Ele tirou fotos de uma corrida de Fórmula 1 com uma câmera de 104 anos – e esse foi o resultado

Provavelmente nenhum outro esporte funcione tanto ao redor da tecnologia quanto a Fórmula 1. Desde os próprios carros, passando pelos sistemas de comunicação, monitoração e segurança, tudo depende de tecnologias de ponta para que o espetáculo da Fórmula 1 funcione – chegando até às maneiras de se registrar as corridas, das câmeras de vídeo às fotográficas. Foi justamente por isso, para desafiar tal lógica em busca de um resultado artístico e documental inovador e interessante, que o fotógrafo Joshua Paul decidiu promover uma verdadeira colisão de épocas, ao fotografar uma corrida com uma câmera de 104 anos de idade.

 

Para realizar tal procedimento e conseguir registrar em imagens a corrida utilizando uma câmera Graflex 4×5, fabricada em 1913, Paul precisou prestar especial atenção em detalhes e no tempo. A Graflex, afinal, permite somente a retirada de poucas fotos, numa velocidade incrivelmente mais baixa que as câmeras atuais. A beleza de suas fotos está também no fato de que cada uma delas precisou ser devidamente pensada e tirada com precisão.

Paul vem tirando fotos de corridas de Fórmula 1 há 4 anos, e se inspirou para esse projeto em uma reportagem de 1969 em que um fotógrafo propositalmente registrou uma corrida de Fórmula Indy em fotos borradas e sem foco.

A sugestão de velocidade fica evidente em cada imagem, mas também a sensação de fugacidade e instantaneidade que os perigos e a intensidade de uma corrida saltam das fotos de Paul – como se os 104 anos entre 1913 e 2017 pudessem se passar na velocidade de um carro de Fórmula 1.

 

© fotos: Joshua Paul/fonte:via

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A originalidade e força deste colorido ensaio vintage de moda praia

Depois de uma carreira como modelo, a russa Elena Iv-skaya decidiu se mudar para o outro lado das lentes. A agora fotógrafa é especializada em fotos de moda e trabalha em um estilo com uma estética forte e elegante.

Para esta série intitulada “Dreamer Pool”, a artista nos apresenta um universo gráfico colorida, pop e elegante. Elena Iv-skaya também joga com linhas e curvas com luz e cores com fotos magníficas e refinadas banhadas por uma atmosfera vintage.

Esta não é a primeira vez que a artista se interessa pela temática; A série “Dark Waters” está atualmente em exibição na Sakura Gallery, em Paris, juntamente com outra fotógrafa regular sobre o tema, Maria Svarbova.

Imagens: Elena Iv-skaya/fonte:via

Com mais de 1,5 metro de cabelo, ‘Rapunzel da vida real’ dá dicas para cabelo crescer forte

A americana Andrea Colson, de 33 anos, parece ter saído de um conto de fada por conta de seus imensos cabelos inspirados em uma famosa personagem do universo infantil: Rapunzel. Com madeixas que chegam a 1,55m e quase arrastam no chão, Andrea que atualmente vive na Micronesia, faz sucesso pelo visual.

Mas como será possível cuidar e manter essa cabeleira imensa impecável? Segundo entrevista concedida ao Daily Mail, um dos truques de beleza da Rapunzel da vida real é comer diariamente uma colher de manteiga de amendoim.

Andrea, uma missionária cristã que trabalha com crianças, teve o cabelo comprido praticamente toda a vida. Quando tinha apenas dois anos, já os tinha na altura dos ombros e, quando era adolescente, já chegava ao joelho.

Ela prefere mantê-los na altura dos tornozelos e corta as pontas a cada três ou quatro meses, para evitar que elas fiquem fracas ou duplas.

Uma vez por mês, ela ainda usa uma máscara de cabelo caseira composta por ovo, óleo de coco e azeite. Ela só lava os cabelos com água fria e só seca sua franja. Outro dos segredos de Andrea é o óleo de coco. Ela massageia nas pontas do cabelo e espera uma hora antes da lavagem, o que ela faz duas vezes por semana.

Ela usa shampoo normal, mas apenas condiciona as extremidades de seus cabelo para não bloquear o couro cabeludo.

Em seus Instagram, Andrea publica fotos do cabelão e dos mais maravilhosos penteados que faz.

Imagens: Reprodução Instagram/fonte:via

‘Não repare a bagunça’ mostra que por trás de pessoas interessantes existem cantinhos bacanas

O interesse da jovem Mariana Alves, baseada em Curitiba, no Paraná, pela fotografia, vem desde cedo, quando tinha apenas 15 anos e ganhou sua primeira câmera. Desde então, estudou, fez diversos cursos e se formou em jornalismo, com o intuito de trabalhar na área, como fotógrafa.

Hoje, Mariana conta que seu trabalho é um misto de fotojornalismo com retratos. “Eu atuo da forma mais natural possível para conseguir captar os momentos de forma espontânea. Gosto quando as fotos passam aquilo que as pessoas realmente viveram e sentiram”, diz em seu site.

E seu mais novo projeto tem tudo a ver com isso. É o “Não repare a bagunça”, onde a fotógrafa clica, de maneira inspiradora, as pessoas dentro de suas próprias casas. “A personalidade (da pessoa) se materializa de alguma forma, e a minha aposta é que na sala da nossa casa, na nossa mesa de trabalho, naquela prateleira no fim do corredor, tem uma porção enorme de nós”, conta Mariana.

Ainda de acordo com a fotógrafa, ao entrar em uma casa para fotografar, ela busca os ambientes que mais inspiram e trazem histórias, dando pistas da personalidade que de alguma forma resultou em todos os objetos e cores presentes no local. Se você se interessou e gostaria fazer parte do projeto, basta entrar em contato para trocar uma ideia com a Mariana e quem sabe agendar seu ensaio.

 

 

Imagens © Mariana Alves/fonte:via