Fotos antigas mostram como nossos pais eram mais maneiros do que jamais seremos

Na moda, no cinema, na música, nas artes em geral, no comportamento, o passado parece sempre mais descolado, esperto e divertido do que os tempos atuais. As décadas de 1980, 1970, e em especial a década de 1960 parecem ter resumido tudo que ainda sonhamos em termos de estilo e estética, e muitos de nós sonham em ter nascido em outra época, como se sentissem saudades daquilo que nunca viveram.

Curiosamente, os que viveram são hoje aqueles que muitas vezes vemos como o contrário de todo esse estilo: nossos pais.

Foram nossos pais que viveram e até criaram os modismos e tendências que hoje vemos com admiração e nostalgia como tempos dourados de tudo.

E é baseado nessa intrigante percepção que muita gente têm compartilhado na internet fotos de seus pais para confirmar que eles, em suas juventudes, eram muito mais descolados, muito mais “maneiros” do que seus filhos, hoje, jamais serão – segundo seus próprios filhos.

 

“Minha mãe quando era uma instrutora de tanques, em 1984”

As explicações são muitas: talvez porque não havia internet e a vida era toda ao ar livre em convívio direto, talvez pelo passado já estar concluído e sempre parecer mais charmoso e sedutor, ou porque de fato algumas coisas nesses passados recentes eram de fato melhores, não importa. O importante é ver, nas diversas fotos aqui reunidas, como as gerações de nossos pais parecem divertidas e estilosas – e, pelas legendas que acompanham as fotos, muito mais do que seus filhos hoje são.

 

 “Meu pai, final dos anos 1960”

 

“Meu pai não era famoso, mas suas manobras eram demais (1977)”

 

“Meu pai andando de skate na Hyde School, em 1982. Acho que ele era mais descolado do que eu”

 

“Minha mãe andando de skate descalça na Califórnia em 1974”

 

“Meu pai sendo infinitamente mais maneiro que eu jamais serei (1980)”

 

“Minha mãe aos 16 anos com seu Camaro em 1975”

 

“Minha mãe em Moscou em 1975. Com todas as histórias que ela já me contou de suas viagens, não ficaria surpreso se descobrisse que ela era uma espiã”

 

“Meu pai na Arábia Saudita nos anos 1970 trabalhando como mergulhador para o exército no Mar Vermelho”

 

“48 cervejas e um monociclo. Meu pai no início dos anos 1980”

 

“Meu pai em 1969. Adoraria saber como isso aconteceu”

“Meu pai, em foto tirada para a revista Surfer. Peru, 1977”

 

“Meu pai esculpindo um busto da minha mãe nos anos 1980”

 

“Meu pai e minha mãe no dia de seu casamento, em 1980”

 

“Minha mãe com sua camiseta do Fleetwood Mac aos 18 anos, em 1982”

 

“Minha mãe andando de Skate com o pulso quebrado no final dos anos 1970”

 

“Minha mãe quando vivia no Alaska com seu filhote de husky”

 

“Mamãe nos anos 1980”

 

“Minha mãe, por volta de 1986”

 

“’Jardim’ da minha mãe, nos anos 1980”

 

“Minha mãe trabalhando na Nasa, em 1974”

“Meu pai e seu macaco de estimação, no Vietnã, em 1966”

“Minha mãe no final dos anos 1960”

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25 fotos maravilhosas do Burning Man 2017, o festival mais louco da Terra

O fotógrafo francês Matthieu Vautrin foi ao 2017 Burning Man e saiu de lá com uma bela série de imagens que permite que os expectadores mergulhem no festival mais louco da Terra.

Entre instalações e pessoas que se misturam através de nuvens de poeira no deserto Black Rock em Nevada, nos Estados Unidos, a atmosfera do maior evento de “contracultura” do mundo é perfeitamente atraente para o artista.

Em 2017, o tema “Ritual Radical”, apresentou estruturas e esculturas impressionantes, incluindo um templo central que apoiou uma escultura antropomórfica de madeira construída para celebrar o Golden Spike – o ápice do evento.

Veja as fotos do francês:

Imagens: Matthieu Vautrin/Fonte:via

Cada parede deste restaurante de Hong Kong é especialmente desenhada por grafiteiros

Você já deve ter visto por aí alguns restaurantes com uma das paredes do estabelecimento grafitada, não é? Mas e um local onde todas as paredes fossem grafitadas, e por artistas diferentes? Esse restaurante existe, se chama Bibo, e fica em Hong Kong.

Projetado para ser muito mais do que uma experiência gastronômica, a ideia faz parte de uma colaboração entre uma agência de design e um misterioso coordenador de projetos, que atende pelo mesmo nome do restaurante.

O local foi totalmente decorado com obras de artistas mundialmente reconhecidos, como Banksy, JR, Damien Hirst, Daniel Arsham e Invader. O objetivo, de acordo com o restaurante, é oferecer aos clientes um novo olhar sobre a arte, ao mesmo tempo em que os artistas têm a oportunidade de mostrar seu trabalho de um jeito diferente.

“Convidei artistas de rua de todo o mundo para criar instalações, mesmo antes do restaurante ser finalizado. Portas, paredes e até o teto foram usados. A ideia era que tudo parecesse inacabado, mas de uma forma orgânica”, explicou Bibo.

A julgar pelas fotos abaixo, jantar no restaurante/galeria realmente deve ser uma experiência única e fascinante. Então, se você nunca pensou em ir pra Hong Kong, está na hora de reconsiderar, não é mesmo?!

Imagens © Nathaniel Mcmahon/Fonte:via

A história do fotógrafo que foi mordido por uma cobra venenosa, mas sobreviveu para terminar seu trabalho

As cores, formas e movimentos das cobras fascinaram tanto o fotógrafo norte-americano Mark Laita que ele resolveu criar um projeto só para retratá-las.Depois de um bom tempo capturando imagens de serpentes, ele sofreu um pequeno acidente: foi mordido por uma mamba-negra, uma das espécies mais venenosas do mundo. Mas, acredite se quiser, nem se importou tanto.

O incidente aconteceu alguns anos atrás, quando Mark estava na Costa Rica.Ele já tinha rodado os Estados Unidos e parte da América Central atrás de zoológicos, laboratórios e colecionadores que o ajudassem no projeto.

A sessão com a mamba-negra já estava finalizada quando a cobra começou a rodear seus pés.

Mark explica que não ficou com medo da serpente, pois ela tinha se mostrado bastante dócil durante o trabalho, e também por ser um animal mais velho, sem tanto ímpeto agressivo. Ele mirou a lente para baixo e começou a registrar os movimentos da cobra a seu redor, até que o dono dela decidiu usar seu bastão para tira-la de lá.

O problema é que ele acabou mexendo em um cabo do equipamento de Mark, assustando a mamba-negra, que atacou o fotógrafo. Em meio ao azar, a sorte: ele conseguiu captar o exato momento da mordida – e só descobriu isso no dia seguinte.

Sua canela começou a sangrar muito, encharcando a meia e o tênis do visitante. Mas sorte mesmo foi ter sobrevivido: praticamente todas as vítimas das mabma-negras morrem, e há até relatos de elefantes que perderam a vida ao cruzar com uma dessas cobras.

Algumas pessoas acusaram Mark de ter forjado o ataque para divulgar seu livro, mas ele nega. Em entrevista, o fotógrafo disse que estava usando uma bermuda porque alguns donos de serpentes disseram que a pior coisa que poderia acontecer seria um dos animais subir pela sua calça.

Ele nem foi a um hospital para se certificar que estava tudo bem, o que especialistas lhe disseram ter sido uma “grande estupidez”. De acordo com Mark, ele sentiu bastante dor no local à noite, como se tivesse vários alfinetes espetadss, mas depois ficou tudo bem. Especialistas acreditam que ele tenha levado uma “mordida seca”, quando o animal não injeta veneno.

Apesar da estupidez, Mark sobreviveu para seguir fotografando serpentes, o que resultou no livro Serpentine. As fotos são todas tiradas sobre um fundo preto para ressaltar ao máximo as cores e formatos dos animais.

Antes de conferir algumas das belas imagens, não custa lembrar que em qualquer caso de mordida por serpente é indicado correr para o hospital ou centro médico mais próximo o mais rápido possível.

Fotos © Mark Laita /Fonte:via