Ele transformou seu quintal num fantástico playground canino

Nós achávamos que nada poderia ser mais fofo do que esse quartinho construído para um cachorro, mas estávamos enganados. Aaron Franks é um tutor canino que foi além e decidiu transformar o quintal de casa em um incrível playground para seus quatro cães – Tessa, Bruno, Cooper e Mia.

Embora não tivesse nenhuma experiência prévia com construções, ele conseguiu criar uma área de lazer completa para os animais, com direito a piscina temática e outros luxos caninos. O espaço foi sendo feito aos poucos e demorou cerca de três anos para ficar pronto.

Com três andares no total, a área conta com um espaço de descanso, cordas para brincar e até um poste especial – porque a gente nunca sabe quando os bichanos vão precisar usar o banheiro. À noite, uma iluminação própria combina com a decoração do cantinho.

Ao The Dodo, Aaron contou que os seus dois cães mais velhos aproveitam os andares mais elevados do espaço para observar os arredores – e podem bisbilhotar o que acontece do outro lado da cerca. Em compensação, os dois cães mais novos se divertem brincando com as cordas e subindo e descendo pelos diversos andares do playground.

 

Todas as fotos: Aaron Franks/fonte:via

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Site oferece bolsa para fotógrafos emergentes captarem a vida em Myanmar

Viajar por lugares incríveis para conhecer e registrar as belezas naturais e a diversidade cultural do nosso planeta é uma ideia para lá de sedutora. Não é à toa que muita gente sonhe em se tornar fotógrafo de viagens para fazer de conhecer o mundo profissão. E um site está oferecendo uma bolsa para ajudar um iniciante de talento a dar mais alguns passos.

Desde 2006, o site World Nomads promove um concurso anual para levar um fotógrafo amador que deseja se aprimorar para algum lugar bonito do mundo com tudo pago e na companhia de um profissional para dar dicas valiosas e práticas que ajudem o iniciante a atingir um novo nível. E a bola da vez é Myanmar, país do sudeste asiático também conhecido como Birmânia.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 3 de outubro. O vencedor será anunciado no dia 26 do mesmo mês, e a viagem está programada para começar no dia 06 e terminar em 17 de abril de 2018. Para se inscrever, é preciso enviar uma história fotográfica contada em até 5 imagens, escrever um texto de até 1500 caracteres para se apresentar e dizer por que você deve ser escolhido e preencher um formulário com os dados pessoais.

Falar inglês se torna um requisito importante, afinal, será preciso se comunicar com os moradores de Mianmar e com Richard l’Anson, fotógrafo profissional que já clicou em 85 países e será o tutor dessa edição do concurso. O prêmio inclui ainda passagens aéreas de ida e volta, roupas e equipamentos para se aventurar pelo país asiático e um seguro de viagem oferecido pelo World Nomads.

Quer saber mais e se inscrever? Acesse a página do concurso!/fonte:via

Fotógrafo usa caixa de hambúrguer para iluminar seus retratos e mostra como criatividade é tudo

O fotógrafo francês Philippe Echaroux, conhecido por suas fotos de celebridades, está habituado a usar equipamentos de última geração nos seus ensaios. As melhores lentes, câmeras e iluminação sempre estão disponíveis ao talentoso fotógrafo, que é especialista em retratos.

Mas recentemente ele foi desafiado a abrir mão de tudo isso para mostrar que, com um pouco de criatividade, a fotografia pode ser acessível à todos. O The Big Mac Challenge, como foi chamado, levou Philippe a utilizar uma caixinha do tradicional hambúrguer do McDonald’s como base da iluminação para suas fotos.

O fotógrafo ainda utilizou uma lanterna e um canudo para criar a engenhoca, que foi acoplada em um iPhone. Foi também no celular que ele editou todas as imagens, e para isso três aplicativos foram usados: VSCO CAM, Photoshop Fix e Lightroom Mobile. O resultado foi nada menos do que maravilhoso, confira:

 

Imagens © Philippe Echaroux/fonte:via

Estudo na Amazônia descobre 381 novas espécies em dois anos, e há provavelmente muitas mais esperando por nós

Pesquisadores descobriram nada menos que 381 novas espécies durante um estudo de dois anos na região amazônica.

 

A imagem acima, por exemplo, exibe uma nova espécie de macaco zogue-zogue, apelidada de “rabo de fogo” por conta de suas caudas vermelhas distintas.

O relatório do órgão de conservação WWF em conjunto com o Instituto Mamiraua para o Desenvolvimento Sustentável do Brasil disse que, em média, uma nova espécie foi descoberta a cada dois dias na Amazônia.

Momento oportuno

Todos os animais e plantas recentemente descobertos foram encontrados em áreas com risco.

Ricardo Mello, coordenador do programa WWF Brazil Amazon, disse que o fato de os pesquisadores encontrarem centenas de espécies é prova de que há muito mais trabalho a ser feito na região.

Ao mesmo tempo, Mello advertiu que a atividade humana, como a agricultura e a exploração madeireira, representam um risco para a flora e a fauna da Amazônia.

 

“Todas as espécies que foram descobertas, todas as 381, estão em áreas onde a humanidade está destruindo a Amazônia. Isso é muito importante para nós, porque liga o fato de que nossas atividades econômicas estão causando a extinção das espécies antes mesmo de sabermos sobre elas”, afirmou ao portal BBC.

O relatório vem em um momento de discussão acalorada no país sobre o uso de reservas naturais para atividade comercial. Na quarta-feira, um tribunal suspendeu o polêmico decreto do governo Temer abrindo a vasta reserva de Renca para mineração. O governo disse que apelaria contra a suspensão.

As novas espécies

A floresta amazônica, a maior do mundo, é famosa por sua diversidade de espécies e habitats.

Mais de 2.000 novas espécies foram encontradas nesse ambiente rico entre 1999 e 2015. O novo relatório é o terceiro de uma série e cobre os anos 2014 e 2015.

Entre as novas descobertas, estão:

  • 216 plantas anteriormente desconhecidas;
  • 93 peixes;
  • 32 anfíbios;
  • 20 mamíferos;
  • 19 répteis;
  • 1 pássaro.
Papiliolebias ashleyae é uma das 93 espécies de peixes descobertas entre 2014 e 2015.
O boto-do-araguaia foi a primeira nova espécie de boto a ser descoberta desde o fim da Primeira Guerra Mundial.
Rapazinho-estriado-do-oeste (Nystalus obamai) foi a única nova espécie de pássaro a ser descoberta durante o estudo de dois anos.
Maratecoara gesmonei foi encontrado em uma piscina natural temporária em uma ilha no meio do rio Xingu.
Fonte:via