O encontro deste homem com a leoa que salvou há 7 anos teve um desfecho de tirar o fôlego

Há 7 anos, o zoólogo Kevin Richardson resgatou duas leoas filhotes que estavam se afogando. Desde então, ele deu nomes para elas (Meg e Amy) e o trio se tornou praticamente inseparável. Por muito tempo, elas viveram em um santuário criado por Kevin, que os amigos apelidaram de “o homem que pode falar com os leões“.

Em um vídeo realizado para o canal do Youtube da GoPro, o zoólogo explica que mesmo leões que viveram a maior parte da vida em cativeiro podem caçar muito bem – e esse é o caso das duas leoas resgatadas por ele. Mas Kevin decidiu mostrar como estes animais são capazes de expressar seu amor pelos humanos em um vídeo emocionante.

Gravado no habitat natural das leoas, o vídeo pretende mostrar como os animais reagiriam ao reencontrar o seu velho amigo. Vem descobrir como foi esse encontro!

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Um dos maiores enigmas arqueológicos da história foi resolvido com a tradução destes hieróglifos

Para decifrar a história é muitas vezes necessário uma dose de paciência e principalmente de tempo que vale por milhares de anos – literalmente. Passaram-se nada menos que cerca de 3200 anos até que enfim um dos maiores enigmas arqueológicos foi resolvido, quando uma equipe de arqueólogos suíços e holandeses anunciou ter enfim decifrado os hieróglifos da língua luvita.

A inscrição em calcário de 35 centímetros de altura e cerca de 27 metros de extensão encontrada em 1878 onde hoje é a Turquia é o maior hieróglifo conhecido da era de bronze. O arqueólogo francês Georges Perrot, à época de sua descoberta, teve a astúcia de copiar detalhadamente as inscrições, pois essa pedra viria a ser usada posteriormente como parte da fundação de uma mesquita. Trata-se de uma escrita na língua luvita, falada na região da Turquia e arredores e extinta no ano 600 a.C.

 

Os hieróglifos, escritos em cerca de 1180 a.C., contam as batalhas e guerras e invasões do príncipe troiano Muksus, e muitos acreditam que os luvitas são na realidade o “povo do mar” que provocaram o fim do novo reino egípcio. Os arqueólogos afirmam que tais batalhas precipitaram o fim da própria era do bronze no mediterrâneo, em uma série de conflitos conhecida como a “Guerra mundial zero” que derrubou as superpotências da época.

Muitos estudiosos, porém, garantem que as descobertas são questionáveis, afinal não é possível confirmar a precisão das cópias com que a equipe trabalhou, que poderia inclusive ser forjada. Outros, no entanto, afirmam que não seria possível forjar um documento tão extenso. As descobertas serão publicadas em breve, preenchendo assim mais uma parte do lento e infinito livro da história.

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Ele decidiu ressocializar detentos de presídio na Grande SP ensinando crochê

As consequências do modo de produção da moda convencional fizeram com quem Gustavo Silvestre procurasse,  depois de 10 anos trabalhando como estilista no mundo da moda, um propósito maior para sua profissão.

Quando tornou-se o único aluno homem em um curso de crochê – resgatando uma tradição familiar – Gustavo entendeu que, com isso, poderia ir mais longe, e estabeleceu um curso de crochê dentro da Penitenciária Desembargador Adriano Marrey em Guarulhos.

Assim, em 2015, nasceu o Projeto Ponto Firme, que uma vez por semana ensina crochê a 26 detentos. Mais de 150 presos já passaram pelas aulas e agulhas de Gustavo. Cada aluno ganham um dia a menos de pena a cada 12 horas de curso. Certificados são distribuídos a cada seis meses e até exposições com as peças desenvolvidas pelos detentos são realizadas dentro da penitenciária.

Dois preconceitos são, dessa forma, derrubados através do projeto: contra os detentos e contra a ideia de que crochê seria um oficio feminino.

Seus melhores alunos hoje já são monitores do curso, e um aluno seu está, em liberdade, atualmente trabalhando com ele no Ateliê Vivo – e, conforme Gustavo garante, a recompensa é ver o tal propósito que sempre procurou na prática – ensinando e aprendendo com os detentos, e quem sabe ampliando as possibilidades de um futuro melhor para seus alunos.

Gustavo no Projeto Ponto Firme

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De Luther King a Reagan: 10 retratos impactantes dos EUA que ninguém quer ver

O debate racial e social que hoje parece tomar conta dos EUA não começou naturalmente depois da eleição de Donald Trump para presidente – que simplesmente acendeu da pior forma possível um combustível que já corre pelas veias do país há décadas.

É essa história que a exposição “States of America” (“Estados da América”) pretende contar através de fotografias.

Grandes nomes da fotografia e do fotojornalismo retratam na exposição que percorre o período que teve início quando do movimento pelos direitos civis nos EUA, no início dos anos 1960, até o período do governo Reagan, nos anos 1980.

São três importantes décadas que talharam na história americana as marcas e divisões que levaram o país ao que vive hoje – registrada pelas melhores e mais inclementes lentes.

Não são as tradicionais fotos políticas que conhecemos, mas sim imagens que, ao registrar as pessoas de tais épocas, parecem revelar o espírito do período.

© Nicholas Nixon, 1979 

© William Eggleston, 1968

© Milton Rogovin, 1970

© William Eggleston, 1965

© Stephen Shore, 1977

© Mark Cohen, 1977

© Mark Cohen, 1972

© Lee Friedlander, 1969

© Bill Owens, 1973

© Dawoud Bey, 1976

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