Por que será que existem girafas ‘albinas’ no Quênia?

Ambientalistas descobriram duas girafas brancas no norte do Quênia, animais impressionantemente maravilhosos. A mãe e o bebê foram filmados por guardas florestais para o Programa de Conservação Hirola (HCP), enquanto caminhavam calmamente. Porém fizeram uma pausa marota para olhar a câmera.

A dupla tem leucismo – o que também foi o caso de um tigre pálido recentemente descoberto na Índia. Diferente do albinismo, a condição genética ocorre devido a níveis reduzidos de diferentes pigmentos nas células da pele. Curiosamente, a girafa bebê ainda apresentava traços proeminentes de articulação que parecem desaparecer, enquanto a pele da mãe está completamente branca.

Os guardas ouviram os aldeões falarem pela primeira vez sobre as girafas brancas e se apressaram para ver os animais. O vídeo revela a mãe passando de um lado para o outro, pois o bebê permanece em segundo plano. O ritmo da mãe é realmente um sinal para avisar que o filhote deve se esconder nos arbustos. Este é um comportamento característico das mães que para proteger seus filhos na natureza.

O aparecimento de girafas brancas na área é algo bastante novo. O HCP observando que anteriormente havia apenas dois avistamentos conhecidos no Quênia e na Tanzânia. Esta é a primeira vez, no entanto, que uma girafa branca foi filmada. Como os avistamentos estão se tornando mais comuns na área, os membros da comunidade se preocupam em relatar cada ocorrência.

 

Imagens: Reprodução YouTube/fonte:via

O império africano que conquistou o Egito e chegou ao Oriente Médio mas acabou esquecido pela história

Quando pensamos em antigas e poderosas civilizações africanas, naturalmente o que nos vem à cabeça é a egípcia. Aprendemos na escola sobre sua grandeza, suas riquezas e sua importância, assim como temos em suas heranças arqueológicas verdadeiras maravilhas do passado da humanidade. Há, porém, um outro antigo reino africano, que não só nos deixou também tesouros da arqueologia – incluindo mais de 300 pirâmides que permanecem intactas há 3 mil anos – como chegou a conquistar e governar o próprio Egito por algumas décadas, mas que a história simplesmente esqueceu.

 

Todas as imagens dispostas nessa matéria são de tesouros arqueológicos do reino de Kush

Trata-se do reino de Kush (ou Cuxe), formado por agricultores, artesãos e mercadores que chegaram a rivalizar em riqueza com os faraós. Os cuchitas possuíam minas de ouro e terras férteis e, pasmem, as mulheres podiam governar como rainhas por direito próprio.

O obscurantismo religioso, e principalmente o eurocentrismo que reina ao se resgatar e contar a história do continente africano – como também absurdamente acontece aqui na América Latina, o que se conta, afinal, é a história da África da perspectiva da presença dos europeus por lá – , a história do reino de Kush permanece um tanto misteriosa e esburacada.

O reino era localizado à beira do Nilo, onde hoje fica o Sudão – e essa posição privilegiada na rota comercial da época ajudou a construir a riqueza e o poder cuchita. A conquista do Egito se deu no século VIII a.C., onde os reis cuchitas reinaram como faraós por quase um século.

Estátua de um rei Kush

O declínio do reino é também misterioso, e teria acontecido entre o século II e o ano de 350, por conta de uma invasão etíope do reino de Axum, mas tal conclusão é altamente controversa entre historiadores. Sua língua e escrita estão praticamente desaparecidas, assim como boa parte de sua história.

 

“Talvez no futuro será possível ensinar algo sobre a história da África. Mas até o momento não há nenhuma ou quase nenhuma: só existe a história dos europeus na África.”

“O resto é escuridão, assim como ocorre com a história pré-europeia e a pré-colombiana na América. Uma escuridão que não é sujeito para a história”, comentou o grande historiador britânico Hugh Trevor-Roper, em 1965 – algo que não só lamentavelmente permanece atualmente, como ilustra perfeitamente a maneira como a história oficial funciona.

 

© fotos: divulgação/Getty Images/fonte:via

O procedimento de clonagem sul coreano que promete trazer seu cão falecido de volta

Não se trata da trama do filme Cemitério Maldito, em que um falecido gato, enterrado em um misterioso cemitério indígena, volta à vida, mas sim de um complexo processo científico oferecido por uma empresa sul-coreana. A Fundação Sooam de Pesquisa Biotecnológica, da Coreia do Sul, pode “ressuscitar” seu pet através da clonagem. O custo? 100 mil dólares.

Cães clonados dentro dos laboratórios da fundação

Especializados em clonagem de porcos e gado para pesquisas científicas, a fundação garante que a clonagem cães é, em verdade, seu serviço mais requisitado – foram quase 800 cachorros “trazidos de volta à vida” desde 2006. Entre príncipes, celebridades, bilionários, são diversos os clientes que pagaram essa pequena fortuna para terem um clone de seus antigos animais de estimação.

O processo leva cerca de dois meses, e pode soar um tanto mórbido: primeiro é preciso enrolar o corpo do cão em toalhas molhadas e colocado-lo em uma geladeira – não no congelador, que fique claro. Depois de entregar o cadáver à empresa, uma célula madura do cão é misturada com um óvulo em que o material genético anterior foi devidamente retirado, e implantar o embrião em uma “mãe” canina. Dois meses depois, seu cãozinho está de volta, como um filhote.

A prática é controversa, mas o fundador da empresa, Hwang Woo-Suk – que já se envolveu em diversos processos jurídicos por questões éticas – afirma que a felicidade das pessoas (junto de seu dinheiro) faz tudo valer a pena. “É como se eles tivessem encontrado uma criança desaparecida”, afirma. “Um momento de pura alegria, que me lembra a razão pela qual faço isso”.

O controverso Dr. Hwang Woo-Suk com dois de seus cães clonados

O próximo ambicioso projeto da empresa de Woo-Suk é simplesmente clonar um mamute a partir de restos congelados encontrados na Sibéria. Difícil será encontrar uma família para adotar esse filhote.

 

© fotos: divulgação/Getty Images/fonte:via

O chocolate rosa natural e sem química que virou mania nas redes

Acredita-se que o chocolate tenha sido criado há mais de três mil anos, pelo povo Olmeca, que ocupava as terras que hoje formam o centro-sul do México. Desde então muita coisa mudou.

O chocolate foi incorporado pelos espanhóis, em seguida se espalhou pela Europa, ganhando entusiastas especialmente na França e Suíça. Contudo, desde os anos 30, quando surgiu o chocolate branco, pouca coisa mudou nesse mercado. Mas isso está prestes a mudar.

É que uma empresa suíça chamada Barry Callebaut acaba de anunciar o chocolate cor-de-rosa. E você pode achar que já viu muito chocolate com as mais diferentes cores por aí, mas a diferença é que esta iguaria não leva qualquer corante ou saborizante.

O chocolate ganha essa coloração rosada pois é criado a partir do Cacau Rubi, uma variação da fruta que é encontrado em países como o Brasil, Equador e Costa do Marfim.

O desenvolvimento do novo sabor levou anos de pesquisa e o consumidor ainda vai esperar pelo menos 6 meses para encontrá-lo nas lojas. Mas sua cor única e o sabor, definido pelos criadores como frutado e aveludado, já está deixando muita gente com água na boca.

 

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