Pela primeira vez na China uma mulher foi congelada na tentativa de ser ressuscitada

Pela primeira vez na história chinesa, uma mulher foi congelada por cientistas na tentativa de ser ressuscitada no futuro. O corpo em questão é o de Zhan Wenlian, que faleceu em maio de câncer no pulmão, aos 49 anos.

Seu corpo foi doado para o projeto do Yinfeng Biological Group, em parceria com o Qilu Hospital Shandong University a Alcor Life Extension Foundation, pelo marido, que afirmou ser um desejo do casal contribuir com a ciência e com a sociedade.

“Acredito em tecnologias novas e emergentes, então acho que será completamente possível revivê-la algum dia”, contou ao Mirror. A técnica é conhecida como Criogenia, onde o corpo (já sem vida) é congelado numa submersão de nitrogênio líquido e assim fica até os cientistas descobrirem uma maneira de ressuscitá-lo.

Mais de 250 pessoas em todo o mundo estão congeladas, e mais de 2 mil pessoas vivas que manifestaram esse desejo e estão “aguardando na fila”. Cientistas estimam que em pouco mais de 200 anos a humanidade já terá descoberto técnicas para trazê-las de volta a vida. E você, se tivesse a oportunidade, gostaria de ser congelado? Será que valeria a pena?

Imagens © AsiaWire/fonte:via

Anúncios

Desenhos primitivos gravados em ‘jornal de pedra’ mostram como era a vida há mais de 2 mil anos

Os cânions norte-americanos são conhecidos em todo o mundo por sua grandiosidade e beleza. Passear em meio a eles é capaz de provocar reflexões sobre a importância que temos como seres hoje, mas, dependendo de onde você estiver, também de vislumbrar como era a vida de humanos que pisavam sobre o mesmo chão muitos anos atrás.

Em San Juan County, no estado de Utah, fica o Newspaper Rock, uma área cheia de petróglifos (tipo de arte rupestre em baixo relevo) em dezenas de rochas. O nome, que pode ser traduzido como “Jornal de Pedra”, faz alusão à crença que povos antigos usavam a técnica para registrar elementos presentes em seu dia a dia.

Apesar do nome, o Newspaper Rock não se trata de uma única rocha, mas de um sítio com várias delas, ao menos 650. Especialistas acreditam que os primeiros petróglifos da região tenham sido gravados cerca de 2000 anos atrás, e que diferentes povos tenham deixado suas marcas por ali.

A concentração de tantos desenhos em rochas tão próximas indica que o local era importante para os povos. Há quem especule que os desenhos incluam símbolos de clãs ou famílias, guardem significados espirituais, representem espécies de calendários ou marquem limites territoriais ou rotas migratórias.

Analisando os petróglifos, é possível perceber que eles foram feitos em diferentes períodos históricos – alguns mais recentes foram datados de 600 anos atrás, e maiores têm 1,5 metro de altura. Não há histórias lineares, e as coleções incluem búfalos, veados, lagartos, antílopes e pessoas cavalgando. O Newspaper Rock faz parte de uma lista de lugares históricos norte-americanos e é visitado por bastante gente por causa de sua conexão com várias gerações do passado.

 

Fotos sem crédito: Wikimedia Commons/fonte:via

Clementinum: por dentro de uma das mais lindas bibliotecas do mundo

O mundo está cheio de bibliotecas incríveis, mas uma delas se destaca das demais. É a biblioteca barroca localizada no complexo Clementinum, em Praga, na República Tcheca. Eleita pelos leitores do Bored Panda como a mais bonita do mundo, ela foi construída em 1722 e pode muito bem fazer parte de um roteiro turístico pela cidade.

Foto via

O complexo fica próximo da Ponte Carlos, um dos principais pontos turísticos da cidade, no centro histórico de Praga (por sinal, dá para comer um doce incrível por lá!). A construção histórica ocupa uma área de 2 hectares e é considerada um dos maiores complexos arquitetônicos da Europa. Erguido em estilo barroco, o edifício abriga cerca de 20 mil livros.

Em 1781, o diretor Karel Rafael Ungar criou no local uma coleção com as mais importantes obras da literatura tcheca, que ficou conhecida como Biblioteca Nationalis. Alguns dos livros raros da coleção foram até mesmo enviados para o Google para fazer parte do Google Books, onde devem estar disponíveis em breve. Além das paredes repletas de literatura, o teto também ganhou um toque de arte com os afrescos do pintor Jan Hiebl.

Fotos: Klementinum

Foto: Bruno Delzant

Descubra mais sobre esta incrível biblioteca, clicando aqui./fonte:via

A “dolce vita” da Itália dos anos 1980 registrada em fotos sedutoras e interessantes

Em um país tão peculiar, orgulhoso da própria personalidade e dono de uma história tão ancestral e cheia de capítulos como a Itália, com tantos altos e baixos, crises, estabilidades e confusões, parece haver algo de essencial, que o genial cineasta Federico Fellini tão bem capturou em sua obra-prima La Dolce Vita, de 1960: a busca e o anseio por essa “vida doce”. Pleno em prazeres, sensualidade, sexualidade e felicidade, foi esse espírito que o fotografo americano Charles H. Traub procurou registrar, durante a década de 1980, em suas viagens pelas ruas de todo o país.

Marcello Mastroianni e Anita Ekberg em cena de La Dolce Vita, de Fellini 

Tal espírito foi encapsulado no livro Dolce Via: Italy In the 1980’s (Doce rua: Itália nos anos 1980) no qual Traub reúne essas fotos, revelando um espírito de rua que, para ele, anda em vias de desaparecer diante dos problemas que surgem com as crises econômicas globais.

A impressão de uma vida mais simples e diretamente apontada na direção dos prazeres, tanto da carne quanto da mente, parece saltar das fotos. Mesmo em seus registros mais inocentes, o tal doce sabor que Fellini explora em seu filme parece sempre presente, sensual, colorido e suculento.

© fotos: Charles H. Traub/fonte:via