Esta menina de 13 anos ajudou um recorde de 8 pessoas a se manterem vivas ao doar seus órgãos

Em 2012, um aneurisma cerebral encerrou precocemente a vida da jovem inglesa Jemima Layzell, então com 13 anos. Na última semana, o NHS, sistema de saúde do Reino Unido, revelou que os pais da criança seguiram seu desejo de doar órgãos caso algo acontecesse, o que ajudou a salvar oito vidas, um recorde no país – em média, 2,6 pessoas recebem transplantes de cada doador.

O coração, o pâncreas, os pulmões, os rins, o intestino delgado e o fígado foram distribuídos entre oito pacientes que dependiam de doação de órgãos para sobreviver. Cada rim teve uma pessoa como destino, e o fígado foi dividido em dois. Cinco crianças e três adultos foram contemplados pelas doações.

De acordo com Sophy Layzell, mãe da garota, a jovem desmaiou enquanto ajudava a organizar sua 38ª festa de aniversário. Foi levada ao hospital, mas morreu 4 dias depois. Poucas semanas antes do acontecimento, um conhecido da família morreu num acidente de carro, e o tema da doação de órgão surgiu – Jemima, que nunca tinha pensado sobre o assunto, contou aos pais que gostaria de ser doadora, e eles seguiram sua vontade.

Após o luto pela perda da filha, Sophy, o pai Harvey e a irmã Amelia, hoje com 17 anos, coordenam a ONG The Jemima Layzell Trust, que foca na ajuda a jovens com danos cerebrais, especialmente causados por aneurismas, e também na conscientização da importância da doação de órgãos para salvar vidas.

 

Fotos: Acervo pessoal/Família Layzell/fonte:via

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14 fotografias impactantes do 11/09 que você provavelmente nunca tinha visto até hoje

No mês  de setembro fez 16 anos que os Estados Unidos sofreu os atentados terroristas de 11 de setembro. Comandados pela Al-Qaeda, o episódio deixou quase 3 mil mortos, e teve consequências devastadoras para o rumo da política mundial.

Os ataques, que foram o maior já sofrido pelo país até hoje, ocorreram em 3 locais quase que simultaneamente: em Nova York, na capital norte-americana Washington D.C. e na Pensilvânia.

Consequentemente, o 11/09 teve ampla cobertura da mídia, tendo sido acompanhado por cerca de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Mas algumas das imagens feitas, na grande maioria registros amadores, foram vistas por pouquíssimas pessoas.

E o site Bored Panda fez um compilado dessas fotografias, todas retiradas do livro de David Friend, que foi atrás das histórias por trás dessas impactantes imagens. Confira algumas abaixo, e para adquirir o livro, acesse o site da Amazon.

fonte:via © Bored Panda

Mulheres eram Vikings, e aqui está a prova

Novas evidências de DNA descobertas por pesquisadores da Universidade de Uppsala e da Universidade de Estocolmo, ambas na Suécia, provam que haviam mulheres guerreiras entre os Vikings.Os restos de uma sepultura revelaram que a guerra não era uma atividade exclusiva dos homens, e que as mulheres podiam inclusive ocupar as fileiras mais altas do campo de batalha.

A confirmação

O estudo foi conduzido em uma das sepulturas mais conhecidas da Era Viking, do meio do século 10, que se encontra na cidade sueca de Birka.O enterro foi escavado na década de 1880, revelando restos de um guerreiro rodeado de armas, incluindo uma espada, flechas, armadura e dois cavalos.

Reconstruções de como a tumba se parece agora (acima), e como teria se parecido na época do enterro

A morfologia de algumas características esqueléticas sugeria que se tratava de uma mulher, mas como a tumba pertencia a um guerreiro viking, sempre foi assumido que o esqueleto era um homem.Agora, geneticistas e arqueólogos trabalharam juntos para retirar uma amostra de DNA da tumba, demonstrando que o indivíduo possui dois cromossomos X e nenhum cromossomo Y.

“Esta é a primeira confirmação formal e genética de uma guerreira viking”, disse Mattias Jakobsson, da Universidade de Uppsala.

Comandante

As análises de isótopos também confirmaram que o indivíduo possuía um estilo de vida itinerante, em sintonia com a sociedade marcial que dominou a Europa do Norte dos séculos 8 a 10.

Os itens da tumba indicam que a mulher era uma comandante, alguém que trabalhava com táticas e estratégia e poderia liderar tropas na batalha.

“O que estudamos não era uma Valquíria das sagas, mas uma líder militar da vida real, que era uma mulher”, afirmou Charlotte Hedenstierna-Jonson, da Universidade de Estocolmo, que liderou o estudo.

“Fontes escritas mencionam ocasionalmente mulheres guerreiras, mas esta é a primeira vez que descobrimos evidências arqueológicas convincentes sobre sua existência”, complementou Neil Price, da Universidade de Uppsala.

fonte: [Phys]

Por que a Suécia ergueu um monumento para celebrar as abelhas

As abelhas já entraram para a lista das espécies em processo de extinção nos Estados Unidos. Uma das principais hipóteses para a diminuição da população destes insetos é o crescente uso de pesticidas no mundo. Mas, considerando que cerca de um terço da comida que alimenta os humanos é polinizada pela espécie, fica fácil entender que o problema vai muito além da colmeia.

Para homenagear as abelhas e lembrar sua importância, um grupo de designers criou um monumento celebrando sua existência. A obra foi uma criação do escritório de arquitetura e design Carpenter | Lowings. O projeto foi exposto durante a Agrikultura, uma trienal de obras públicas e intervenções urbanas sediada em Malmö, na Suécia.

Com o nome de “Orientação – Monumento às Abelhas“, a obra faz referência aos elementos de orientação das abelhas. “O projeto também faz referência à ameaça mortal para a população de abelhas causada pelos inseticidas onipresentes com os quais as sementes são tratadas, o que interrompe os processos de orientação neural pelos quais as abelhas encontram seus alimentos“, explica o site da trienal.

A exposição terminou no último 27 de agosto. Desde então, a instalação já foi adquirida pela cidade de Bergen, na Noruega, onde deverá fazer parte de um Parque de Esculturas no início do próximo ano, de acordo com informações do Arch Daily.

/fonte:via