Filhote de leão da caverna de até 50 mil anos atrás é encontrado na Sibéria

Um morador da Sibéria caminhava pelas geladas cavernas da região quando encontrou um pequeno filhote de leão, morto porém conservado em perfeitas condições. Quando informou as autoridades de sua descoberta, um porém natural e imediatamente surgiu: os leões que conhecemos hoje vêm da África, e não existem leões na Sibéria. Como poderia o leãozinho congelado estar em parte tão gelada do planeta?

 

Um parente do leão, conhecido como leão da caverna, um dia de fato viveu por lá, até o fim da última era glacial, há cerca de 11,7 mil anos. Trata-se, portanto, de um filho dessa espécie, perfeitamente conservado, que vivia pela Sibéria entre 20 e 50 mil anos atrás, quando o animal faleceu.

O filhote possui 4 quilos e 45 centímetros. Cerca de dois anos atrás, outros dois filhotes da mesma espécie foram encontradas na Rússia.

Tal descoberta reacende um debate quente na comunidade científica, ao redor da possibilidade de se clonar tais animais. Questões técnicas e éticas perpassam tal discussão, e experimentos similares – não com animais tão antigos, porém – já foram realizados.

Assim seriam, na época, os leões das cavernas, em reconstrução artística

Quais os efeitos de trazer de volta à vida uma espécie extinta há tanto tempo ainda não podem ser realmente medidos, mas como pode se supor pelas fotos, a fofura dos leões – ao menos dos filhotes – já era irresistível, mesmo na Sibéria há 40 mil anos.

 

© Fotos: Anastasiya Koryakina /fonte:via

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