Piloto brasileiro gera polêmica com suas fotos supostamente perigosas feitas de um avião

O piloto brasileiro Daniel Centeno tem feito sucesso nas redes sociais nos últimos dias. O motivo? As fotos publicadas por ele em sua conta no Instagram, onde aparece para fora do cockpit enquanto o avião encontra-se no ar.

Apesar de chocantes, as selfies são manipuladas no Photoshop, como o próprio piloto faz questão de afirmar: “Essa foto é montagem! Tenho que deixar que vocês saibam, essa foto é falsa”, disse em uma das legendas. Mas nem por isso elas causam menos frio na barriga, já que o trabalho realizado por Daniel é muito bem feito, nos deixando confusos, mesmo que por uma fração de segundo. 

E ainda que alguns detalhes denunciem as montagens, como um reflexo nos óculos usados pelo piloto, elas deixaram inclusive a própria mídia na dúvida, que chegou a divulgar as fotos feitas por Daniel como verdadeiras. Montagem ou não, o piloto continua fazendo sucesso, e seus seguidores aumentaram em quase 30 mil nos últimos dias. Confira as imagens abaixo:

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Essa menina abdicou do plástico e criou sacos feitos de folhas de bananeira para ir no mercado

Talvez você nunca tenha ouvido falar sobre o pioneirismo do Quênia ao banir sacolas plásticas de seu território.O país começou a atacar o problema há cerca de 10 anos e, recentemente, aprovou uma lei que proíbe a posse de sacolas plásticas. Ter uma destas em casa pode render até 4 anos de prisão aos quenianos. A lei é considerada a mais severa proibição do gênero já aplicada no mundo, mas uma menina do país fez do limão uma limonada e encontrou uma maneira criativa e sustentável de carregar suas coisas.

Hilda Gaceri Bundi não queria gastar 200 xelins quenianos (cerca de R$ 6) para adquirir uma sacola reutilizável para carregar suas coisas. Para resolver isso, a menina encontrou uma solução bem mais sustentável – e altamente econômica: usar folhas de bananeira secas como sacola.

A menina foi fotografada com sua criação e as imagens se tornaram virais nas redes sociais após serem publicadas por Ndungu Nyoro, de acordo com o Global Citizen. No entanto, o autor das fotografias não foi identificado.

De acordo com a publicação, este tipo de sacola é comum na região de Nkubu, onde a menina vive. Por lá, os habitantes utilizam estas sacolas para carregar produtos do campo. Baseada nisso, Hilda passou a manhã criando sua própria sacola de bananeira, que usou para levar compras que havia feito em um supermercado local.

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Ela transformou sua cozinha numa verdadeira galeria de arte

A artista Lynn Hetherington Becker, de Ohio, nos Estados Unidos, resolveu fugir do lugar comum e, ao invés de utilizar telas para suas novas pinturas, decidiu aproveitar os armários da sua cozinha para criar incríveis obras de arte.

Lynn, que é autodidata, diz acreditar que qualquer coisa pode virar arte, o que inclui a sua própria casa e até mesmo o corpo humano. Antigos projetos da artista já exploraram ambos, como uma escada que pintou com diversas mandalas, e também desenhos criados em barrigas de grávidas.

Para o projeto da cozinha, a artista utilizou cores vivas e abusou de elementos geométricos, animais, caveiras e mandalas, mudando totalmente a cara do local, e transformando o cômodo em uma verdadeira galeria de arte. O resultado é incrível, confira as imagens abaixo:

Imagens © Lynn Hetherington Becker /fonte:via

Exploradores encontram iceberg de cabeça pra baixo, e ele é de um azul luminescente raríssimo

É comum ter a impressão de que só estamos vendo “a ponta do iceberg” de alguma história. Tal expressão não é popular por acaso: não só a vida é cheia de situações das quais só conseguimos perceber a superfície, como em sua afirmação literal a frase não poderia ser mais precisa, afinal, a parte exposta de um iceberg representa de modo geral somente 10% da totalidade do bloco de gelo navegante.

O designer e cineasta americano Alex Cornell vivenciou, porém, um fenômeno raro: ele registrou justamente um iceberg que havia virado de cabeça pra baixo, e estava com seu fundo exposto – ele conseguiu enxergar além da ponta do iceberg, e o resultado é de uma beleza incrível e azul.

Como, enquanto boia, o iceberg lentamente derrete, é inevitável que em algum momento ele vire de cabeça para baixo. A cor branca usual da parte exposta dos icebergs ocorre por conta das bolhas de ar presas na parte de dentro do bloco de gelo. O denso azul do iceberg indica justamente o contrário: a pressão faz com que quase não exista ar em sua parte interna.

 

O iceberg foi visto em uma viagem feita por Cornell para a Antártica no final de 2014 e, segundo o artista, a aparição parecia mais com “um artefato galáctico do que com algo terrestre”.

O azul escuro, quase negro, que se revelou quando o iceberg virou realmente traz a impressão de se tratar de uma pedra preciosa – algo de outro planeta e de beleza inestimável, normalmente escondida debaixo da água.

 

 

 

© fotos: Alex Cornell/fonte:via