Fotos mostram mestres da camuflagem vestidos como paisagens ou objetos aleatórios

Para algumas pessoas, ir a algum lugar vestindo as mesmas peças de roupas que outros presentes pode ser um pequeno pesadelo. Mas e quando as vestimentas não são iguais às de outro humano, mas sim a objetos aleatórios, decorações ou mesmo paisagens inteiras?

De canetas marca texto a assentos de metrô, de carpetes a roupas de cama e de estofados de sofá até à praia, confira essa galeria de fotos que mostram pessoas comuns que poderiam muito bem ser grandes mestres da camuflagem!

Fotos: Reprodução/Internet /fonte:via

Série de fotos vintage documenta o estilo e a moda nas ruas da Califórnia na década de 60

São poucos os fotógrafos que focaram tanto em um mesmo assunto quanto Nacio Jan Brown. Desde os anos 60, ele se concentrava em fotografar diversos movimentos sociais e protestos pacifistas na área da Baía de São Francisco, na Califórnia (EUA).

Com fotos publicadas em praticamente todos os jornais e revistas alternativos da época, o fotógrafo decidiu embarcar em um projeto que duraria quatro anos. Entre 1969 e 1973, ele se dedicou a fotografar apenas uma quadra, registrando as diferentes nuances e estilos da região durante esse período.

Ao Vintage Everyday, o fotógrafo comentou que sentava em um café na Avenida Telegraph, em Berkeley, e esperava que o movimento começasse. Ao longo de apenas uma quadra, era possível encontrar usuários de drogas, protestos, crianças e fanáticos religiosos, que expressavam toda a diversidade da região na época.

As fotografias clicadas por Nacio durante o período se transformaram no livro Rag Theater. As imagens estão disponíveis também no site do projeto – e algumas delas podem ser vistas nesta página.

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Ela encontrou a melhor forma de expressar sua relação de amor ódio com o muro de Berlim

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Ligia Fascioni, ilustradora brasileira baseada em Berlim, sempre teve uma relação de ódio com o famoso Muro da cidade, por tudo o que ele simboliza para a história, desde o sofrimento e mortes causadas até a ignorância, brutalidade e arrogância que ele representa.

E para mudar isso, ela resolveu criar um projeto especial, onde reaproveita pedaços que descolam do atual muro localizado no Parque Mauer transformando-os em arte através de colagens únicas e multicoloridas (assim como o muro que sobrou, todo coberto por grafites de artistas do mundo todo).

O resultado é delicado e inspirador, confira:

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Todas as fotos © Ligia Fascioni fonte:via

A ilha esquecida – e icônica – que só pode ser visitada uma vez por ano

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Eynhallow é uma pequena ilha de menos de 900 metros de extensão em Órcadas, um arquipélago localizado ao norte da Escócia. Abandonada desde o século XIX, esta pitoresca ilha poderia até passar sem grande destaque, mas se tornou um marco na região por só estar acessível uma vez por ano.

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Eynhallow significa ‘ilha sagrada’ em norueguês arcaico e, embora esteja a apenas 500 metros de distância de Mailand – a principal e maior ilha do arquipélago – as correntes são tão fortes que ninguém pode atravessar. A única oportunidade de pisar no lugar é em um único dia no Verão, quando a Orkney Heritage Society organiza uma visita.

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Ironicamente, o nome da ilha não a impediu de ser acometida por uma ‘tragédia’ e foi justamente isso que originou seu total abandono. Em 1851, a morte de quatro famílias que moravam lá, levou à evacuação da ilha.

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Mais tarde descobriram ter sido um surto de febre tifoide. O poço da ilha foi contaminado e poluiu o abastecimento de água. Após o surto, e para tornar as casas inabitáveis, os telhados foram retirados. Foi só então que ficou claro que a antiga igreja estava no cerne do complexo.

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Construída com um design românico, a igreja possui uma nave retangular, que se abre na extremidade leste em uma capela retangular. No extremo oeste havia uma varanda quadrada que, sugere, poderia ser realmente os restos das paredes inferiores de uma torre. As portas estreitas permitem o acesso ao interior.

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* Imagens: Geograph / Wikimedia Commons/fonte:via