualmente animais, e nossos irmãos em geral, pelo fim dessas verdadeiras prisões.

 fonte:via
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Os impressionantes retratos de celebridades feitos de pedaços do rosto de pessoas comuns

Quando o artista chinês Zhang Wei era criança, vivia perto de um teatro tradicional de seu país. Conforme ele foi crescendo, a abertura comercial trouxe junto novas experiências culturais, que modificaram vários aspectos da arte chinesa. Essa percepção está por trás de sua curiosa série Artificial Theater (“Teatro Artificial”).

O pop, a moda e outros elementos estrangeiros foram adicionados à cultura e à arte locais, criando uma estética híbrida, absurda e desordenada”, escreve o artista na declaração que acompanha o projeto. Para ele, os personagens que começaram a surgir no teatro chinês que tentava atrair os espectadores mais jovens “não eram nem chineses e nem ocidentais de verdade”.

Em 2007, Zhang, que estava começando a explorar a fotografia depois de anos dedicados à pintura, decidiu fotografar vários parentes, amigos e até desconhecidos para tentar decifrar o senso de identidade chinês no século XXI. Depois de retratar mais de 300 pessoas ao longo de dois anos, desistiu do projeto por se achar incapaz de capturar “a natureza efêmera da vida em meio a tantas mudanças”.

Mas o trabalho não foi em vão: ele ficou com um banco de dados repleto de fotografias de chineses. Após conhecer um jogo de videogame japonês chamado Artificial Girl, em que era possível criar uma pessoa do zero, Zhan decidiu criar retratos de pessoas que passaram a fazer parte da nova cultura chinesa, e faz isso a partir de seus conterrâneos fotografados nos anos anteriores.

Ele costuma demorar cerca de duas semanas para, com o Photoshop, pegar partes do rosto de vários de seus modelos e criar espécies de ‘celebridades Frankenstein’. De acordo com o artista, o trabalho está ligado à sensação de que muitas pessoas na China têm assumido novos papéis sociais, os descartando à medida que a sociedade se transforma.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa é a maior ponte suspensa para pedestres do mundo e é tão incrível quanto assustadora

Uma ponte suspensa para pedestres mais longa do mundo foi inaugurada na Suíça neste ano, convidando as pessoas a enfrentar um caminho estreito que ultrapassa 86 metros acima do solo em seu ponto mais alto. A Ponte Suspensa Charles Kuonen, nos Alpes suíços, perto da vila de Randa, possui 494 metros de comprimento e liga Grächen e Zermatt na trilha Europaweg.

Durante a longa caminhada pela ponte é possível ter uma vista deslumbrante sobre os picos Matterhorn e Weisshorn, bem como os Alpes Berneses. Ela foi originalmente concebida para substituir uma antiga ponte suspensa danificada por rochas.

A ponte, que é uma construção de aço, está a 1.600m e 2.200m acima do nível do mar. Lá é possível ter uma vista deslumbrante dos picos Matterhorn e Weisshorn, bem como os Alpes Berneses. A estrutura substitui a anterior que foi danificada por quedas de rocha.

Incrivelmente, os engenheiros levaram apenas 10 semanas para a construção. A estrutura, com apenas 65cm de largura, leva 10 minutos para ser cruzada; Antes disso era preciso andar por quatro horas.

Veja algumas imagens:

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* Imagens: Reprodução

10 países onde o real ainda vale mais

Em tempos de crise, muita gente acaba deixando de lado aquela tão sonhada viagem de férias, já que a maioria dos lugares acabam ficando muito caros com o dólar e euro em alta. Porém, já pensou considerar ir para um país onde o real é supervalorizado?

Nem sempre lembramos destes locais na hora de escolher o próximo destino, mas sem dúvidas eles têm muita coisa interessante a oferecer ao turista, além de muitas paisagens e cultura a serem exploradas.

Para te ajudar nessa busca, vamos compartilhar uma lista com lugares onde o real vale mais que a moeda local, criada pelo site SkyScanner com base em um ranking do Numbeo, que indica os lugares mais baratos para os viajantes. Abaixo, você confere 10 deles. 

1. Vietnã

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2. Laos

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3. Camboja

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4. Nepal

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5. Indonésia

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6. Índia

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7. Colômbia

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8. Bolívia

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9. Paraguai

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10. Bielorússia

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Para ver a lista completa, acesse o site.

Imagens © Abril/Bolívia Hop/Thinkstock/Lonely Planet/Divulgação/fonte:via