Esta é Quimera, a gatinha ‘duas caras’ mais fofa da internet

Chamar uma pessoa de ‘duas caras’ não é exatamente um elogio, mas, quando se trata de felinos, pode ser algo digno de admiração. Pelo menos é o que acontece com os gatos quimera, que têm diferentes características em cada lado do corpo.

O nome é inspirado nas Quimeras, figuras mitológicas da Grécia com aparência híbrida entre dois ou mais animais – uma das mais famosas tem cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente.

Uma gatinha com essa característica, batizada justamente de Quimera, tem feito sucesso no Instagram por sua beleza mais que especial.

De um lado, pelos beges e olho acobreado, do outro, pelos pretos e olho azul. Do pescoço para baixo, o padrão de cor dos pelos se inverte.

Quimera é um animal perfeitamente saudável, como praticamente todos com essa característica – e que nem são tão raros assim. Segundo os biólogos, animais quimeras ficam assim porque têm dois tipos de DNA, algo causado por conta da fusão de embriões.

Diferentes populações de células com diferentes características fenotípicas mantêm suas estruturas, resultando em um animal com os traços que já tinham começado a se desenvolver nos embriões separadamente. Esse tipo de fusão também pode acontecer em humanos – se for antes do quatro dia de gestação, há poucas mutações visíveis, mas, se for depois, produz gêmeos siameses.

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Imagens: Reprodução/Instagram/fonte:via

Veja como os veterinários removeram a língua gigante de um urso resgatado

 

Nyan htoo é um urso-negro-asiático resgatado com um problema muito incomum: uma língua extremamente inchada que cai da sua boca como um melão gigante.

Incapaz de fechar a mandíbula, o animal de 18 meses simplesmente arrastava o órgão no chão enquanto andava, varrendo germes e acumulando cicatrizes.A língua gigante – possivelmente resultado de uma doença congênita – dificultava sua alimentação e o urso não conseguia ficar com seu irmão no abrigo animal ThaBawa, em Myanmar.

Entra em cena a veterinária Heather Bacon, da Universidade de Edimburgo, parte da equipe que operou o urso para remover sua língua.

“Era um impedimento real para seu bem-estar”, disse Bacon, que trabalha com ursos há 10 anos. “Ele nunca teve uma língua normal antes, então usá-la é um processo que ele terá que aprender”.

 

 

Resgatado

Em 2016, os monges do abrigo resgataram Nyan htoo e seu irmão Kan htoo de traficantes de animais selvagens.Os filhotes seriam traficados para a China, onde teriam sido vendidos ilegalmente para que suas vesículas biliares fossem colhidas. Os praticantes de medicina tradicional na Ásia usam frequentemente a bile de ursos para tratar tudo, desde câncer até ressaca.

Depois que os monges notaram a língua maciça de Nyan htoo (do tamanho de uma banana na época), eles contataram veterinários locais, incluindo Khyne Ma, que por sua vez procurou Bacon, bem como Caroline Nelson da Animals Asia Foundation, uma fundação sem fins lucrativos.

As cirurgias

Quando a equipe operou Nyan htoo pela primeira vez em 2016, hesitou em amputar todo o órgão, considerando a medida muito drástica. Com quatro meses de idade, o urso era muito pequeno e eles não sabiam como se desenvolveria.

Mas o procedimento não eliminou todo o inchaço, e a condição de Nyan htoo piorou.Com a ajuda da Romain Pizzi e dos veterinários da Wildlife Surgery International em Myanmar no início deste mês, a equipe optou por realizar outra cirurgia e amputar a língua toda, que pesava em torno de 3 kg.O procedimento durou quatro horas.

Por que essa língua?

A razão para o crescimento da língua ainda é um mistério.Bacon diz que uma doença congênita pode ser culpada, mas o irmão de Nyan htoo é completamente normal. Os veterinários também especulam que o urso pode ter elefantíase, um parasita que pode fazer com que os membros do infectado se inchem em tamanhos astronômicos.

A elefantíase é bastante comum entre as pessoas do Sudeste Asiático, mas nunca foi relatada em ursos. Os monges também trataram o par resgatado com antibióticos, o que teria matado qualquer parasita. Amostras da língua foram enviadas para testes.

Enquanto isso, Nyan htoo está se recuperando sob a supervisão de cuidadores em Myanmar e permanecerá no santuário. Ele está brincando com seu irmão e começando a mostrar interesse em novos alimentos.

Fonte:[via][NatGeo]

10 belos casos de arte acidental

Fazer arte pode ser mais fácil do que pensamos, e nem sequer precisamos entrar na polêmica de discutir o que é ou não uma obra válida, do ponto de vista conservador ou liberal.

Estamos falando de arte acidental, aquela não planejada e nem intencionada, que surge dos lugares mais inesperados para nos mostrar que a beleza pode estar em qualquer canto.

Confira alguns exemplos:

Tintas antes de serem misturadas

 

Cervo formado de uma gota acidental de tinta preta

Silhueta de uma floresta em último gole de café

Quando limpamos arte, a pia fica com um pouco dela

Camadas polidas de pintura de carros, de uma fábrica antiga em Detroit, nos EUA

Chuva e pólen

Máquina de espuma quebra em lava-rápido de posto

Pintura cai no chão e parece melhor do que o próprio quadro

Caminhão com 14 toneladas de tinta tomba e pinta a estrada em cores vibrantes

fonte:[via][BoredPanda]

Algo bizarro foi descoberto neste cemitério medieval

Uma escavação arqueológica de três semanas no Canal da Mancha teve uma reviravolta bizarra e inexplicável, depois que pesquisadores se depararam com uma sepultura aberta com cuidado e escondida no solo – cujo teor, definitivamente, não era humano.

A descoberta, encontrada na pequena ilha de Chapelle Dom Hue, ao largo da costa de Guernsey, revelou os restos antigos de uma toninha (espécie de golfinho) medieval enterrado no solo, e os cientistas estão com dificuldades de explicar a história por trás desse misterioso túmulo animal.

“É um achado muito peculiar e não sei o que pensar quanto a isso”, disse o arqueólogo Philip de Jersey, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, ao The Guardian. “Por que alguém decidiria enterrar um golfinho no que se parece com uma sepultura?”.

Dúvidas e hipóteses

O mistério é ainda mais intrigante devido à forma como o animal foi enterrado, o que não sugere que a toninha morta tenha sido simplesmente descartada no subsolo.

Em vez disso, parece que ela foi propositalmente estendida para descansar, com o corpo alinhado de leste a oeste por tradição cristã. A escavação cuidadosa da própria sepultura sugere que o objetivo de quem a construiu era garantir um lugar de descanso solene.

 

Por essa razão, Jersey esperava encontrar os restos de um monge medieval no túmulo, já que a ilha pode ter sido um local de retiro religioso para os monges que buscavam refúgio.

Mas depois de notar mudanças no solo, que indicavam a existência provável de um túmulo por baixo, os pesquisadores descobriram o crânio de uma jovem toninha. Eles acreditam que ela tenha sido sepultada ao lado de túmulos de outros monges desde o século 14.

É possível que o boto tenha sido morto para servir à alimentação de alguém, já que esses mamíferos compunham hábitos alimentares da época medieval.

Mas, se for esse o caso, pesquisadores dizem que teria feito muito mais sentido que as pessoas tivessem descartado os restos no mar – situado apenas a 10 metros do local, e a pequena ilha está rodeada por água em todos os lados.

“Se estivéssemos em uma igreja e encontrássemos algo assim, com base em seu formato, poderíamos pensar que alguém tenha aberto um túmulo e substituído o que havia em seu interior”, disse Jersey à Guernsey Press. “Isso é o que me confunde. Se o tivessem comido ou matado por sua gordura, por que alguém se esforçaria para enterrá-lo?”.

Dúvidas e hipóteses

Uma hipótese é que o animal tenha sido morto para alimentar alguém e cuidadosamente armazenado até que fosse necessário outra vez, mas os restos preservados nunca foram usados, segundo Jersey. Mas sobram dúvidas e faltam certezas.

“Ele pode ter sido embalado em sal e, por algum motivo, ninguém jamais retornou para buscá-lo”, disse ele ao The Guardian.

Encaminhado à pesquisa

Após a descoberta, os ossos da toninha foram removidos do seu local de repouso, e agora serão estudados por um especialista em animais marinhos para buscar evidências mais sólidas.

Uma vez que essa análise esteja concluída, talvez possamos obter algumas respostas sobre como e por que essa toninha medieval veio a descansar no cemitério de um monge.

Jersey, por sua vez, diz que é a descoberta mais estranha em sua carreira de 35 anos como cientista e um verdadeiro enigma na sua história como pesquisador.

“O golfinho tem um forte significado no cristianismo, mas não encontrei nada assim antes em todos esses anos”, disse ele.

“É o tipo de coisa ligeiramente maluca que você pode descobrir na Idade do Ferro, mas não na época medieval. Um verdadeiro mistério”. fonte:[via][ScienceAlert]

10 descobertas bizarras que deixaram especialistas confusos

Com a quantidade de pessoas muito inteligentes no mundo, constantemente tentando documentar, fazer descobertas e entender nosso mundo e seus mistérios, é muito difícil que coisas desconhecidas permaneçam desconhecidas por muito tempo. Geralmente, é exatamente para essas pessoas que nós pedimos explicações quando as coisas parecem inexplicáveis.

Mas, às vezes, os especialistas e cientistas ficam tão desconcertados quanto nós quando descobertas estranhas são feitas. Sejam objetos ou eventos, tais fenômenos, que muitas vezes nos parecem estranhos ou bizarros, permanecem intrigantes até serem identificados e compreendidos – se um dia o são.

10. Irrigador vaginal

Em 2010, quando um objeto misterioso foi descoberto durante uma escavação dos terrenos da Prefeitura de Nova York, os arqueólogos, perplexos, não conseguiram identificá-lo. Encontrado em uma pilha de lixo, entre garrafas de cerveja e os ossos de uma vaca que havia sido o prato principal de um banquete, o objeto era um cilindro fino feito de osso com roscas de parafuso em cada extremidade, uma parte perfurada e uma tampa com um furo em seu centro, o que deixou os especialistas perplexos.

Em busca de uma resposta, os cientistas teorizaram que o objeto poderia ser “um moinho de especiarias ou uma agulha”, diz Alyssa Loorya, presidente da Chrysalis Archaeology, a empresa que supervisiona a escavação como parte de um projeto de reabilitação. “Nós ficamos perplexos”, ela admitiu.

 

O artefato estranho foi identificado depois que um dos membros da equipe de Loorya, Lisa Geiger, viu um objeto semelhante enquanto trabalhava em um museu da Filadélfia. Era uma seringa, ou irrigador, vaginal. As mulheres do século 19 usavam-nas para prevenir a gravidez, para se limpar ou para tratar doenças sexualmente transmissíveis. Irrigadores similares foram encontrados em um antigo bordel durante uma escavação arqueológica em Boston. Os dispositivos não eram apenas usados ​​por prostitutas; as mulheres de todos os estratos socioeconômicos também empregavam os irrigadores e, em Nova York, as mulheres davam umas às outras como presentes de casamento.

9. Ossos enterrados

Em 2007, os arqueólogos fizeram uma das descobertas mais bizarras já feitas: um crânio de 9.300 anos de idade, enterrado com os restos de mãos decepadas – a esquerda cobrindo o lado direito da cabeça e apontando para cima, a direita cobrindo o lado esquerdo da cabeça e apontando para baixo – foi encontrado em Lapa do Santo, no interior de Minas Gerais. Embora entendessem que os restos eram de uma vítima de sacrifícios rituais, os arqueólogos ficaram desconcertados quanto ao significado do arranjo do crânio e das mãos.

Andre Strauss, pesquisador do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, encontrou o estranho conjunto enterrado sob uma pedra. A análise de isótopos de estrôncio mostrou que os ossos pertenciam a um jovem local. Ele sofreu uma morte horrível e agonizante, segundo os especialistas. A forma como suas vértebras do pescoço foram fraturadas indica que sua cabeça não foi completamente cortada pelo golpe de uma lâmina, e “o músculo e o tecido remanescentes foram então torcidos e rasgados para removê-la do corpo”. A carne não foi esfolada de seu corpo , e nenhuma evidência sugeriu que a cabeça e as mãos estavam montadas como uma exibição.

Embora as mãos amputadas às vezes sinalizem punição e uma advertência dos resultados de violar as normas sociais e também uma maneira pela qual desonrar inimigos conquistados, a condição do crânio não corresponde a nenhuma dessas possibilidades, e os arqueólogos permanecem perplexos como o significado da estranha exibição.

8. Suicídios caninos

Pode parecer estranho, mas cães cometeram suicídio na Escócia. Uma cidade próspera no passado, Dumbarton se tornou pouco mais do que um subúrbio nos arredores de Glasgow. O lugar pode parecer deprimente em um dia sombrio e até mesmo os cães parecem se sentir deprimidos lá. Em fevereiro e março de 2005, alguns deles saltaram para a morte de cima de uma ponte.

Em um caso, o cão de uma mulher saltou sobre o parapeito da ponte, caindo 12 metros para morrer lá embaixo. A mulher, que ficou chocada com o incidente, não fazia ideia de por que seu amado companheiro canino teria feito tal coisa.

Outros quatro cães também pularam da ponte, com os mesmos resultados. Estranhamente, todos saíram do mesmo lugar. A behaviorista animal Joyce Stewart pediu uma investigação do fenômeno. Ela afirma que o suicídio canino não é algo sobre o qual ela já tivesse ouvido antes, e o comportamento dos cachorros é certamente “anormal”. Ela especulou que os animais poderiam ter experimentado uma ilusão de ótica que interferisse com sua capacidade normalmente boa de avaliar as distâncias. De acordo com Stewart, “pelas fotografias da ponte, parece que os galhos e folhas da árvore sobem acima da ponte e podem causar algum tipo de confusão para o animal, que pensa que está pulando para algo sólido”.

“Os incidentes na ponte são uma grande preocupação para nós porque gostaríamos de entender por que eles estão acontecendo”, afirmou na época Graham, apesar da hipótese de Stewart. Os behavioristas de animais não conseguiram explicar o comportamento estranho dos cães e os especialistas em bem-estar dos animais aconselharam os donos de animais de estimação a manter seus cães encoleirados.

7. Geoglifos ocultos na Amazônia

Marcas de geoglifos de 2.000 anos de idade, do tamanho de quadras de cidades, formando círculos e quadrados em milhares de hectares, foram descobertas na Amazônia brasileira. As antigas terraplenagens, que incluem trincheiras de 11 metros de largura e 4 metros de profundidade, permaneceram ocultas até a década de 1980, quando agricultores limparam a terra para a criação de gado. Os arqueólogos ainda estão intrigados com os geoglifos gigantes, cujo propósito permanece desconhecido.

25 assustadoras descobertas arqueológicas

A descoberta dos projetos questiona a ideia de que os humanos deixaram a Amazônia intocada até que os exploradores europeus chegaram ao século 15. Agora, parece que os nativos estavam gerenciando as florestas usando “processos agrícolas sustentáveis”. Conforme observado por Jennifer Watling, que conduziu a pesquisa como estudante na Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha, “muitas pessoas têm a ideia de que as florestas amazônicas são florestas prístinas (intocadas), nunca tocadas por seres humanos, e, obviamente, não é o caso”.

6. Godzillus

Descobertas em 2011 pelo paleontólogo amador Ron Fine, as partes do bizarro fóssil de 70 kg conhecido como “Godzillus” continuam a intrigar cientistas. Descoberto no norte do Kentucky, nos EUA, o fóssil de 450 milhões de anos tem 1,8 m de comprimento e 0,9 m de largura e se assemelha a um grupo de pedras de concreto. Os cientistas não sabem se o fóssil é de um animal ou de uma planta. De acordo com o geólogo Carl Brett, da Universidade de Cincinnati, Godzillus é o maior fóssil de sua era já descoberto na região.

Fine sugere que o fóssil poderia ser de algas marinhas, mas David Meyer, outro professor de geologia da UC, diz que a descoberta os deixou perplexos. O fóssil não é um peixe, mas o palpite de Meyer é que pode ser o restos de uma esponja, observando que a área em que Fine encontrou Godzillus era “coberta por um mar, de 30 a 60 metros de profundidade”. Mas o palpite é apenas isso: um palpite. Os especialistas não sabem com certeza o que Fine descobriu quando encontrou os restos de Godzillus.

5. Planta-animal

De tamanho microscópico, o Mesodinium Chamaeleon é mais uma das descobertas que deixou os cientistas confusos. Não é uma planta, mas também não é um animal. Como um animal, usa seus cílios parecidos com cabelos para nadar, devorando plantas. Após a alimentação, ele se transforma em uma planta e pode fotossintetizar. Depois de um tempo, ele consome os grânulos de clorofila que obteve comendo as planta e volta a ser um animal para começar o processo de novo. A bizarra criatura, descoberta em 2012 na costa de Copenhague, na Dinamarca, habita no fundo do oceano.

Os cientistas estão desconcertados. Eles não podem descrevê-lo em detalhes, e eles não foram capazes de determinar a quantidade de energia que a criatura obtém da fotossíntese. Eles também não sabem por que ele come os grânulos de clorofila que adquire. Outras descobertas dependem de “colocar esta planta-animal em uma cultura em nosso laboratório”, diz Ojvind Moestrup, professor na seção de Biologia Marinha do Departamento de Biologia da Universidade de Copenhague.

4. Monumento misterioso

Em 2017, os arqueólogos que escavaram um assentamento pré-histórico em Thirassia, uma das ilhas de Santorini, na Grécia, descobriram um monumento de 2.200 anos. Incapazes de determinar sua origem, especialistas da Universidade Jônica, da Universidade de Creta e do Departamento de Antiguidades das Cicládicas ficaram desconcertados.

10 descobertas espaciais bizarras e inesperadas

De acordo com o Ministério grego da Cultura e Antiguidades, o monumento em forma oval é ornamentado com inúmeras características decorativas e pode ter sido associado a um deus, embora qual deles, se realmente for um, permaneça pouco claro.

3. Geleia de estrelas

Os cientistas ficaram perplexos com o estranho lodo gelatinoso que apareceu em uma reserva natural em Somerset, na Inglaterra, em 2012. A substância bizarra foi encontrada em vários locais. Os especialistas não conseguiram explicar a sua origem, embora algumas suposições tenham sido feitas. O porta-voz da reserva, Tony Whitehead, sugeriu que o limo poderia ser Nostoc, uma forma de cianobactérias.

Outras suposições dizem que podem ser as vísceras regurgitadas dos anfíbios e sua desova. Whitehead disse que, nos séculos passados, a substância era “conhecida várias vezes como geleia de estrelas, geleia astral ou astromyxina”, e o folclore associou-as a meteoros. Outras especulações sugeriram que faltava DNA, embora parecesse estar vivo. Os especialistas não sabiam o que fazer com o limo. Os visitantes da reserva foram avisados ​​para não tocarem na substância, seja lá o que ela fosse.

2. Inseto estranho

Um inseto misterioso que confundiu especialistas pode ser uma nova espécie recentemente descoberta. O inseto, que é do mesmo tamanho que um grão de arroz, é preto e vermelho e foi visto pela primeira vez no Jardim de Vida selvagem do Museu de História Natural de Londres, em 2007. Desde então, também foi visto no Regent’s Park e no Gray’s Inn. Já se tornou o inseto mais comum no jardim do museu e poderia continuar a se espalhar por todo o Reino Unido.

O museu contém 28 milhões de espécimes de insetos, mas nenhuma delas coincide com o estranho inseto, que parece mais com Arocatus roselli, uma espécie rara da Europa Central. No entanto, o inseto misterioso é mais brilhante do que o A. roselli e o A. roselli, ao contrário do inseto não identificado, está associado a árvores alnus. “Parece estranho que tantos desses insetos apareçam de repente”, disse Max Barclay, que trabalha para o museu. Possivelmente, o inseto é A. roselli, afinal de contas, e se multiplicou e tornou-se invasivo depois de se alimentar de árvores do gênero platanus em vez de alnus. Caso contrário, o inseto pode ser uma espécie nunca antes encontrada.

1. Criança adulta

Quando tinha 16 anos, Brooke Greenberg parecia uma criança pequena. Nem os médicos nem os pesquisadores médicos sabiam por que seu corpo e seu cérebro nunca cresciam nem envelheciam. Brooke também sofria de outras contradições. Seus ossos eram os de uma criança de dez anos, e ela ainda tinha seus dentes de bebê. Sua idade mental era de apenas um ano. Ela nunca foi diagnosticada com uma síndrome genética ou uma anormalidade cromossômica. Devido à sua condição, ela vivia em um carrinho de bebê, usava roupas de criança, dormia em um berço e era inteiramente dependente do cuidado de seus pais. Através dela, os cientistas esperavam aprender mais sobre como a genética afeta e contribui para o processo de envelhecimento.

De acordo com o pediatra Lawrence Pakula, da Johns Hopkins School of Medicine, a condição de Brooke pode ter sido única. “Muitos dos nomes mais conhecidos da medicina, na sua experiência, não tinham visto alguém como Brooke”, diz ele. O Dr. Richard Walker, da Faculdade de Medicina da Universidade do Sul da Flórida, nos EUA, disse que partes do corpo de Brooke estavam se desenvolvendo isoladamente, e não como partes de um todo, e que seu desenvolvimento estava “fora de sincronia” entre si. Brooke experimentou apenas “mudanças muito mínimas” em seu cérebro. Ela pesava apenas 7 quilos e tinha apenas 76 centímetros de altura.

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Durante os primeiros seis anos, Brooke submeteu-se a cirurgia para sete úlceras estomacais perfuradas e teve outras operações médicas. Ela sofreu uma convulsão depois de sofrer um acidente vascular cerebral, mas o evento não prejudicou seu cérebro. Aos quatro anos, ela foi diagnosticada com um tumor cerebral, que desapareceu por conta própria. Os especialistas estavam perplexos quanto à causa de sua doença. A terapia com hormônio do crescimento mostrou-se ineficaz. Somente seus cabelos e unhas cresceram. Infelizmente, Brooke faleceu em 2013, aos 20 anos. Ela ainda se parecia fisicamente com uma criança.

Se os médicos pudessem ter resolvido o mistério do não envelhecimento da criança adolescente, eles poderiam ter desenvolvido os meios para retardar o envelhecimento em si, um avanço que poderia ter uma variedade de aplicações, inclusive permitindo que os astronautas viajassem no espaço por muito mais tempo do que eles podem agora.fonte:[via] [Listverse]

Fotógrafo faz lindo registro de vendedores de flores em Calcutá

As flores são uma parte extremamente importante da cultura indiana e, obviamente, são usadas em tudo, desde rituais de templos até festivais e festas. O mercado de flores de Malik Ghat, em Calcutá, é o maior desse tipo na Índia. Localizado ao lado do rio Hooghly, o local atrai mais de 2 mil vendedores por dia, que atentam atrair compradores em meio a cenas frenéticas.

Quando o fotógrafo Ken Hermann esteve no país passou pelo mercado e ficou fascinado com o lugar, especialmente com os vendedores de flores que chamaram demais sua atenção. ‘Eu realmente gostei da maneira como eles carregavam as flores lá, às vezes parecia que eles estavam vestindo grandes vestidos de flores. Eu gostei de todos aqueles homens fortes e masculinos que manipulam as flores com tanto cuidado como se fossem – e realmente são – suas coisas mais preciosas’, contou ao Bored Panda.

Então ele pediu a vários destes vendedores para que posassem para suas lentes segurando suas flores e, sem querer, juntou um lindo material que explora o equilíbrio frágil entre as pessoas e seu meio ambiente.

A maioria das pessoas não se importou em tirar fotos, desde que não demorasse muito. Todos são muito ocupados vendendo suas flores e o foco é não perder negócio enquanto as fotos eram tiradas’, disse. ‘Embora alguns vendedores de flores sejam pobres, eles são muito orgulhosos do que fazem e gosto muito disso e espero que as pessoas consigam ver isso’.

Imagens: Ken Hermann /fonte:via

Esse cara voou por 25 km preso a 100 balões de hélio e sobreviveu para contar a história

Volta e meia aparece alguém suficientemente louco para tentar voar por aí amarrado a balões de hélio – quem não lembra do padre dos balões? Dessa vez, a tentativa teve tanto planejamento que deu certo. Tom Morgan voou por mais de 25 km a uma altura de mais de 2 mil metros durante duas horas preso a 100 balões de hélio – e sobreviveu à aventura!

A iniciativa foi uma criação da empresa The Adventurists, criada por Tom. A companhia é especializada na criação de experiências únicas de viagem. Projetos passados incluíam uma corrida de moto em um lago congelado na Rússia, por exemplo. Após testadas, as experiências são comercializadas a viajantes interessados em uma verdadeira aventura e parte do dinheiro é revertida para a caridade – mais de £ 5 milhões já foram arrecadados para diferentes projetos.

Para a nova criação, Tom precisou testar na pele a aventura de voar de balão na África do Sul – inicialmente, o projeto estava previsto para acontecer na Botswana, mas as tentativas no país não deram certo. Um vídeo publicado na página do Facebook da empresa no início de outubro mostra todo o planejamento da ideia.

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FTheAdventurists%2Fvideos%2F10155935278348338%2F&show_text=0&width=900Durante dois meses, o voo com balões foi sendo aperfeiçoado até chegar ao máximo nível de segurança, quando foi testado por Tom. Na largada, ninguém sequer sabia se ele voltaria vivo – o que, por sorte, aconteceu. Espia só como foi o voo inaugural.

Apesar de testada, a aventura ainda não está disponível no site do The Adventurists, mas deve passar a fazer parte do catálogo de experiências oferecidas pela empresa em breve. Mesmo assim, vale um olhar atento ao site da companhia antes de reservar o passeio:

Suas chances de ficar gravemente ferido ou morrer como resultado da participação são altas. Indivíduos que participaram das atividades no passado ficaram permanentemente desfigurados, seriamente deficientes ou perderam suas vidas.

Acho que passou a vontade de viver uma aventura dessas, né? 😉

Todas as fotos: Reprodução Youtube/fonte:via