O guia de vinhos surrealista de Salvador Dalí

O pintor catalão Salvador Dalí não era definitivamente uma pessoa usual. Dalí foi um artista no sentido mais amplo do termo, trazendo o surrealismo do movimento que ajudou a criar para cada um de seus gestos, desde pintar até simplesmente passear na rua, comer ou beber um vinho – nada em sua vida parecia estar fora de suas ambições estéticas e poéticas.

O incrível livro de culinária criado pelo pintor e recentemente relançado já mostrava que sua visão artística não tinha limites, e cozinhar para Dalí também era um gesto surrealista. Agora seu guia de vinhos também foi relançado pela editora Taschen e, como não poderia deixar de ser, a marca surrealista do artista se faz presente.

 

Lançado originalmente em 1978 com o sugestivo título Vins de Gala (Os Vinhos de Gala, em homenagem à sua eterna esposa), o livro é ilustrado por mais de 140 imagens criadas por Dalí, e os vinhos de sua seleção são classificados não através dos paradigmas usuais, como aroma, densidade, sabor ou idade, mas sim pelos sentimentos e estados de espírito que cada vinho é capaz de provocar – ao menos através da visão singular do artista.

O sistema de classificação é chamado por Dalí de “Intromissão”, e separa as bebidas em, por exemplo, “vinhos de generosidade”, “vinhos de frivolidade” e “vinhos de sensualidade”, entre outros, “na direção do alcance infinito de nossas almas”, diz Dalí.

O livro encontrava-se fora de catálogo há décadas, e foi enfim relançado. Evidentemente não se trata de um guia para os enólogos mais ortodoxos, e sim para quem deseja se inebriar das possibilidades mais poéticas que essa bebida pode nos oferecer – guiado pelo olhar sempre surrealista de um grande artista.

© fotos: divulgação/fonte:via

Veja pintura de 200 anos recuperar cor original com restauração

Qualquer passeio por um museu de arte clássica vai revelar várias telas escuras e amareladas. Enquanto alguns podem pensar que este era o estilo preferido por pintores de alguns séculos atrás, é preciso lembrar que a tinta e verniz sofrem com a ação do tempo, e que a pintura vai ficando de uma cor diferente da original. Por isso, é necessário que as obras mais danificadas sejam restauradas por uma equipe capacitada.

Philip Mould, um apresentador de um programa de TV sobre arte do Reino Unido, registrou esse processo em que o verniz de uma obra de 200 anos é cuidadosamente removido para revelar as cores delicadas que estavam escondidas na camada de baixo.

As obras de arte são cobertas com verniz pelo mesmo motivo que os móveis: para haver uma camada protetora que isola o objeto da poeira, luz do sol, umidade e contato com as mãos humanas. O problema é que esse verniz vai ficando danificado através dos anos.

Para restaurar a obra, o profissional dissolve o verniz antigo e aplica uma nova camada. Os restauradores precisam de muita técnica e talento para não remover a tinta junto com o verniz antigo.

Confira:


fonte:[via][Sploid]

Tatuador francês criar artes para quem quer lembrar para sempre de viagens especiais

O francês Franck Pellegrino é grafiteiro, tatuador e, acima de tudo, um verdadeiro artista que aprendeu seu ofício através de muito amor, paixão e determinação.Quando não está na estrada, ele imortaliza as lembranças das viagens na pele de seus clientes.Sob a forma de bandeiras, símbolos ou selos, a maneira de homenagear os países escolhidos são diversas e esteticamente ricas em detalhes, ainda que minimalistas, próximas da traditional tattoo.

Ele é o tipo de artista que definitivamente poderia convencer qualquer pessoa que está pensando em se tatuar pela primeira vez.

Sobre seu trabalho, Franck explica:

“Eu sou um autodidata, então eu nunca fui para a escola de arte, mas desenho desde de criança. Durante esse período, tentei aprender linhas e gráficos. Quando percebi que não queria fazer nada além disso, me mudei para Paris para respirar uma vida maior na minha paixão e agora estou vivendo minha vida fazendo isso”.

Veja um pouco do trabalho do Franck e das lembranças imortalizadas por seus clientes:

E você: qual viagem merece uma marca definitiva na pele?

Imagens: Reprodução/fonte:via

Esta é Quimera, a gatinha ‘duas caras’ mais fofa da internet

Chamar uma pessoa de ‘duas caras’ não é exatamente um elogio, mas, quando se trata de felinos, pode ser algo digno de admiração. Pelo menos é o que acontece com os gatos quimera, que têm diferentes características em cada lado do corpo.

O nome é inspirado nas Quimeras, figuras mitológicas da Grécia com aparência híbrida entre dois ou mais animais – uma das mais famosas tem cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente.

Uma gatinha com essa característica, batizada justamente de Quimera, tem feito sucesso no Instagram por sua beleza mais que especial.

De um lado, pelos beges e olho acobreado, do outro, pelos pretos e olho azul. Do pescoço para baixo, o padrão de cor dos pelos se inverte.

Quimera é um animal perfeitamente saudável, como praticamente todos com essa característica – e que nem são tão raros assim. Segundo os biólogos, animais quimeras ficam assim porque têm dois tipos de DNA, algo causado por conta da fusão de embriões.

Diferentes populações de células com diferentes características fenotípicas mantêm suas estruturas, resultando em um animal com os traços que já tinham começado a se desenvolver nos embriões separadamente. Esse tipo de fusão também pode acontecer em humanos – se for antes do quatro dia de gestação, há poucas mutações visíveis, mas, se for depois, produz gêmeos siameses.

Siga a Quimera no Instagram para ver mais!

Imagens: Reprodução/Instagram/fonte:via