Ele cria quadros tão detalhados que mais se parecem tapeçarias reais

Se você nunca viu o artista Jason Seife pintando esses quadros, você facilmente diria que se tratam de tapeçarias reais.

Utilizando um pincel comum e tinta acrílica, o artista de Miami consegue reproduzir os mínimos detalhes das obras que induzem quem olha a crer que se trata de um tapete, por exemplo, de verdade.

O que mais impressiona quem acompanha o trabalho de Seife é a atenção justamente para os detalhes. A habilidade dele para reproduzir a simetria de tapeçarias prega uma homenagem ao que de mais denso e significativo tem a história de cada uma das imagens.

De acordo com a Robert Fontaine Gallery, o artista usa o processo meticuloso como forma de expressar seu estado mental no momento da criação.

Recentemente, Seife realizou uma parceria com a Nike onde teve a missão de customizar alguns exemplares do calçado Air Force 1s, um recente lançamento da marca.

Veja outros trabalhos:

 

Fotos: Jason Seife/fonte:via

Estas são algumas das árvores mais incríveis do mundo

Todas as árvores nos beneficiam com a entrega de oxigênio. Mas algumas fazem muito mais do que isso: elas têm histórias para contar.As imagens incríveis contidas nessa matéria revelam algumas das árvores mais marcantes e impressionantes do mundo. Elas estão entras as maiores e mais velhas e, de uma forma ou de outra, se tornaram entidades nas culturas de comunidades que as cercam.

As fotos foram extraídas do livro Wise Trees, que reúne árvores históricas e culturalmente significativas, da Índia até a Califórnia.Os cliques foram feitos pelos fotógrafos Diane Cook e Len Jenshel, que passaram dois anos viajando o mundo em busca de capturar imagens de 59 árvores extraordinárias. 

Eles afirmam que desejavam que o livro realçasse a importância e potência do papel que as árvores historicamente desempenham em vista de preservar o equilíbrio natural do mundo.

 

Fotos: Diane Cook and Len Jenshel /fonte:via

Este mochileiro já conheceu 125 países, com um detalhe: ele é cego e surdo

Viajar o mundo sozinho é uma empreitada para poucos, que, para além da questão financeira, exige disposição e um tanto de coragem para, em troca, poder desfrutar do banquete de sensações para os sentidos que o mundo nos oferece. Tendo já visitado 125 países, o inglês Tony Giles não deixa dúvidas que dispõe desses dois atributos, tanto disposição quanto coragem, de sobra – com um agravante nada discreto: ele é surdo e cego.


Tony em Marrakesh

Hoje com 39 anos, Tony perdeu a visão quando tinha 10 anos. Foi aprendendo a se comunicar com seu professor especial, na adolescência, que ele decidiu se tornar um viajante solitário. Conhecer todos os países do mundo era “o maior desafio que poderia haver para uma pessoa cega”, e foi por isso que ele aceitou a tarefa, que teve início em Nova Orleans, nos EUA, no ano 2000. Desde então, ele já esteve não só em todos os estados americanos, como em basicamente todos os cantos do mundo.

 
Em um santuário de elefantes no Sri Lanka


Sobre o Rio Nilo, no Egito

E, como toda boa aventura, mil reviravoltas, contratempos e até um grande amor atravessaram as viagens de Tony – que assistiu um golpe de estado em Mali, foi preso na fronteira da Etiópia, publicou dois livros e conheceu sua esposa Tatiana, grega e também cega, durante uma de suas viagens. Para visitar tantos países, ele já viajou por todo tipo de transporte – avião, trem, carro, ônibus, até um jumento no Senegal.


Tony em Madrid

Em Gana


Nas montanhas do Canadá

Agora Tony está em casa para as festas de fim de ano – e para planejar sua próxima viagem, depois de recentemente conhecer a Jordânia de camelo. Depois de 125 países visitados, sem enxergar nem ouvir, o mundo é ainda um lugar imenso para o viajante, que, movido por sua curiosidade e sentimentos, desconhece limites.


Com sua namorada em Budapeste


Em Belém

Com um músico de rua em Amsterdã

Saltando de Bungee jump na Inglaterra

 

© fotos: Tony Giles/SWNS/fonte:via

Conheça o trabalho autoral e criativo do tatuador Victor Costa

As pessoas decoram a própria pele por uma série de razões que vão desde religiosidade, amor, rebeldia, fanatismo, entre outras coisas. E se por muitos anos a tatuagem manteve uma reputação um tanto quanto marginal – por estar, supostamente, fora dos padrões, hoje pode-se dizer que se trata de uma expressão artística tão relevante quanto uma pintura.

Um ótimo exemplo de tatuagem artrítica é o belo trabalho do jovem tatuador brasiliense Victor Costa, de 24 anos. Misturando neoexpressionismo e cubismo de forma intuitiva com seus traços delicados e firmes, o artista faz composições entre elementos da natureza, animais e pessoas para resultados magníficos.

Victor trabalha com grande habilidade a técnica do sombreamento e a mistura das cores criando desenhos tão harmoniosos e belos quanto verdadeiras obras de arte.

Veja algumas de suas criações:

Imagens: Reprodução/fonte:via

Estudantes de arquitetura transformam antiga agência bancária em aconchegante livraria

Um banco histórico em uma pequena cidade do Alabama se tornou uma biblioteca elegante com aparência que surpreendentemente se assemelha a uma loja sofisticada. O projeto, chamado ‘Newborn Library’ (algo como ‘Biblioteca recém-nascida’) foi concluído em 2013 como parte de um programa de desenvolvimento de alunos da Universidade de Auburn, com foco no design da comunidade. O projeto adaptativo de reutilização e expansão preserva grande parte dos elementos arquitetônicos históricos, ao mesmo tempo em que utiliza tecnologias de construção modernas para criar um interior contemporâneo.

Localizado no centro histórico de Newbern, uma cidade com menos de 200 pessoas, o Old Bank Building foi doado à comunidade por uma família local que queria que o edifício se transformasse em uma biblioteca. A visão era transformar o banco em um centro social para fornecer “programação pós-escolar, acesso ao computador e o primeiro ponto de Internet público na comunidade”.

Para este fim, os estudantes de arquitetura destruíram o interior e o expandiram, deixando o exterior de tijolos brancos do banco e a frente esmaltada intacta para preservar seu contexto histórico. A madeira reveste o interior, desde as prateleiras de madeira compensada até os painéis de teto padronizados também feitos de bétula.

O antigo piso de pinheiros foi preservado e elementos do passado pontuam o espaço como a porta do cofre do banco e os tijolos originais reutilizados como pavimentos e paredes baixas.

Uma extensão quadrada de 700 metros quadrados de cipreste foi adicionada na parte de trás do prédio, enquanto um pequeno espaço ao ar livre fornece um espaço de leitura.



Imagens: Reprodução/fonte:via

Ele “libertou” animais do zoológico usando Photoshop

Embora muitos zoológicos tenham sua existência motivada pela preservação das espécies, a maioria deles ainda não é um lugar realmente agradável para os animais. Em uma série fotográfica em preto e branco, o fotógrafo​ Frank Machalowski decidiu libertar algumas espécies e levá-las diretamente para uma floresta na série Tierwald (“animais da floresta”, em alemão).

Com um toque mágico, as imagens foram capturadas em duas instâncias: durante visitas a zoológicos e à floresta de Teutoburgo, na Alemanha. A segunda parte do processo foi mesclar as duas fotografias distintas usando Photoshop para representar os animais livres naquele ambiente.

O tom fantástico ganha destaque graças à névoa em que as imagens foram capturadas e ao fato de que muitos dos animais não vivem realmente em florestas, mas pertencem às savanas africanas. Segundo o fotógrafo contou em um relato para o Bored Panda, a ideia veio após encontrar um veado na floresta. “Eu decidi recriar o esplendor do momento artificialmente, com espécies mais exóticas“, descreve.

Frank buscou provocar um ambiente que remeta a um futuro sem humanos, como em um filme de ficção científica em que os animais reconquistaram seu habitat. O resultado é inquietante!

 

Fotos © Frank Machalowski /fonte:via

Artista cria incríveis miniaturas de terrários usando apenas papel

A artista Raya Sader Bujana, elevou seu amor às plantas a um outro nível: fazer com que elas durem para sempre. Residente na cidade de Barcelona, a jovem de origem libanesa-venezuelana criou uma série artesanal em miniatura de cactos e suculentas de papel em mini terrários encantadores.

Algumas das esculturas de papel medem entre 5 e 6 centímetros de altura e podem levar entre 5 a 20 horas para serem feitas com o máximo de detalhes possível.Raya abandonou os estudos em arquitetura para se dedicar totalmente ao paper art e design em 2008. Em seu site ela conta:

Eu meio que sempre soube que era o que eu queria fazer e estou muito feliz em poder fazê-lo agora. Eu criei vídeos stop-motion, peças encomendadas e esculturas, trabalhei com marcas como Nissan, Eastpak, HP, Metalarte, 7UP, Camper e DOIY e atualmente estou trabalhando em novas exposições para minha arte’, disse.

Ela também explica que sua arte é bastante influenciada pelo que aprendeu nos anos em que estudou arquitetura e por seu amor pela natureza.

Você pode comprar os mini terrários de Raya aqui. A média de preços é de R$ 340.

Veja suas criações:

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