Norte-americana relata que marido quase morreu por consumo excessivo de energéticos

Mesmo sabendo que não é saudável consumir grandes quantidades de cafeína diariamente , muita gente abusa de cafés e bebidas energéticas para encontrar a energia para um dia cheio de trabalho e estudos. Mas o que, exatamente, poderia acontecer de tão ruim com quem toma muita cafeína?

 

Um casal estadunidense compartilhou sua história para alertar outras pessoas dos perigos do exagero do consumo de bebidas energéticas.

Austin e Brianna se preparavam para ganhar o primeiro filho do casal quando Austin caiu no hábito de tomar muitas latas de energético por dia para dar conta do emprego puxado. Um dia, poucas semanas antes do parto de Brianna, a mãe de Austin a acordou e disse que o pai do seu bebê estava no hospital.

“Depois de dirigir duas horas até o hospital, descobri que meu marido, o pai do meu filho, a pessoa por quem estou profundamente apaixonada, teve uma hemorragia cerebral. Por quê? Os médicos concluíram, depois de fazer seis testes de drogas e descartarem as substâncias, que este evento horrível aconteceu por seu consumo excessivo de energético”, explica a Brianna. Ela conta que o marido começou a tomar mais e mais bebidas energéticas quando começou a trabalhar mais horas por dia e a passar muito tempo indo e voltando do trabalho.

Austin passou por uma cirurgia que durou várias horas e a família finalmente pôde vê-lo. “Enquanto todos prestavam atenção em seu rosto irreconhecível ligado a todo tipo de máquinas e tubos, tudo o que eu podia ver eram seus pais. Vi a luz deixar os olhos de sua mãe quando ela viu seu filho sem movimentação deitado em uma cama de hospital. Vi seu pai cair no choro enquanto ele se segurava à esposa. Eles não sabiam se a vida que eles haviam criados juntos iria acordar”.

 

A recuperação de Austin foi lenta e difícil, e ele precisou passar por muitas cirurgias. “Depois disso teve derrames, convulsões, inchaços e muitas outras coisas que não estávamos preparados”. Ele também perdeu a seção frontal do cérebro e do crânio.

 

“Depois de duas semanas no hospital, me perguntando se ele seria tirado de nós, eu voltei para casa. Estava na hora de dar à luz o bebê”, descreve a esposa. Mesmo em meio a tanto estresse, Brianna passou pelo enorme desafio sem o apoio do marido. “Não vou mentir, foi difícil. Eu planejava que Austin fosse parte desse momento importante. Estando ao meu lado. Segurando minha mão. Estando lá para cortar o cordão umbilical. Estando lá para receber nosso filho ao mundo.”

Brianna conta que logo depois do parto, como um milagre, Austin acordou. Mas foi apenas dois meses depois do nascimento que Austin conseguiu conhecer o filho.

Agora o bebê está com oito meses de vida e Brianna conta mais sobre a rotina da família: “Acordo todo dia para cuidar do nosso lindo menino e do meu marido. Eu preparo as refeições, faço fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional. Eu o ajudo com a higiene pessoal. Eu o ajudo a andar. Eu ajudo em todos os aspectos da vida dele. Entre essas tarefas eu cuido do nosso agitado bebê. É difícil e estou cansada, mas aproveito ao máximo”.

Quantidade limite de energético


A maioria dos energéticos contêm grandes quantidades de cafeína, açúcar e outras substâncias. O salto energético é curto, e pode trazer outros problemas maiores, como nervosismo, irritabilidade, insônia, batimento cardíaco acelerado, pressão sanguínea aumentada.

Para a maioria das pessoas, uma lata de bebida energética de vez em quando não traz problema algum, mas o consumo não deve passar de uma lata por dia. A Dra. Katherine Zeratsky, da Mayo Clinic (EUA), afirma que se a pessoa se sente fatigada constantemente, deve considerar uma alternativa mais saudável para ganhar energia, como boas noites de sono, boa alimentação e exercício físico regular.

Uma lata por dia já pode trazer problemas

Um estudo publicado na Journal of the American Medical Association mostra que apenas uma lata de energético pode aumentar a pressão cardíaca e a produção de hormônios de estresse, mesmo em jovens. Isso poderia aumentar os riscos de problemas cardiovasculares mesmo em pessoas saudáveis.

fonte:[ Via Bored Panda, Mayo Clinic, Mayo Clinic]

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O desconhecido heroísmo de Marie Curie na Primeira Guerra Mundial

Se você perguntar para qualquer pessoa qual a mulher mais importante da história da ciência, muito provavelmente a resposta será Marie Curie. Se você perguntar o que ela fez, muitas pessoas vão dizer que era algo relacionado à radioatividade (ela na verdade descobriu os radioisótopos rádio e polônio). Alguns também podem saber que ela foi a primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel (ela ganhou dois).

 

Mas poucos saberão que ela também foi uma grande heroína da Primeira Guerra Mundial. Na verdade, se alguém visitasse seu laboratório em Paris em outubro de 1917 – há 100 anos neste mês – não teria encontrado nem ela nem rádio no local. Seu rádio estava escondido e ela estava na guerra.

Para Curie, a guerra começou no início de 1914, quando as tropas alemãs se dirigiram para a cidade em que ela morava, Paris. Ela sabia que sua pesquisa científica precisava ser suspensa. Então, ela reuniu todo o seu estoque de rádio, colocou-o em um recipiente revestido de chumbo, transportou-o de trem para Bordeaux – a pouco mais de 600 km de distância de Paris – e deixou-o em um cofre em um banco local. Ela então voltou para Paris, confiante de que ela reclamaria seu rádio depois que a França vencesse a guerra.

Com o objeto do trabalho de sua vida escondido, ela agora precisava de algo mais para fazer. Em vez de fugir da agitação, ela decidiu participar da luta. Mas, como poderia uma mulher de meia-idade fazer isso? Ela decidiu redirecionar suas habilidades científicas para o esforço de guerra; não para fazer armas, mas para salvar vidas.

Raios-X na guerra

Os raios-X, um tipo de radiação eletromagnética, foram descobertos em 1895 por outro vencedor do prêmio Nobel, Wilhelm Roentgen. Quase imediatamente após a descoberta, os médicos começaram a usar raios-X para fazer imagens dos ossos dos pacientes e encontrar objetos estranhos – como balas.

 

Mas no início da guerra, as máquinas de raios-X ainda eram encontradas apenas nos hospitais da cidade, longe dos campos de batalha onde as tropas feridas estavam sendo tratadas. A solução de Curie foi inventar o primeiro “carro radiológico” – um veículo contendo uma máquina de raios-X e equipamento fotográfico de câmara escura – que poderia ser conduzido até o campo de batalha onde os cirurgiões do exército poderiam usar raios-X para orientar suas cirurgias.

Um dos principais obstáculos foi a necessidade de energia elétrica para produzir os raios-X. Curie resolveu esse problema incorporando um dínamo – um tipo de gerador elétrico – no design do carro. O motor do carro poderia assim fornecer a eletricidade necessária.

Frustrada com os atrasos na obtenção de financiamento dos militares franceses, Curie se aproximou da União das Mulheres da França. Esta organização filantrópica deu-lhe o dinheiro necessário para produzir o primeiro carro, que acabou desempenhando um papel importante no tratamento dos feridos na Batalha de Marne em 1914 – uma grande vitória aliada que impediu os alemães de entrarem em Paris.

Mais carros radiológicos eram necessários. Assim, Curie explorou sua influência científica para pedir às mulheres parisiense ricas para doar veículos. Logo ela tinha 20, que ela equipou com equipamentos de raios-X. Mas os carros eram inúteis sem operadores de raios-X treinados, então Curie começou a treinar mulheres voluntárias. Ela recrutou 20 mulheres para o primeiro curso de treinamento, que ensinou junto com sua filha, Irene, uma futura vencedora do Prêmio Nobel.

O currículo incluiu instruções teóricas sobre a física da eletricidade e raios-X, bem como aulas práticas em anatomia e processamento fotográfico. Quando esse grupo terminou seu treinamento, foi para a frente de batalha, e Curie treinou mais mulheres. No final, um total de 150 mulheres receberam o treinamento de raios-X de Curie.

Não contente apenas de enviar suas formandas para a frente de batalha, a própria Curie teve seu próprio “pequeno Curie” – como os carros radiológicos foram apelidados – que ela levou para lá. Isso exigiu que ela aprendesse a dirigir, trocar os pneus e até dominar um pouco de mecânica rudimentar, como a limpeza de carburadores. E ela também teve que lidar com acidentes de carro. Quando o carro entrou em uma vala, ela teve que ajudar a endireitar o veículo, reparar o equipamento danificado o melhor possível e voltar para o trabalho.

Além dos pequenos Curies móveis que viajaram ao redor do campo de batalha, Curie também supervisionou a construção de 200 salas radiológicas em vários hospitais de campo fixo atrás das linhas de batalha.

Efeitos colaterais

Embora poucas – ou talvez nenhuma – mulheres trabalhadoras de raios-X tenham sido feridas como consequência do combate, elas não ficaram sem efeitos colaterais da radiação. Muitas sofreram queimaduras por exposição excessiva a raios-X. Curie sabia que tais exposições elevadas representavam riscos futuros para a saúde, como o câncer na vida adulta. Mas não houve tempo para aperfeiçoar as práticas de segurança de raios-X para o campo de batalha, então muitas trabalhadoras que lidaram com os raios-X foram sobre-expostas. Ela se preocupou muito com isso, e depois escreveu um livro sobre segurança de raios-X tirado de suas experiências de guerra.

Curie sobreviveu à guerra, mas estava preocupada com o fato de seu intenso trabalho de raio-X acabar por causar sua morte. Anos depois, ela contraiu anemia aplástica, um distúrbio sanguíneo às vezes produzido por alta exposição à radiação.

Muitos assumiram que sua doença era o resultado de suas décadas de trabalho com o rádio – está bem estabelecido que o rádio pode ser letal. Mas Curie desconsiderava esse pensamento. Ela sempre se protegeu de ingerir rádio. Em vez disso, ela atribuiu sua doença às altas exposições de raios-X que havia recebido durante a guerra. (Nós provavelmente nunca saberemos se os raios-X de guerra contribuíram para a morte dela em 1934, mas uma amostra de seus restos em 1995 mostrou que seu corpo estava realmente livre de rádio).

Como uma celebridade da ciência, Marie Curie dificilmente pode ser chamada de heroína desconhecida. Mas a representação comum dela como uma pessoa unidimensional, afastada em seu laboratório com o único propósito de avançar a ciência pela ciência, está longe da verdade.

Marie Curie era uma pessoa multidimensional, que trabalhou obstinadamente como cientista e humanitária. Ela era um forte patriota de sua pátria adotada, tendo imigrado para a França da Polônia. E aproveitou sua fama científica para o benefício do esforço de guerra de seu país – usando os ganhos de seu segundo Prêmio Nobel para comprar títulos de guerra e até mesmo tentou derreter suas medalhas Nobel para convertê-las em dinheiro para comprar mais.

Apesar das dificuldades intrínsecas para as mulheres no início do século 20 em um mundo dominado pelos homens, ela mobilizou um pequeno exército de mulheres em um esforço para reduzir o sofrimento humano e ganhar a Primeira Guerra Mundial. Através de seus esforços, estima-se que o número total de soldados feridos que receberam exames de raios-X durante a guerra tenha ultrapassado um milhão.

Fonte:[Via Discover Magazine]

15 fotos de casamento que fugiram de todos padrões e acabaram premiadas

Fotos de casamento costumam ser sempre iguais. Produções impecáveis para imagens típicas e repetitivas, belas porém muitas vezes desinteressantes.

Em um evento costumeiramente tão emocionante para os envolvidos quanto uma cerimônia, quando as fotos conseguem, no entanto, trazer a singularidade do momento do casamento – entre as mil histórias curiosas que uma festa dessas costuma provocar – tornam-se imagens realmente instigantes e encantadoras.

Foi isso que o site Fearless Award – dedicado a celebrar as melhores fotos de casamento do mundo – reuniu: uma seleção de mais de 200 imagens premiadas que contam, em um clique, incríveis histórias de festas e cerimônias que, entre emoção, alegria, nervosismo e doses acima de álcool, costumam rechear nossas memórias com lembranças incríveis.

Abaixo vão 15 dessas imagens. E a coleção inteira pode ser vista aqui.

© Fearless Award/fonte:via

Série poderosa mostra o poder das tattoos na superação de mastectomias

No mês em que celebramos o Outubro Rosa, a revista de tatuagem Inked lançou seu primeiro especial em homenagem às mulheres sobreviventes de câncer de mama. Para acompanhar a produção, um mini documentário foi produzido retratando a história de 12 mulheres poderosas que demonstraram ser mais fortes que o câncer.

As histórias são semelhantes e geralmente começam pela identificação de um caroço na mama ou na região próxima a ela. O diagnóstico de câncer vem logo depois e, com ele, a decisão de realizar uma mastectomia para se ver livre da doença.

Após a retirada das mamas, muitas mulheres sentem-se inseguras pela ausência dos mamilos. A solução encontrada por elas não poderia ser mais estilosa: uma tatuagem para transformar as cicatrizes em algo novo e cheio de personalidade.

Todas as 12 mulheres que participaram do vídeo têm diferentes estilos de vida e idades. Em comum, apenas a força para vencer um câncer. Elas foram fotografadas por Sophy Holland, que retrata como uma tatuagem pode resgatar a autoestima feminina. Espia só o vídeo resultante da ação:

Todas as fotos: Reprodução Youtube/fonte:via