Fotos em primeira pessoa mostram como o trabalho manual ainda nos aproxima como humanos

O que um açougueiro que trabalha nos Estados Unidos e um mecânico atuando na China têm em comum? Para o fotógrafo paquistanês Sanwal Deen, mais do que o pensamento rápido pode sugerir. De acordo com ele, por mais que estejamos vivendo uma era digital, o trabalho manual ainda nos conecta como seres humanos.

Foi para ilustrar sua ideia que Deen criou o projeto fotográfico Work (“Trabalho”), que reúne imagens em primeira pessoa de profissionais que atuam em diferentes ramos. Do cuidado com flores à atenção culinária, da costura à arte de tocar piano, as mãos estão sempre presentes, inclusive para quem tem um notebook como principal ferramenta de trabalho.

“Meu objetivo é capturar a individualidade combinada à conectividade de indivíduos ao redor do mundo. O trabalho parece muito diferente em diferentes lugares, ao mesmo tempo em que é quase igual”, explica Deen. Por enquanto todas as fotos do projeto foram feitas nos Estados Unidos, onde ele mora, mas o paquistanês pretende expandir o projeto em outros continentes e lançar um livro, em que as imagens serão acompanhadas por entrevistas.

Para fazer as imagens de Work, Deen fotografou os profissionais enquanto eles realmente estavam trabalhando, o que criou alguns desafios, como preparar as cenas da forma mais ágil possível e fazer os cliques rapidamente para não atrapalhar as pessoas que toparam fazer parte do projeto.

Fotos © Sanwal Deen/fonte:via

Filhotinhos ajudaram a curar a depressão desta cadela após morte de seu amigo gato

Perder um ente querido é uma dor muito difícil de superar e não apenas os seres humanos sofrem este momento. Flora, uma cadela da raça malamute do Alasca, viveu toda sua vida na companhia do melhor amigo, o gato Dexter que morreu aos 20 anos de idade. A cachorrinha ficou desolada com a ausência do felino.


Flora e Dexter

Jill Williams, tutora de Flora, começou a ficar preocupada ao perceber que a cadela mal se alimentava, não queria mais brincar e passava a maior parte de seu tempo deitada. Ao levá-la ao veterinário o diagnóstico foi certeiro: ela estava com depressão devido à perda do gatinho.

Residente da cidade de Kanab, Utah, EUA, Jill, decidiu tentar encontrar novos amigos para sua filhota. Ela então adotou quatro gatinhos em uma instituição da região para ver se Flora recebia um novo sopro de felicidade.

Os peludos novos residentes da casa eram: Roxy, Iggy, Bowie e Glamour. Aos poucos eles foram se aproximando e Flora deixou que eles a cheirassem. A partir de então nascia uma nova família. Flora deixou a tristeza de lado, se tornou mãe de quatro filhotes e os acompanha pela casa o tempo todo.

Para acompanhar a vida da família siga seu Instagram.

Imagens: Reprodução

Esse médico transformou sua casa em um santuário nos anos 70 e continua salvando animais órfãos até hoje

Uma das consequências das caçadas a animais, mesmo aquelas praticadas de fato para alimentação, de forma consciente e equilibrada, é o abandono eventual de filhotes, que perdem seus pais para caçadores. Foi por não suportar a ideia desses pequenos animais morrendo de fome que o médico indiano Dr. Prakash Amte abriu um santuário de animais em Maharashtra, na Índia.

O Dr. Amte compreende a necessidade de se caçar, mas decidiu salvar os outros animais que acabariam também mortos em consequência – e sua inspiração para criar o Animal Ark (Arca animal) veio justamente quando, na década de 1970, viu um filhote de macaco tentando se agarrar ao corpo da mãe enquanto ela era carregada sem vida por caçadores.

Amte decidiu que não podia deixar os caçadores matarem também o bebê; primeiro ele cresceu em sua casa, e depois o médico entendeu que deveria construir um local para que esses animais pudessem crescer em segurança.

Como compreendia que as tribos locais precisavam caçar para sobreviverem, Amte fez com eles um acordo, e que ele poderia salvar os filhotes. Em troca de mais comida, roupa e remédios, as tribos passaram a levar os filhotes até sua casa – que aos poucos foi se transformando no santuário.

Desde os anos 70 o local passou a receber todo tipo de animal – incluindo feras como leopardos, crocodilos, cobras e chacais, que viviam harmoniosamente misturados aos humanos, sem grades. O Animal Ark chegou a ser moradia para 300 animais.

Depois de reclamações dos locais e ameaças do governo de fechar o santuário, o médico foi obrigado a colocar grades para certos animais, seguindo regulações locais. Ainda assim, o santuário não perdeu suas características, seguindo como uma casa para os animais, e não como um zoológico.

Hoje o Animal Ark cuida de cerca de 90 animais, mas a quantidade de animais que foram salvos pelo médico desde os anos 1970 chega aos milhares.

© fotos: Facebook/fonte:via

Casa flutuante dos sonhos é feita de material reciclável e movida a energia solar

O arquiteto italiano Giancarlo Zema projetou uma casa um pouco diferente das que estamos acostumados a ver. Batizada de “WaterNest 100”, ela é uma casa circular flutuante, ou seja, não fica em terra firme, mas sim, em um rio.

Acessível ao continente por meio de uma passarela, a casa é totalmente ecológica, e foi construída com material 100% reciclado, além de possuir ventilação natural e 60 painéis solares, que garantem toda a energia necessária.

De acordo com Giancarlo, que é especializado em arquitetura semi-submersa, o local possui 100 metros quadrados, o suficiente para uma família de 4 pessoas, por exemplo. Se você ficou impressionado, espere até ver a decoração, que é um charme à parte. Mas claro que tudo isso tem seu preço. A WaterNest 100 está à venda por nada menos do que 500 mil dólares.

 

Imagens © Giancarlo Zema/fonte:via