O chocolate rosa natural e sem química que virou mania nas redes

Acredita-se que o chocolate tenha sido criado há mais de três mil anos, pelo povo Olmeca, que ocupava as terras que hoje formam o centro-sul do México. Desde então muita coisa mudou.

O chocolate foi incorporado pelos espanhóis, em seguida se espalhou pela Europa, ganhando entusiastas especialmente na França e Suíça. Contudo, desde os anos 30, quando surgiu o chocolate branco, pouca coisa mudou nesse mercado. Mas isso está prestes a mudar.

É que uma empresa suíça chamada Barry Callebaut acaba de anunciar o chocolate cor-de-rosa. E você pode achar que já viu muito chocolate com as mais diferentes cores por aí, mas a diferença é que esta iguaria não leva qualquer corante ou saborizante.

O chocolate ganha essa coloração rosada pois é criado a partir do Cacau Rubi, uma variação da fruta que é encontrado em países como o Brasil, Equador e Costa do Marfim.

O desenvolvimento do novo sabor levou anos de pesquisa e o consumidor ainda vai esperar pelo menos 6 meses para encontrá-lo nas lojas. Mas sua cor única e o sabor, definido pelos criadores como frutado e aveludado, já está deixando muita gente com água na boca.

 

Imagens © Divulgação/fonte:via

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15 fotografias de cair o queixo que venceram o iPhone Photography Awards 2017

Se você ainda é uma daquelas pessoas acham que para fazer uma bela fotografia é preciso uma câmera cara e cheia de recursos, é melhor repensar seus conceitos. Os vencedores do iPhone Photography Awards de 2017 acabaram de ser anunciados, provando mais uma vez que uma câmera de celular é mais do que suficiente para capturar imagens de alto nível, de cair o queixo e muito inspiradoras.

As fotos da competição foram enviadas por milhares de fotógrafos de iPhone de mais de 140 países para várias categorias, do “Retrato” ao “Abstrato”.

Neste ano, o grande vencedor foi Sebastiano Tomada, do Brooklyn, Nova York, em uma viagem ao Iraque. A foto vencedora foi tirada com iPhone 6s e teve a seguinte legenda: “As crianças vagueiam nas ruas em Qayyarah (cidade no Iraque) perto do fogo e da fumaça que sai dos poços de petróleo, incendiados pelos militantes do Estado Islâmico”.

Confira algumas das imagens premiadas:

Sebastiano Tomada, vencedor do Grande Prêmio, Fotógrafo do Ano


Dina Alfasi, de Israel, 1º Lugar, Pessoas


Branda O Se, de Cork, Irlanda, 1º Lugar, Fotógrafo do Ano


Sergey Pesterev, de Mendeleevo, Rússia, 2º Lugar, Paisagem


Magali Chesnel, de Ferney-Voltaire, França, 1º Lugar, Árvores


Dongrui Yu, de Yunnan, China, 2º lugar, Animais


Joshua Sarinana, de Cambridge, Massachussets, EUA, 2º lugar Viagem


Gabriel Ribeiro, Mato Grosso Do Sul, Brasil, 1º lugar, Retrato


Barry Mayes, Herts, Reino Unido, 3º lugar, Crianças


Dyllon Wolf, Huntingtown, EUA, 2º lugar, Árvores


Kuanglong Zhang, Palácio da Cidade – Índia, 3º lugar, Fotógrafo do Ano


Christopher Armstrong, 1º lugar, Abstrato


Paddy Chao, Chand Baori – Índia, 1º lugar, Arquitetura


Zarni Myo Win, Yangon city, Myanmar, 2º lugar, Outros


Jen Pollack Bianco, Ilhas Lofoten – Noruega, 1º lugar, Viagem

 

Todas as fotos © IPP Awards/fonte:via

O momento em que lhamas ‘invadem’ um casamento e deixam a noiva (ainda mais) feliz

Mais do que a decoração, os convidados, a comida ou a música, o que realmente importa numa festa de casamento é a felicidade do casal. Uma festa de casamento precisa ter a cara dos noivos, seja essa cara qual for – e se a noiva é obcecada por lhamas, essas serão as estrelas da festa. Foi isso que aconteceu em um casamento recente.

Quem contou essa história foi Zachary Brenner no site Distractify, sobre o casamento de sua irmã, Nicole. A noiva em questão gosta tanto desse animal que, segundo seur irmão, possui bolsas, lápis, roupas, tudo que pode com lhamas estampas. Qual não foi sua surpresa – e sua imensa alegria – quando viu que lhamas de verdade eram o presente da dama de honra para sua festa.

Segundo o post, Nicole vinha pedindo há meses que tivessem lhamas em seu casamento, mas seu pedido era negado. Tratava-se, porém, de uma surpresa preparada por sua irmã, Mandii, para a festa – e a reação da noiva quando viu os animais foi devidamente registrada.

Quem diria que uma lhama poderia um dia ser o presente de casamento perfeito?

 

© fotos: reprodução/fonte:via

Artista transforma fotos velhinhas em tatuagens minimalistas estilosas

Com três meses trabalhando na área depois formado em fotografia, o turco Alican Gorgu, ou PigmentNinja, percebeu que fotografar não era o que ele queria fazer. Partiu, então, para um emprego administrativo num estúdio de tatuagem e percebeu que era ali que queria trabalhar. Mas com a máquina na mão.

Fanático por filmes, o tatuador, que vive em Istambul, começou a tatuar imagens minimalistas baseadas em cenas das películas favoritas de seus clientes. Um dia, ao esboçar uma tattoo inspirada numa foto antiga de família, percebeu que não precisava desenhar todos os detalhes para fazer com que a tatuagem trouxesse as memórias à tona. Surgia assim o estilo que ele chama de Retrô Minimalista.

Ele começou a se especializar em transformar fotos antigas em belos desenhos na pele. “É uma sensação indescritível a de tatuar fotografias tiradas em diferentes partes do mundo e em diferentes tempos. Por exemplo, já fiz um retrato de família tirado no México na década de 60 e outro feito nos EUA nos anos 80”, relata.

Ele explica que seu objetivo é conseguir que seus traços façam as pessoas lembrarem de seus parentes, amigos ou animais sem detalhes muito complexos. “Acho que é importante focar no essencial porque essa é a parte mais preciosa e a que vai durar”. Seu trabalho tem chamado atenção no Instagram, que já coleciona mais de 40 mil seguidores.

Mas, calma. Você não precisa correr para lá agora. Abaixo seguem algumas de “obras” de PigmentNinja para você admirar:

 

Fotos via Alican Gorgu/fonte:via

Leão que perdeu uma pata ao cair em armadilha de caçador mostra força para se adaptar e seguir vivendo

Os leões não ficaram conhecidos como reis da selva à toa (ainda que eles vivam em savanas). Sem predadores naturais, eles costumam viver sem grandes ameaças. Tirando o humano. Clarence, um leão que vive em Uganda, no Parque Nacional Murchison Falls, foi vítima de um caçador, cuja armadilha deixou sua pata traseira esquerda tão machucada que veterinários decidiram amputa-la para evitar infecções.

Isso aconteceu em 2011, e Clarence foi levado de volta à vida selvagem no parque, ainda que os especialistas do Murchison Falls acreditassem que ele teria muitos problemas para sobreviver naquele estado. As dificuldades para se locomover atrapalhariam sua capacidade de se alimentar, além de não se saber se o resto da alcateia o aceitaria.

De acordo com o fotógrafo Corne Schalkwyk, Bernie, irmão de Clarence, que havia ocupado seu lugar como líder do bando, o acolheu perfeitamente, ajudando na locomoção, proteção e até caçando para que ele se alimentasse. Mas a ganância humana entraria na história novamente, e Bernie foi morto em 2013 em uma armadilha semelhante à que deixou Clarence sem uma pata.

Em 2014, um guia do Parque encontrou Clarence novamente. Ele não apenas estava se locomovendo, como foi visto ao lado da carcaça de um búfalo, do qual se alimentou, e até acasalando, garantindo que mais leões cheios de força para viver vão andar pelas savanas do Parque no futuro próximo.

Que os humanos que cruzem seus caminhos sejam do tipo que se esforça para dar condições para que a espécie siga viva, e não daqueles que contribuem para sua extinção. Em 100 anos, a população de leões na África caiu de 200 mil para 23 mil, e a área em que eles vivem diminuiu 85%. Seguindo o ritmo atual, o último deles poderia morrer em 2050, e mesmo em parques como o de Uganda a caça ilegal continua sendo um grande problema.

Clarence em registro de vídeo de 2015:

 

Fotos: Reprodução/fonte:via

Mais do que máquinas, as ‘slot machines’ japonesas são pura arte vintage

No Japão, jogos de apostas são ilegais desde os anos 90 – embora a lei esteja mudando recentemente. Mesmo assim, uma mistura de caça-níqueis com pinball ainda persiste no país. São as máquinas Pachinko, que começaram a se popularizar nos anos 1920 – e hoje são verdadeiras obras de arte vintage!

Foto: Fashionslide

Diferentemente das máquinas encontradas nos cassinos, os Pachinko não oferecem prêmios em dinheiro. Funciona assim: o jogador insere seu dinheiro na máquina e, em troca, recebe algumas bolinhas prateadas que são usadas para jogar. Dependendo da sorte no jogo, uma pessoa pode ganhar muitas bolinhas extras, que podem ser trocadas por brindes, uma forma de driblar a lei que não permite apostas. [Esse vídeo no Youtube mostra mais sobre a mecânica]

O segredo é que estes prêmios (geralmente itens não muito atrativos) podem ser “vendidos” em locais próximos das Pachinko – e assim o brinde vira dinheiro de verdade! O que um turista desavisado pode não saber ao circular pelas ruas de Tóquio é que estes estabelecimentos eram controlados pela Yakuza, a máfia japonesa. Por esse motivo, pode ser um tabu conversar sobre o assunto no país.

Mesmo assim, as máquinas fazem parte da cultura japonesa e hoje atraem muitos turistas aos locais em que o jogo acontece. Na maioria destes lugares, é difícil encontrar máquinas antigas, como as vistas nessa página – elas começaram a ser substituídas por mecanismos mais modernos nos anos 70 e hoje são essencialmente eletrônicas.

Com o desuso, muitas máquinas vintage passaram a ser vendidas como itens de colecionador, principalmente nos Estados Unidos. Elas podem ser compradas atualmente em sites como o eBay ou o Pachinko Planet, onde são comercializadas com valores a partir de R$ 100.

Fotos ©  Pachinko Planet

Foto: Gnsin

Foto: Gilgongo

Foto via

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Foto via /fonte:via

O adeus da nave espacial responsável pelas melhores fotos de Saturno de todos os tempos

Em 1997, a NASA lançou à órbita a nave espacial Cassini–Huygens, uma sonda que tinha como grande objetivo captar imagens e informações sobre Saturno e suas luas. Quase 20 anos depois, a sonda está prestes a terminar sua missão, durante a qual registrou fotografias espetaculares do sistema solar.

 

A Cassini só chegou a Saturno em 2004, sete anos depois de deixar a Terra. Foi capaz de coletar informações que ajudaram cientistas a entender melhor a atmosfera do planeta, além da composição de algumas de suas luas. Sem a sonda, não seria possível saber, por exemplo, que a lua Titã é a única conhecida com atmosfera, além de ter mares e lagos formados por etano e metano. Tirando nosso planeta, é o único lugar do sistema solar onde sabemos que existem superfícies líquidas.

Mas, desde abril de 2017, a Nasa vem trabalhando na missão Grand Finale, em que a Cassini vai se chocar com a superfície saturniana e encerrar suas atividades. O impacto está previsto para acontecer no dia 15 de setembro, por volta das 9 horas da manhã no horário de Brasília.

O motivo para que a sonda deixe de ser utilizada é que ela ficou totalmente obsoleta. Criada em 1993, a Cassini usando tecnologia dos anos 80. Seu disco rígido interno tem apenas 2 gigabytes de capacidade, e as câmeras têm cerca de 10% do número de pixels das de um smartphone dos mais modernos.

Mesmo assim, os dados coletados por ela são tão vastos que os cientistas da NASA acreditam que terão material para fazer novas descobertas por décadas, tanto sobre Saturno quanto sobre sua magnetosfera, seus anéis e suas luas por décadas. Além disso, suas fotografias certamente seguirão capazes de nos causar grande impacto.

 

 

 

 

No site da NASA tem mais imagens feitas pela Cassini! Corre lá para conferir que vale a pena.

 

Fotos: NASA/fonte:via