A emoção 18 avós e bisavós (quase) centenários ao verem seus netinhos pela primeira vez

Se a internet muitas vezes parece ser somente um reservatório do pior do ser humano, onde o ódio, o preconceito e a violência podem reinar ruidosamente, ela também é capaz de nos lembrar dos mais bonitos e profundos sentimentos.

Uma postagem recente no site Bored Panda reunindo fotos de avós e bisavós encontrando netos e bisnetos recém nascidos pela primeira vez é capaz de ao menos um pouco renovar nossas esperanças no ser humano.

São imagens simples e tocantes, que falam do tempo, dos ciclos, das renovações e encerramentos que a vida nos traz, e de um afeto que parece capaz de atravessar todo e qualquer processo e se multiplicar com um mero toque de mãos ou com somente uma troca de olhares.

A força de um bebê recém nascido parece se multiplicar diante de seu parente mais velho, assim como a doçura de um bisavô floresce feito este fosse um bebê diante de seu bisneto com poucos dias de vida – com o tempo imperando como um possível sinônimo da palavra amor.

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© Bored Panda /fonte:via

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A horta urbana mais alta do mundo que fica no topo de um prédio em Nova York

As hortas urbanas estão ganhando espaço e mostram que é possível ser sustentável e cultivar produtos orgânicos em meio ao concreto e a selva de prédios. A Bromley Caldari Architects criou a maior horta urbana em altura do mundo, no bairro do Brooklyn, em Nova York (EUA). A horta está em cima de um armazém de seis andares, ocupa 40 mil metros quadrados e é administrada pela equipe da Brooklyn Grange Farm.

Ben Flanner, engenheiro industrial, é o presidente da Brooklyn Grange Farm, formada por uma equipe de agricultores, ativistas e voluntários que trabalham duro para construírem uma cidade mais sustentável. A horta já produziu tomate, alface, cenoura, beterraba, feijão, rabanete, pimenta, rúcula, e o melhor de tudo: todos eles são alimentos livres de agrotóxicos.

O projeto mostra que é possível utilizar espaços públicos vazios para cultivar alimentos orgânicos, mesmo em grandes centros urbanos como Nova York. A iniciativa contribui para uma economia sustentável e pretende alcançar outras telhados na cidade.

Abaixo o vídeo que mostra a evolução da horta ao longo das estações do ano em Nova York e a apresentação do projeto New York Farm City, que pretende transformar a cidade em um lugar mais sustentável:

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Todas as fotos © Brooklyn Grange Farm/fonte:via

Mini casa móvel te permite passear pelo mundo com direito a estufa e varanda

Apartamentos e casas pequenos cada dia precisam ser projetadas de maneira mais funcional, para unir conforto e praticidade evitando a sensação de confinamento. Uma empresa chamada Olive Nest Tiny Homes quer provar que isso é possível com seu novo lançamento, uma pequena residência chamada Elsa.

Se trata de uma pequena casa móvel com área principal de 30 metros quadrados, mas parece bastante espaçosa e arejada, pois vem equipada com uma estufa e uma varanda. Com madeira clara e paredes brancas, a unidade de estilo loft cria a ilusão de que é duas vezes maior do que realmente é.

A cozinha tem uma geladeira e fogão a gás de tamanho completo com prateleiras acima da pia. Há bastante espaço de armazenamento para pessoas que já sabem que não precisam de muita coisa para sobreviver. Há máquina de lavar roupas, uma pequena sala de estar e mesa para apreciar uma bela refeição confortavelmente.

Num segundo andar há uma cama de casal para descansar após um dia todo viajando.

A estufa é um atrativo à parte: com 7 metros quadrados é grande o suficiente para cultivar suas frutas e vegetais. Então, não só há uma redução de pegada ecológica, mas o jardim torna esta estrutura ainda mais sustentável.

Ah, ainda tem o conforto do balanço na varanda e tudo isso custa ‘apenas’ 264 mil dólares.

Imagens: Divulgação/fonte:via

Artista japonês usa técnica milenar para criar animais metálicos que florescem

O escultor japonês Taiichiro Yoshida é um desses artistas cujo talento é capaz de combinar técnicas antigas a ideias novas, criando belas obras que unem tradição e modernidade.

Acredita-se que o uso de metal para criar estruturas decorativas começou a se desenvolver no Japão por volta do século 3 a.C, e as habilidades manuais para forjar esses objetos foram passadas de geração em geração por centenas de anos.

O trabalho de Yoshida se destaca ao usar as flores metálicas para decorar estruturas com formatos de animais, de aves a macacos. Para isso, ele esculpe materiais como bronze, cobre e prata, aquecendo os metais para deixá-los mais flexíveis e dando leves marteladas para moldar.

Depois, ele colore cada peça antes de prende-las nas esculturas, geralmente feitas de plastilina. O artista explica que, para modificar as cores dos metais, é preciso resfriar o material rapidamente depois de aquecê-lo, o que permite trabalhar com cores como o branco e uma escala que varia entre o marrom do cobre e o rosa.

Fotos via Taiichiro Yoshida /fonte:via