15 fotografias de cair o queixo que venceram o iPhone Photography Awards 2017

Se você ainda é uma daquelas pessoas acham que para fazer uma bela fotografia é preciso uma câmera cara e cheia de recursos, é melhor repensar seus conceitos. Os vencedores do iPhone Photography Awards de 2017 acabaram de ser anunciados, provando mais uma vez que uma câmera de celular é mais do que suficiente para capturar imagens de alto nível, de cair o queixo e muito inspiradoras.

As fotos da competição foram enviadas por milhares de fotógrafos de iPhone de mais de 140 países para várias categorias, do “Retrato” ao “Abstrato”.

Neste ano, o grande vencedor foi Sebastiano Tomada, do Brooklyn, Nova York, em uma viagem ao Iraque. A foto vencedora foi tirada com iPhone 6s e teve a seguinte legenda: “As crianças vagueiam nas ruas em Qayyarah (cidade no Iraque) perto do fogo e da fumaça que sai dos poços de petróleo, incendiados pelos militantes do Estado Islâmico”.

Confira algumas das imagens premiadas:

Sebastiano Tomada, vencedor do Grande Prêmio, Fotógrafo do Ano


Dina Alfasi, de Israel, 1º Lugar, Pessoas


Branda O Se, de Cork, Irlanda, 1º Lugar, Fotógrafo do Ano


Sergey Pesterev, de Mendeleevo, Rússia, 2º Lugar, Paisagem


Magali Chesnel, de Ferney-Voltaire, França, 1º Lugar, Árvores


Dongrui Yu, de Yunnan, China, 2º lugar, Animais


Joshua Sarinana, de Cambridge, Massachussets, EUA, 2º lugar Viagem


Gabriel Ribeiro, Mato Grosso Do Sul, Brasil, 1º lugar, Retrato


Barry Mayes, Herts, Reino Unido, 3º lugar, Crianças


Dyllon Wolf, Huntingtown, EUA, 2º lugar, Árvores


Kuanglong Zhang, Palácio da Cidade – Índia, 3º lugar, Fotógrafo do Ano


Christopher Armstrong, 1º lugar, Abstrato


Paddy Chao, Chand Baori – Índia, 1º lugar, Arquitetura


Zarni Myo Win, Yangon city, Myanmar, 2º lugar, Outros


Jen Pollack Bianco, Ilhas Lofoten – Noruega, 1º lugar, Viagem

 

Todas as fotos © IPP Awards/fonte:via

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O momento em que lhamas ‘invadem’ um casamento e deixam a noiva (ainda mais) feliz

Mais do que a decoração, os convidados, a comida ou a música, o que realmente importa numa festa de casamento é a felicidade do casal. Uma festa de casamento precisa ter a cara dos noivos, seja essa cara qual for – e se a noiva é obcecada por lhamas, essas serão as estrelas da festa. Foi isso que aconteceu em um casamento recente.

Quem contou essa história foi Zachary Brenner no site Distractify, sobre o casamento de sua irmã, Nicole. A noiva em questão gosta tanto desse animal que, segundo seur irmão, possui bolsas, lápis, roupas, tudo que pode com lhamas estampas. Qual não foi sua surpresa – e sua imensa alegria – quando viu que lhamas de verdade eram o presente da dama de honra para sua festa.

Segundo o post, Nicole vinha pedindo há meses que tivessem lhamas em seu casamento, mas seu pedido era negado. Tratava-se, porém, de uma surpresa preparada por sua irmã, Mandii, para a festa – e a reação da noiva quando viu os animais foi devidamente registrada.

Quem diria que uma lhama poderia um dia ser o presente de casamento perfeito?

 

© fotos: reprodução/fonte:via

Artista transforma fotos velhinhas em tatuagens minimalistas estilosas

Com três meses trabalhando na área depois formado em fotografia, o turco Alican Gorgu, ou PigmentNinja, percebeu que fotografar não era o que ele queria fazer. Partiu, então, para um emprego administrativo num estúdio de tatuagem e percebeu que era ali que queria trabalhar. Mas com a máquina na mão.

Fanático por filmes, o tatuador, que vive em Istambul, começou a tatuar imagens minimalistas baseadas em cenas das películas favoritas de seus clientes. Um dia, ao esboçar uma tattoo inspirada numa foto antiga de família, percebeu que não precisava desenhar todos os detalhes para fazer com que a tatuagem trouxesse as memórias à tona. Surgia assim o estilo que ele chama de Retrô Minimalista.

Ele começou a se especializar em transformar fotos antigas em belos desenhos na pele. “É uma sensação indescritível a de tatuar fotografias tiradas em diferentes partes do mundo e em diferentes tempos. Por exemplo, já fiz um retrato de família tirado no México na década de 60 e outro feito nos EUA nos anos 80”, relata.

Ele explica que seu objetivo é conseguir que seus traços façam as pessoas lembrarem de seus parentes, amigos ou animais sem detalhes muito complexos. “Acho que é importante focar no essencial porque essa é a parte mais preciosa e a que vai durar”. Seu trabalho tem chamado atenção no Instagram, que já coleciona mais de 40 mil seguidores.

Mas, calma. Você não precisa correr para lá agora. Abaixo seguem algumas de “obras” de PigmentNinja para você admirar:

 

Fotos via Alican Gorgu/fonte:via

Leão que perdeu uma pata ao cair em armadilha de caçador mostra força para se adaptar e seguir vivendo

Os leões não ficaram conhecidos como reis da selva à toa (ainda que eles vivam em savanas). Sem predadores naturais, eles costumam viver sem grandes ameaças. Tirando o humano. Clarence, um leão que vive em Uganda, no Parque Nacional Murchison Falls, foi vítima de um caçador, cuja armadilha deixou sua pata traseira esquerda tão machucada que veterinários decidiram amputa-la para evitar infecções.

Isso aconteceu em 2011, e Clarence foi levado de volta à vida selvagem no parque, ainda que os especialistas do Murchison Falls acreditassem que ele teria muitos problemas para sobreviver naquele estado. As dificuldades para se locomover atrapalhariam sua capacidade de se alimentar, além de não se saber se o resto da alcateia o aceitaria.

De acordo com o fotógrafo Corne Schalkwyk, Bernie, irmão de Clarence, que havia ocupado seu lugar como líder do bando, o acolheu perfeitamente, ajudando na locomoção, proteção e até caçando para que ele se alimentasse. Mas a ganância humana entraria na história novamente, e Bernie foi morto em 2013 em uma armadilha semelhante à que deixou Clarence sem uma pata.

Em 2014, um guia do Parque encontrou Clarence novamente. Ele não apenas estava se locomovendo, como foi visto ao lado da carcaça de um búfalo, do qual se alimentou, e até acasalando, garantindo que mais leões cheios de força para viver vão andar pelas savanas do Parque no futuro próximo.

Que os humanos que cruzem seus caminhos sejam do tipo que se esforça para dar condições para que a espécie siga viva, e não daqueles que contribuem para sua extinção. Em 100 anos, a população de leões na África caiu de 200 mil para 23 mil, e a área em que eles vivem diminuiu 85%. Seguindo o ritmo atual, o último deles poderia morrer em 2050, e mesmo em parques como o de Uganda a caça ilegal continua sendo um grande problema.

Clarence em registro de vídeo de 2015:

 

Fotos: Reprodução/fonte:via