Fotógrafa usa suas habilidades e muito amor para mostrar cachorrinhos recém-nascidos ao mundo

A fotógrafa Kelly Frankenburg e seu marido, moradores da Virgínia, nos Estados Unidos, se candidataram junto ao abrigo de animais da cidade como voluntários para fazerem lar temporário para os cachorrinhos recém-nascidos.

E logo receberam seus primeiros hóspedes: Mama Paris e seus três filhotinhos. “Nós cuidaremos deles até que atinjam oito semanas de idade e possam desmamar de sua mãe”, disse no seu blog.

E quando Tito, Messi e Love Bug chegaram, Kelly, que é especializada em fotografia new born, não pensou duas vezes em usar suas habilidades para fotografar essa nova família canina.

“Foi super divertido. Deixei um aquecedor ligado para mantê-los aquecidos, e eles só dormiam”, contou. E Mama Paris acompanhou todo o ensaio fotográfico dos seus filhotinhos. “Ela me seguiu até o estúdio e ficou de olho nos cachorrinhos por cerca de cinco minutos”, disse. “Eu a deixei cheirá-los e investigar a situação. Acho que ela aprovou o ensaio, pois logo saiu da sala e no fim eu a achei dormindo no sofá”.

Ainda de acordo com a fotógrafa, os filhotes estarão disponíveis para adoção em breve. E se você se apaixonou pelos cachorrinhos, não precisa desanimar por eles estarem longe.

 

 

Imagens © Sixteen Photography/fonte:via

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Arqueólogos encontraram três tumbas egípcias ocultas de 2 mil anos

Arqueólogos descobriram três novas tumbas no nordeste do Egito, todas com mais de 2.000 anos.Os achados proporcionaram um tesouro de novos artefatos, incluindo ossos, fragmentos de argila e vários sarcófagos de tamanhos diferentes que vão ajudar os pesquisadores a entender melhor como as pessoas da área viviam e morriam.

Época

O trabalho de escavação está acontecendo em Al-Kamin Al-Sahrawi, perto da cidade de Samalut, desde 2015.Uma análise dos fragmentos de argila mostra que as tumbas abrangem um período de tempo que se estende por vários séculos, entre a 27ª Dinastia (525 a 404 aC) e o domínio greco-romano (332 aC a 395 dC).

“Este fato sugere que a área foi um grande cemitério durante um longo período de tempo”, disse Ayman Ashmawy, do Ministério das Antiguidades egípcio, ao portal Ahram Online.

O que é interessante é que as novas tumbas são muito diferentes das 20 já descobertas no mesmo local até agora, que seguiam o mesmo estilo de catacumba prevalecente durante a 27ª Dinastia.

 

Cemitério púbico

As novas tumbas têm poços de enterramento perpendiculares a 90 graus do resto do túmulo, com espaços para sarcófagos.Seis sarcófagos, um caixão de madeira e 15 poços foram descobertos até agora, sendo que as escavações ainda estão em andamento no terceiro túmulo.

 

Os antigos egípcios são bem conhecidos por seus caixões de pedra ou sarcófagos, muitas vezes esculpidos com características humanas para representar a pessoa morta e mumificada dentro deles. Como esse tipo de caixão tinha que ser planejado com antecedência, muitos acabavam com lugares de descanso mais humildes.

Os ossos recuperados dos três túmulos até agora parecem ser de homens, mulheres e crianças de várias idades, sugerindo que faziam parte de cemitérios públicos maiores.

Lidando com a morte

Embora não seja a descoberta mais espetacular já feita no Egito, as novas tumbas mostram o cuidado e consideração que os egípcios antigos tinham com o enterro, considerado um momento de passagem para outra vida; estes túmulos e sarcófagos duraram milhares de anos depois que as almas originais partiram.

Em maio, a mesma equipe encontrou 17 múmias armazenadas em catacumbas próximas, o que foi descrito como um achado “sem precedentes” na época. Também foram descobertos sarcófagos e duas folhas de papiro.

Com muito trabalho de escavação ainda a ser realizado no sítio arqueológico, é provável que mais descobertas nos aguardem em Al-Kamin Al-Sahrawi.

Fonte:[via][ScienceAlert]

Você precisa dar um rolê pelas cavernas do Petar

Composto de mais de 350 cavernas, o PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira) possui 35.772,5 hectares e abrange os municípios de Iporanga e Apiaí. Criado em 1958, o local é repleto de cachoeiras, trilhas, comunidades tradicionais e quilombolas, sítios arqueológicos, paleontológicos e é considerado como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade, pois reúne uma das áreas de Mata Atlântica mais preservada do Brasil.

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O PETAR faz parte do Mosaico de Unidades de Conservação do Paranapiacaba, composto ainda pelo Parque Estadual Intervales, Parque Estadual Carlos Botelho, Parque Estadual Nascentes do Paranapanema, Estação Ecológica Xitué e Área de Proteção Ambiental Estadual da Serra do Mar.

Resultante ainda da continuidade ecológica, o PETAR apresenta espécies de animais de amplo território, como a onça-pintada e o monocarvoeiro. De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), o PETAR protege um dos cinco ecossistemas mais importantes do mundo.

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Por lá existem várias espécies de aves (Socó Boi Escuro – Tigrisoma fasciatum, Gavião de Penacho – Spizaetus ornatus), mamíferos de grande porte: como pacas, antas e bugios; e muitas espécies de bromélias, orquídeas e uma das espécies mais importantes da Mata Atlântica, o Palmito Juçara – Euterpe edulis.

As cavernas existentes oferecem vários níveis de desafios. Há desde cavernas com enormes rios, com escaladas, mergulhos e rapeis a cavernas com estruturas turísticas, como escadas, passarelas e pontes, feitas para facilitar o acesso e permitir que esse rico patrimônio seja explorado por todos.

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Existem no parque Quatro Núcleos de Visitação, todos possuem a finalidade de facilitar o controle dos visitantes e de proteger de forma mais organizada esse rico patrimônio. Eles estão localizados estrategicamente pela área total o parque, como o Núcleo do Ouro Grosso, que fica no Bairro da Serra (Iporanga) e serve de base de apoio para cursos de monitoria ambiental, seminários, reuniões e de alojamento para escolas públicas.

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O Parque ainda abrange uma das províncias espeleológicas mais importantes do Brasil, com mais de 300 cavernas cadastradas pela Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE). A formação das cavernas na região ocorre a partir das águas pluviais saturadas de ácido carbônico, provenientes dos solos ricos e férteis da mata preservada, que penetram nas fissuras rochosas e desgastam o calcário presente no solo da região, abrindo dutos e galerias, e assim originando as cavidades naturais, as cavernas calcárias.

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O PETAR é bastante procurado para a prática de esportes de aventura com espeleo, rapel, boia cross, cascading, bike e, de algumas atividades como educação ambiental, fotografia e observação da natureza.

O valor do ingresso é de R$ 13,00

Veja as normas e regras do parque aqui.

* Imagens: Reprodução

Não são insetos: 10 fatos fascinantes sobre tatus-bolinha

O tatu-bolinha, animalzinho presente em vários dos nossos jardins, pode parecer um inseto comum, mas é uma criatura fascinante. Para começar, nem inseto ele é. Esses 10 fatos sobre eles vão surpreender quem nunca pensou muita atenção nestes bichinhos.

10. Eles são crustáceos, não insetos

Embora eles sejam frequentemente associados a insetos, os tatus-bolinha na verdade pertencem ao subfilo Crustacea. Eles estão muito mais relacionados aos camarões e lagostins do que a qualquer tipo de inseto.

9. Eles respiram através de brânquias

Como os seus primos marinhos, estes crustáceos terrestres usam estruturas semelhantes a brânquias para trocar gases. Eles exigem ambientes úmidos para respirar, mas não podem sobreviver se forem submersos em água.

8. Um tatu-bolinha juvenil muda em duas fases

Como todos os artrópodes, eles crescem ao se livrar de um exoesqueleto duro. Mas tatus-bolinhas não perdem essa carapaça de uma só vez. Primeiro, a metade traseira do seu exoesqueleto se separa e desliza para fora. Alguns dias depois, ele se livra da seção da frente. Se você encontrar um tatu-bolinha cinza ou marrom em uma extremidade, e rosa na outra, ele está no meio da mudança.

7. As mães carregam seus ovos em uma bolsa

Como caranguejos e outros crustáceos, os tatus-bolinhas levam seus ovos consigo. As placas torácicas sobrepostas formam uma bolsa especial, chamada marsupium, na parte inferior do animal.

Após a incubação, os bichinhos permanecem na bolsa por vários dias antes de partir para explorar o mundo por conta própria.

6. Eles não urinam

A maioria dos animais deve converter seus resíduos, que possuem altas quantidades de amônia, em uréia antes que eles possam ser excretados do corpo. Mas os tatus-bolinha têm uma incrível capacidade de tolerar o gás amoníaco, que eles podem passar diretamente através do seu exoesqueleto, então não há necessidade de urinar.

5. Um tatu-bolinha pode beber com seu ânus

Embora eles bebam através do caminho mais tradicional – com as suas partes bucais – eles também podem tomar água através das extremidades traseiras. Estruturas especiais em forma de tubo, chamadas de uropodes, podem absorver água quando necessário.

4. Tatus-bolinha se fecham em bolas apertadas quando ameaçados

A maioria das crianças já cutucou um tatu-bolinha para vê-lo se enrolar em uma bola apertada. Eles fazem isso como forma de proteção quando se sentem ameaçados.

3. Tatus-bolinha comem suas próprias fezes

Cada vez que um tatu-bolinha defeca, ele perde um pouco de cobre, um elemento essencial que o animal precisa para viver. A fim de reciclar este precioso recurso, eles consomem suas próprias fezes, uma prática conhecida como coprofagia.

2. Os tatus bolinha doentes ficam azuis brilhantes

Como outros animais, os tatus-bolinha podem contrair infecções virais. Se você encontrar um deles que está azul brilhante ou roxo, é um sinal de um iridovírus. A luz refletida do vírus causa a cor ciana.

1. O sangue de um tatu-bolinha é azul

Muitos crustáceos têm hemocianina no sangue. Ao contrário da hemoglobina, que contém ferro, a hemocianina contém íons de cobre. Quando oxigenado, o sangue do tatuzinho fica azul.

Fonte:[via] [ThoughtCo]