Esta mini cabana foi construída em 3 semanas com apenas com apenas R$ 2.300

As mini casas estão em alta ultimamente, graças à capacidade de suprir necessidades em espaços pequenos e de economia durante a construção. A fotógrafa ucraniana Alla Ponomareva vive nos Estados Unidos com o marido e, ao planejar a construção de uma casa para hóspedes, decidiu testar um projeto de casa miniatura que havia visto na internet.

Criado por Derek Diedricksen, especialista nas chamadas ‘Tiny Houses’ (literalmente “casas minúsculas”), o projeto original havia custado 1200 dólares (o equivalente hoje a pouco mais de R$ 4 mil), mas Alla e o marido conseguiram cortar o orçamento para 700 dólares (mais ou menos R$2300).

Isso graças ao reaproveitamento de alguns materiais que eles possuíam na casa em que vivem em Montana, no norte dos EUA. Janelas, tábuas e o telhado foram reutilizados para criar a estrutura da mini cabana, que mede nada mais que 7,4 metros quadrados.

 A construção levou três semanas, com Alla e o marido trabalhando praticamente todos os dias. O painel solar, capaz de garantir energia para acender lâmpadas ou carregar aparelhos eletrônicos, foi o elemento mais caro do projeto.

Entre os detalhes mais legais da cabana estão os degraus de entrada, feitos de toras cortadas do próprio terreno, e as paredes de vidro, que permitem aos convidados observar o céu estrelado de Montana à noite. Como a cabana é para hóspedes, o casal não se preocupou em construir banheiro ou cozinha, mas Alla observa que, pertinho dali, há um banheiro externo e um chuveiro aquecido por energia solar.

 

Alla escreveu dois posts em seu blog para explicar detalhes sobre a construção. Leia aqui e aqui.

Fotos via Alla Ponomareva/fonte:via

Anúncios

Ela cria tattoos originais misturando art nouveau e natureza

A artista húngara Boglárka Tóth, baseada em Budapeste, conta que sempre quis fazer algo que misturasse o trabalho manual e a imaginação. Por conta disso, cresceu fazendo aulas de piano, por influência dos pais. Mas não era bem essa a profissão que ela iria seguir na vida adulta.

Boglárka conta que a ideia de virar tatuadora surgiu meio de repente, mas que de alguma maneira ela sabia que era isso que a faria feliz. “A ideia surgiu do nada, e as tatuagens poderiam ser aquele instrumento que eu realmente estava procurando!”, contou.

Isso foi há 6 anos, quando fez sua primeira tatuagem, usando um amigo como “cobaia”. Influenciada pela art nouveau, movimento artístico que surgiu na Bélgica no final do século 19, Boglárka mistura os desenhos com animais e elementos da natureza, chegando a um resultado nada menos do que original e incrível. Confira abaixo algumas tatuagens da artista, e para acompanhar o seu trabalho, siga sua conta no Instagram.

 

Imagens © Boglárka Tóth/fonte:via

Artista transforma pães reais em incríveis luminárias

Criada pela artista japonesa Yukiko Morita, a Pampshade, como foi chamada, é uma luminária feita de pão. Isso mesmo, de pão! Yukiko conta que a ideia surgiu por ela ser apaixonada por pães e já ter trabalhado como padeira. “Eu amo pão! Eles são fofos e me inspiram!”, contou.

De acordo com a artista, chegar no resultado final não foi fácil. Ela precisou trabalhar por anos no projeto, que leva farinha, fermento, resina, lâmpadas de LED e baterias, além de alguns ingredientes secretos que Yukiko não revela.

O processo de criação funciona da seguinte maneira: primeiro, a artista faz a massa do pão e a coloca para assar. Após pronto, é preciso esperar o pão esfriar, para então tirar o seu miolo. Yukiko cobre então o pão com uma camada de resina, adiciona a lâmpada e a bateria e voilà! Temos uma luminária de pão pronta.

Há diversos modelos da Pampshade à venda, desde croissants até baguetes, italianos e francês, e a loja entrega no Brasil! Para escolher o seu, acesse o site.

Imagens © Divulgação/fonte:via

Conheça a cachorra que adotou e amamentou 8 porquinhos abandonados

Os animais não conhecem barreiras para demonstrar seu amor. É o que prova a cachorra Treasure, uma Boxer que acaba de adotar oito porquinhos.

O encontro dos animais se deu quando Wes Trevor, o tutor de Treasure, soube sobre os oito suínos que estavam com uma péssima saúde. Ele decidiu levá-los até a Spectrum Plants Gold Coast, sua propriedade na Austrália, onde possui um viveiro de plantas, e tomar conta dos filhotes.

Inicialmente, ele alimentou os animais com uma ração especial, para que eles recuperassem a saúde. Mas não demorou para que Treasure lhe preparasse uma surpresa! Um dia que os filhotes escaparam, a cachorra foi atrás deles e agiu como se fosse uma verdadeira mãe. Desde então, seus instintos maternos afloraram e ela passou a produzir leite e alimentar os porquinhos, segundo informações do Gold Coast Bulletin.

Como não sabia se essa situação era saudável para as duas espécies, Wes consultou uma veterinária, que confirmou que os filhotes poderiam continuar sendo amamentados pela cadela. Além do leite da mãe adotiva, os animais também recebem suplementos alimentares para que não lhes falte nenhum nutriente.

 

O ‘mercado grátis’ que está ajudando a combater o desperdício na Nova Zelândia

Um dos males mais perversos do capitalismo e do mercado como regulador é sem dúvida o desperdício. São diversos os motivos, de controle de preços e mercados, custos diversos, publicidade ou outras intervenções que fazem com que quase metade da comida produzida no mundo seja jogada no lixo, alcançando cerca de 1,3 bilhões de toneladas desperdiçadas anualmente. Uma organização da Nova Zelândia decidiu fazer o mínimo do que o mundo deveria diante dos milhões que passam fome diariamente: distribuir gratuitamente os alimentos que seriam jogados fora.

A Free Store, ou mercado grátis, foi criada pelo artista Kim Paton para ser um projeto temporário, de duas semanas de duração, reunindo sem suas prateleiras alimentos em perfeita qualidade que, por motivos diversos, tornaram-se excedentes em supermercados e padarias, e se tornariam parte da estatística do desperdício. Sete anos depois felizmente a iniciativa se tornou permanente, e já possui quatro lojas na Nova Zelândia.

Não há qualquer critério ou restrição para se valer dos produtos na Free Store – qualquer um pode, pelo motivo que for, ir até uma loja e se servir dos produtos disponíveis. Cada sexta feira a loja distribui entre 800 e 1500 alimentos, alcançando um média de 250 mil alimentos anualmente, economizando um milhão de dólares por ano que iriam para o lixo.

 

A Free Store funciona com voluntários e 65 fornecedores. Trata-se do tipo de iniciativa que adoramos admirar à distância como um símbolo da civilidade em outros países, mas que pode ser feita de fato em qualquer cidade do mundo.

 

© fotos: divulgação