Mestre da fotografia Annie Leibovitz fotografa o ‘homem invisível’, capaz de se camuflar no meio de qualquer coisa

A parceria entre o artista capaz de ficar invisível e uma mestra na fotografia não poderia resultar em outra coisa que não incríveis imagens, em que aquilo que se vê te impacta tanto aquilo que você (quase) não vê. Pela segunda vez a fotógrafa Annie Leibovitz se juntou ao artista chinês Liu Bolin para realizarem uma campanha para a luxuosa marca de roupas Moncler – e novamente o resultado é incrível.

 

Annie Leibovitz e Liu Bolin durante a sessão

Bolin é um mestre da arte da camuflagem, tornando-se praticamente invisível ou transparente através de pinturas e roupas em qualquer ambiente. Soma-se isso ao privilegiado olhar de uma das maiores fotógrafas do mundo, e o que se tem é a mistura quase total entre o artista e a paisagem – um resultado estético belo e intrigante. Na edição passada da campanha, para a primavera-verão de 2017, os cenários eram quentes, como tais estações.

agora, para a coleção outono-inverno da marca, os cenários são as geleiras da Islândia. Seja onde for, Bolin se encaixa ao “fundo” com a precisão de uma peça de quebra-cabeça, montado pelo clique da câmera e do olhar privilegiado de Leibovitz, capaz de tornar tudo ainda mais belo e impactante.

 

© fotos: Annie Leibovitz/fonte:via

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Eles decidiram se casar no alto do Evereste e as fotos são de tirar o fôlego

O casamento é um momento tão singular e especial na vida de um casal, que é natural que se sonhe em realiza-lo em um cenário igualmente único e extraordinário. James Sisson e Ashley Schmieder foram a fundo no desejo de encontrar tal cenário, e acabaram por escolher justamente um dos locais mais singulares e especiais de todo o planeta: o monte Everest. Eles sabiam que queriam algo perigoso e estimulante para a cerimônia, e decidiram se casar na base da montanha mais alta do mundo.

 

Mesmo que não tenham enfrentado a montanha em si, vale lembrar para simplesmente se alcançar a base do Everest é preciso enfrentar 62 quilômetros de caminhada no intenso frio de 20 graus negativos até a altitude de cerca de 5,400 metros – um esforço que exige ao mínimo 8 ou 9 dias de duração.

Como se não bastasse, os sherpas – guias locais fundamentais para qualquer expedição à montanha – afirmaram que a quantidade de neve que o casal teve de enfrentar ao longo da caminhada foi maior que de todo o inverno.

Depois de realizarem tal empreitada, James e Ashley por fim se tornaram o primeiro casal a se casar no acampamento-base do Everest. A cerimônia foi rápida, com direito a vestido e smoking – por baixo, porém, eles não tiveram opção senão a de usarem botas apropriadas.

Os sherpas ajudando Ashley a se vestir no frio congelante do Everest

Uma hora e meia depois de chegarem à base, James e Ashley deixaram o local em um helicóptero, certos de que a aventura havia valido à pena – e casados.

“Ashley & James Sissom, Charleton Churchill [o fotógrafo], casamento de aventura, 16 de março de 2017”

 

© fotos: Charleton Churchill/fonte:via

Zoológicos humanos foram um dos eventos mais vergonhosos da Europa e só terminaram nos anos 1950

Isolados em bolhas sociais, econômicas e virtuais, muitos de nós gostam de acreditar que os piores horrores cometidos pela humanidade, em nome de preconceitos e ignorâncias (muitas vezes alinhadas à cobiça e a ganância), aconteceram em um passado remoto e distante. A verdade, porém, é que não só nossas piores páginas aconteceram ontem, em uma perspectiva histórica, como muitas delas, ou ao menos os ecos e efeitos desses horrores, seguem acontecendo. Da mesma forma que o holocausto judeu tem a idade de muitos avós vivos e saudáveis por aí, os terríveis e inacreditáveis zoológicos humanos só deixaram de existir no final dos anos 1950.

Tais “exibições” eram exatamente o que o nome sugere: a exposição de pessoas, em sua absoluta maioria africanos, mas também indígenas, asiáticos e aborígenes, aprisionados em jaulas, expostos literalmente feito animais, obrigados a reproduzir marcas de suas culturas – como danças e rituais –, a desfilar nus e carregar animais para o deleite da população de países europeus e dos EUA. O racismo era orgulhosamente aplaudido e celebrado por milhões de visitantes.

Zoológicos que ainda existem hoje, como o localizado no bairro do Bronx, em Nova Iorque, no início do século passado também expuseram seres humanos em suas jaulas. Uma pigmeia do Congo ficou “exposta” nesse zoológico em 1906, obrigada a carregar chimpanzés e atirada em jaulas com outros animais. Houve resistência por parte de alguns setores da sociedade (o jornal New York Times, porém, comentou na época como “poucas pessoas expressaram objeção em ver um ser humana em uma jaula com macacos”), mas a maioria não se importou.

O último zoológico humano que se tem notícia aconteceu na Bélgica, em 1958. Por mais chocante que hoje tal prática possa parecer, a verdade é que, na mídia, na publicidade, nas redes sociais e na sociedade como um todo, tal objetificação e hierarquização racial seguem postas em práticas análogas – e o efeito desse nível de racismo e violência pode ser reconhecido em qualquer cidade ou país, e serve como medida para o tamanho da luta que ainda precisa ser feita a fim de combater qualquer racismo.

Pôster de uma dessas “exibições” em zoológicos humanos na Alemanha, em 1928

 

© fotos: divulgação/fonte:via

5 hostels descolados para curtir as 5 regiões do Brasil

Viajar é muito legal, mas às vezes a grana está realmente curta e precisamos fazer verdadeiras manobras para conseguir encaixar as férias dentro do orçamento, não é mesmo?

Para isso acontecer, precisamos buscar por alternativas que ajudem a tornar a viagem mais barata. Uma delas é trocar o hotel por um hostel, o que pode nos fazer economizar mais de 50% da verba destinada a hospedagem.

Para te ajudar nesta missão, fizemos uma seleção de alguns hostels espalhados pelos quatro cantos do Brasil. Tem lugar pra todos os gostos, sendo uns mais simples, outros mais sofisticados. Mas todos eles possuem algo em comum: são descolados pra caramba! Confira:

Rio de Janeiro

Contemporâneo Hostel

Localizado em um casarão antigo, possui decoração moderna e quartos amplos e bem equipados. As diárias começam em R$24,00.

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Belo Horizonte

Rock! and Hostel

O Rock! and Hostel foi idealizado por três amigos que se conheceram viajando. Possui quartos coletivos e privativos e um boteco que vive cheio. As diárias começam em R$45,00.

bh

Belém

Manga Hostel

O diferencial do Manga Hostel é sem dúvidas a piscina, que é um verdadeiro convite para se refrescar do calor escaldante de Belém. As diárias começam em R$45,00.

belem

São Paulo

Hostel Alice

Pertinho do metrô da Vila Madalena, o Hostel Alice se destaca pelo serviço e atendimento, sempre muito aconchegante e com cara de casa. As diárias começam em R$33,00.

sp

Foz do Iguaçu

Tetris Container Hostel

Localizado em contêineres, o Tetris já foi eleito o melhor do Brasil. Tem uma pegada sustentável, e toda noite o hóspede tem direito a um drink de graça. As diárias começam em R$40,00.

foz

Salvador

Che Lagarto

O Che Lagarto é uma rede de hostels presente em diversos países latinos. O de Salvador fica em frente a praia principal da cidade, e possui uma vista incrível. As diárias começam em R$45,00.

salvador

fonte:via